Arrombada pelo Negão do Vôlei

É... como todo casal que entra no mundo hotwife, o fetiche mais forte da gente sempre foi ver a Ana sendo comida por um negão bem dotado. Ainda mais se fosse um pauzão grosso, daqueles que arromba mesmo. E... eu e a Ana távamos nessa busca há um tempo. Conversamos com vários caras num site de casais, mas a maioria não tinha afinidade, não rolava aquela química safada. Até apareceu alguns pretendentes, mas no final nada aconteceu e nenhum que despertou um interesse especial dela.
E teve um dia que eu perguntei direto pra ela sobre o Pedro. Pedro era um jogador de vôlei que treinava na mesma academia que ela. Um negão alto pra caralho, entre 1,90m e 2 metros, corpo bem atlético, forte. Tinha fama de comedor lá dentro, saía com várias mulheres casadas. Só de imaginar aquele negão alto metendo na minha Ana eu já ficava com o pau latejando de ciúme e tesão misturados.
A Ana, por causa de uma amiga em comum, eles acabaram tendo certa amizade. Eles se cumprimentavam quando se encontravam e conversavam tanto pelo Instagram quanto lá na própria academia. Tinha uma amizade até próxima quando se encontravam. E eu, como bom corno, já sentia aquele frio na barriga só de saber que ela conversava com ele, imaginando o que poderia rolar.
A té que eu falei pra ela, já com aquele frio gostoso na barriga:
— Amor, por que você não tenta chamar ele pra tomar alguma coisa?
Ela respondeu, um pouco hesitante:
— Ah amor, eu já conversei com ele, já entramos em algum tipo de assunto dessa forma, mas ele sempre comentou que gosta de sexo a dois, e uma vez ele deixou escapar que é meio tradicional, que não curte muito essas coisas de suruba ganga bang kkkk.
Eu insisti, sentindo o pau já mexendo só de imaginar:
— Ah amor, mas sem forçar nada. Tenta seduzir ele devagar. Porque no começo ele até deu em cima de você, mas você, na postura de mulher casada, ficou pra ver até onde ele ia, e ele respeitou. Depois, desenvolvendo essa amizade, ele nunca mais avançou direto… Mas porra, você é muito gostosa, você mesma me fala que pega ele olhando pra sua bunda, pros seus peitos, sempre disfarçado. Nada de ficar dando em cima abertamente, mas o tesão tá ali.
Ela ia treinar na maioria das vezes à tarde, e ele só ia entre nove e nove e meia da noite. Eu sugeri a ideia que já me deixava louco:
— Por que você não começa a ir na academia nas quartas e sextas, no horário que ele vai? Tem pouca gente, você pode ir com umas roupas mais provocantes e jogar um charme em cima dele.
No começo ela relutou um pouco, mas depois achou que era uma boa ideia. Eu falei, já excitado:
— Claro, amor, se você tiver afim… Às vezes quando você fala dele eu vejo que você fala diferente, com um brilho no olho.
Ela mordeu o lábio e respondeu com aquela voz manhosa que eu adoro:
— Amor, cê sabe… não vou mentir pra você não. Claro que eu já fiquei com vontade de dar pra ele e tal. Ainda mais pela fama que ele tem, como dizem que ele é pé de mesa. Tem aquela curiosidade safada, né? Imaginar como seria um pauzão daqueles me abrindo toda.

Na próxima semana ela ja começou a ir a noite, quarta e sexta feira no horário dele. Na primeira quarta, já me bateu um tesão absurdo só de ver ela se arrumando pra ir pra academia. Aquele tesão gostoso de corno, sabe? Ver a sua mulher se produzindo toda, sabendo que ela vai encontrar outro cara, que ela quer chamar atenção, seduzir… Meu pau já ficava duro só de imaginar.
Ela se arrumou linda pra caralho. Colocou um top bem justo, daqueles que mostram a barriguinha tanquinho definida da academia, marcando os seios naturais dela. A legging apertada realçando aquela bundinha empinada. Eu só ficava olhando, pensando: “Hoje ela vai provocar o negão”.
Ela foi pra academia, encontrou ele, treinou… até aí tudo “normal”. Mas ela já jogou o primeiro flerte: falou que queria melhorar o abdômen. Ele respondeu na hora que todo final de treino ele fazia abdominal e que, se ela quisesse, podiam fazer juntos.
E assim foi indo alguns dias. Eles conversando bastante, rindo, depois continuando o papo no Instagram. Parecia que a aproximação tava dando certo. Ana me contava tudo quando chegava em casa, com aquele olhar brilhando. Ela falava que pegava ele olhando bastante pra ela, pra bunda, pros peitos, sempre disfarçando. Ele perguntou por que ela tinha mudado o horário. Ela explicou que os dias estavam corridos e que agora ia sempre nas quartas e sextas à noite. Ele respondeu algo como: “Então agora a gente pode fazer abdominal sempre juntos”.
Ela, safada, começou a mandar foto pra ele em casa, do abdômen “melhorando”, posando de um jeito provocante. Na real nem tinha dado resultado ainda, era só pra provocar ele, pra deixar ele louco. E eu em casa, lendo as conversas, sentindo aquele misto de ciúme e tesão forte, imaginando o negão olhando as fotos dela e ficando duro desejando minha esposa linda.

O recepcionista da academia era amigo do Pedro e também era tarado na Ana. Mandava mensagem direto pra ela, dizendo que ela tava muito linda, que ela tava muito cheirosa, que dava vontade de morder. Mas a Ana não dava muita bola, mantinha só na amizade. Dava pra entender, né? Mulher gostosa como ela é complicado controlar os tarados em volta.
E foi numa sexta-feira que a coisa esquentou de verdade. Ana decidiu provocar pra valer. Aquele dia ela já saiu de casa com um olhar diferente, safada. Como sempre, colocou um top daqueles que amarram atrás da nuca, bem soltinho na frente, e uma legging preta bem justa que marcava perfeitamente aquela bundinha empinada e as coxas torneadas. Eita porra… eu fiquei olhando e já senti o pau mexendo.
Falei pra ela:
— Nossa, amor, hoje você tá demais, hein.
Ela sorriu com cara de puta:
— Hoje eu quero provocar o Pedro. Vou pedir pra ele amarrar meu top pra mim.
Eu:
— Ah, não acredito que você vai fazer isso…
Ela:
— Eu vou. Hoje é sexta-feira, costuma ter menos gente nesse horário. Fica tranquilo.
Levei ela na academia. Ela me mandou foto: quase ninguém treinando. Só tinha ela, o Pedro, o recepcionista e mais duas pessoas treinando. Ela disse que começou o treino, uma pessoa foi embora, a outra tava nas esteiras. Enquanto ela estava sentada fazendo um exercício, desamarrou o top sutilmente, ficou no banco e chamou ele:
— Pedro, me ajuda aqui.
Ele chegou achando que era pra ajudar com os pesos. Ela virou de costas, jogou o cabelo pro lado, segurou o top na frente e puxou de um jeito bem safado, deixando ele ver bastante dos seios dela. Ele:
— Claro, amarro sim.
Ela me contou depois que sentiu aquelas mãos enormes no pescoço dela, quentes, firmes… arrepiou inteira. Ele até brincou:
— Nossa, arrepiou.
Ela disfarçou, rindo:
— Nossa, é o ar-condicionado. Com um sorriso no rosto
Ele terminou de amarrar e falou:
— Prontinho, Ana.
Ela:
— Obrigado, Pedro.
Ele respondeu sorrindo com uma cara de safado pra ela.
— Se precisar novamente pode me chamar estou a disposição.
Nisso ela me mandou mensagem contando tudo o que tinha acontecido. Eu já fiquei doido em casa, pau latejando só de imaginar aquela cena: o negão alto com as mãos enormes pegando no pescoço dela e deixando arrepiada e olhando os seios da minha mulher. A Ana me mandou outra mensagem:
— Amor, o que que pode rolar aqui que você não vai ficar bravo?
Eu respondi na hora, já excitado pra caralho:
— Amor, rola o que você quiser, desde que com cuidado. Não tem limites pra mim. Mas por que você tá me perguntando isso agora?
Ela respondeu, visivelmente ligada:
— Nossa, que na hora que ele amarrou o top eu fiquei extremamente arrepiada… tô molhada pra caralho aqui, amor.
Eu:
— Nossa, cuidado com esse tesão todo, hein? Mas depende do que rolar aí, só toma cuidado.
Ela:
— Tá bom.
Aí ela terminou de treinar e, como sempre, eles foram fazer abdominal. O lugar era mais reservado, não pegava muito a câmera, então o recepcionista não conseguiria ver. Os dois deitaram no chão, um do lado do outro. Até que ele tocou no assunto:
— É aquela hora que eu amarrei seu top, que você ficou toda arrepiada, né Ana?
Ela:
— Fiquei…
Ele:
— Eu também fiquei com o que eu vi.
Ela, se fazendo de boba:
— Mas o que que você viu?
Ele:
— Seus peitos. Você fez de propósito, né? Só pra me provocar, você não vale nada.
Ela:
— Ah é? E o que que você achou?
Ele:
— Melhor do que eu imaginei. Pena que fiquei com vontade de pegar, mas não pode.
Ela, deitada no colchonete com aquele olhar safado, respondeu baixinho:
— Quem disse que você não pode? Põe a mão aqui.
No mesmo momento ele foi com a mão enorme em direção ao peito dela. A Ana me contou depois que aquela mão dele quase cobriu os dois seios juntos. Devagarinho ele foi enfiando por baixo do top. Na hora que ele tava quase com a mão inteira apertando os peitos dela, e ela sentia a bucetinha pulsando e molhada com vontade que ele continuasse, o recepcionista apareceu (com certeza tinha olhado pela câmera e ficou curioso já que não viu eles nas imagens). Ele tirou a mão rapidamente. A Ana acha que ele viu alguma coisa. Ficaram um pouco sem graça. Ele disfarçou perguntando alguma coisa pro Pedro sobre o jogo que aconteceria na próxima semana.
Aí a Ana disse que já tinha terminado o treino, levantou e depois me contou tudo o que tinha acontecido quando cheguei. Eu fiquei extremamente com tesão em casa, pau latejando só de imaginar a cena: aquele negão alto com a mão enorme quase cobrindo os dois seios naturais e maravilhosos da minha mulher. Ana me contou que ficou molhada pra caralho na hora, a bucetinha latejando só com o toque dele.
E realmente, naquela noite a gente transou feito louco. Eu metia nela imaginando o Pedro pegando nos peitos dela, e ela gemia alto, safada:
— Amor… ele quase pegou meus peitos todinhos… a mão dele era tão grande… eu fiquei encharcada…
Respondi:
— Já imaginou ele com aquelas mãos segurando seu pescoço enquanto te come bem gostoso ?
— Estou imgaginando isso agora amooor. Disse ela com a voz de quem já estava prestes a gozar.
O Pedro mandou mensagem depois dizendo que o Paulo (o recepcionista, amigo dele) tinha visto ele com a mão nos peitos dela. Ela perguntou o que ele tinha falado. Ele respondeu que disfarçou, falou que tava só ajudando com o abdominal, que o Paulo viu “coisa demais”. Mas ficou meio desconfiado. A Ana não ligou porra nenhuma, respondeu pra ele:
— Ah, deixa ele pensar o que quiser…
E o Pedro mandou a última mensagem:
— Boa noite. Gostei muito do treino de hoje, viu?
Ela respondeu com um coraçãozinho, já bem safada.
Depois, na quarta-feira eles se encontraram de novo na academia. O clima já tava bem mais quente. Na outra sexta a Ana não foi. E noo sábado, eu e ela decidimos ir pra um motel com hidromassagem pra relaxar. Enquanto a gente tomava vinho, ela tava conversando com o Pedro pelo Instagram. Eu, já com aquele tesão de corno subindo, falei pra ela:
— Por que você não chama ele pra vir aqui hoje?
Ela riu, nervosa:
— Ah, ele não vem não, tá doido? Ele não tem coragem nunca aceitaria.
Eu insisti, pau já duro:
— Ué… a gente não vai perder nada. Só chama e vê se ele quer vir.

Ela levantou animada deixou a taça de vinho do lado e pegouo celular e mandou a mensagem pra ele: “Está dormindo?”.
Ele respondeu rápido: “Oi”.
Ela escreveu, já com aquele tom safado:
— Sei que vai ser estranho, mas não se assuste. Eu e meu marido estamos aqui num hotel. Você não quer vir tomar um vinho aqui com a gente?
Ele não acreditou na hora e respondeu brincando:
— Ah, tá nada, capaz cê tá dormindo.
Ela respondeu na hora:
— Não tô, tô aqui.
Daí, pra deixar ele maluco, primeiro ela mandou uma foto nossa dois brindando com taça de vinho. Continuaram conversando um pouco. Aí ela olhou pra mim, nervosa mas excitada, e perguntou:
— Amor, mas e se ele aceitar?
Eu, já com o pau duro só de imaginar o negão chegando no motel pra comer minha mulher, respondi:
— Não tem problema, eu peço a liberação na portaria do motel e falo pra ele entrar. Só ele falar o número do quarto, tem garagem de duas vagas.
Aí ela, pra provocar ele de vez, mandou uma foto extremamente sexy: ela de quatro na cama, de lado, corpo todo nu, bundinha empinada, só com o cabelo caindo no rosto. Sem mostrar a cara, mas mostrando bem o corpo gostoso dela. Mandou pra ele.
Ele visualizou e respondeu quase imediatamente:
— Nossa, é verdade mesmo… Assim eu não resisto, eu vou!
E ele topou vir pro motel.
Aí na hora ela olhou pra mim com os olhos brilhando e falou, quase tremendo de tesão:
— Amor, ele vai vir…
Eu respondi, já com o coração acelerado e o pau latejando:
— É nada…
Ela disse tomando mais um gole de vinho:
— Ai, tô nervosa pra caralho…
Eu:
— Ué, você não queria?
Ela:
— Sim, mas eu achei que ele não ia aceitar… tô molhada só de imaginar.
Eu:
— Nossa, como assim? Já já ele tá vindo aí. Relaxa e aproveita.
A gente ficou ansioso pra porra. Quase matamos a garrafa de vinho de tanta expectativa. Meu pau não baixava, eu ficava imaginando aquele negão alto entrando no quarto e vendo minha mulher pelada. Até que ele mandou mensagem com uma foto mostrando que tava na porta do motel.
Eu já fui pra perto da garagem, abri pra ele entrar. Ele estacionou, fechamos a garagem. Cumprimentei ele tentando disfarçar meu tesão:
— E aí, tudo bem?
Ele, visivelmente nervoso:
— Tudo bem… Cara, que loucura isso aqui.
Eu falei, tentando acalmar ele (e me acalmando também):
— Velho, relaxa. Ela tá mó afim de você. Fica tranquilo, não tenho ciúmes. Vamos aproveitar a noite com ela.
Aí o cara confessou que nunca tinha feito isso na vida. Eu só mostrei a porta do quarto e falei:
— Cara, entra aí e relaxa.
Ele era realmente alto pra caralho, muito alto. Entrou no quarto. A hora que ele abriu a porta, parou estatelado, olhos arregalados. Ana estava lá, usando apenas um salto alto, pelada, fazendo uma pose safada em pé próximo à cama, bundinha empinada, seios naturais pra cima, olhando pra ele com cara de puta.
Ele ficou parado, sem reação, e falou baixinho:
— Meu Deus… que mulher gostosa…
Ana sorriu safada e provocou com aquela voz manhosa que eu adoro:
— Você não disse que queria me ver pelada? Vem aqui ver de perto.
Ele lentamente foi se aproximando dela, devorando cada centímetro daquele corpo gostoso com os olhos. Chegou bem perto, colocou aquelas duas mãos enormes nos seios naturais dela, apertando devagar, sentindo o peso e a maciez. Ficou olhando pra cara dela, quase sem acreditar. Ana olhou pra ele com aqueles olhos de puta e falou baixinho, provocante:
— Você gosta deles, né, Pedro?
Ele sussurrou, voz rouca de tesão:
— Sim… são lindos pra caralho.
Abraçou ela com força, quase tirando ela do chão. Ana com seus 1,62m parecia uma bonequinha nos braços daquele negão enorme de quase 2 metros. As mãos dele grandes passeavam pelas costas peladas, desceram pra bunda, apertaram as coxas, envolveram aquela cinturinha fina — a mão dele quase fechava toda em volta da cintura dela. Que contraste louco, que tesão ver minha mulher tão pequena sendo dominada daquele jeito.
Ele começou a beijar ela com fome. Aqueles estalos de beijo molhado ecoavam no quarto. A mão enorme dele apertando a bunda dela, subindo pela coxa, explorando tudo. Ana gemia baixinho no beijo, se entregando enquanto ele já com o dedo colocava na buceta dela que já devia estar extremamento molhada. Eu só observava sentado, pau duro pra caralho, coração acelerado, aquele ciúme gostoso queimando no peito junto com um tesão insano.
Finalmente… a Ana ia ser dominada de verdade por um negão.
Ela tirou a camisa dele bem devagar, dando pausa entre os beijos molhados, como se quisesse saborear cada segundo. Depois desabotoou a calça dele, abaixou tudo, deixando ele só de cueca. O volume era absurdo. Ana segurou aquele pau por cima da cueca, apertando bem forte, sentindo o calor e a grossura latejando na palma da mão. Ela olhou pra mim com cara de puta safada e falou pra ele, voz manhosa:
— Deita na cama, Pedro… quero chupar bem gostoso esse pauzão.
Ele deitou. Quando abaixou a cueca, aquele pau preto imenso saltou pra fora, pesado, balançando. Ele tinha falado que tinha 23 centímetros, mas na real parecia maior. Cabeça rosada brilhante contrastando com o preto, grossa, e o pau ia engrossando cada vez mais até a base — uma grossura absurda, uma coisa que eu nunca tinha visto na vida. A Ana arregalou os olhos, segurou com as duas mãos e soltou um gemido rouco de tesão:
— Meu Deus… que pau imenso… Nossa, que delícia, Pedro… bem que falavam que você era três pernas…
Ele riu, orgulhoso:
— É, falaram pra você, Ana?
Ela, com os olhos brilhando:
— Sim… e eu fiquei muito curiosa pra ver se era verdade.
Devagarinho ela começou a chupar aquela rola, tentando se acostumar com o tamanho. Tentou fazer garganta profunda, brincando, mas mal chegou na metade e já engasgou. Tirou o pau da boca babando e riu, safada:
— Meu Deus, não dá não… vou ter que chupar só a cabeça por enquanto.
E voltou, chupando a cabeça rosada com vontade, lambendo em volta, babando tudo. Olhou pra mim com cara de vadia e falou:
— Olha amor… pra bater punheta pra ele tem que ser com as duas mãos e ainda sobra…
Mostrava pra mim enquanto batia punheta com as duas mãozinhas, usando a boca para abocanhar aquela cabeça enorme. O barulho molhado da boca dela era alto. Ele gemia:
— Que delícia de chupada… que boca gostosa pra caralho…
De vez em quando ele mandava ela lamber as bolas. O saco dele era imenso, pesado, combinando com o tamanho do pau. Ana segurava aquelas bolas grandes, chupava uma por uma, lambia a base grossa. Mal conseguia fechar a boca em volta daquela grossura. Ela falava, safada:
— Ai, dá vontade de morder…
E ficava dando mordidinhas leves embaixo do pau, naquela grossura toda. Que delícia ver ela chupando aquele pauzão preto com tanta vontade. Eu já tava a ponto de gozar só de olhar, me segurando com dificuldade. E a noite mal tinha começado.
Me aproximei da bucetinha dela pra poder chupar enquanto ela mamava o comedor. Nossa, que visão… A Ana de quatro, boca cheia com aquele pauzão preto, babando tudo, e a bucetinha dela bem na minha cara, inchada, vermelhinha e pingando pra caralho. Antes mesmo de chupar, passei um dedo na entrada — estava encharcada, melada, escorrendo. Com certeza ela já estava imaginando sentando naquela rola preta enorme.
Comecei a chupar com vontade, lambendo o grelo duro, enfiando a língua fundo. O cheiro forte de buceta molhada meu nariz. Ana gemia alto, abafado pelo pau na boca, o corpo tremendo inteiro. Imagine a sensação que ela estava tendo: sendo chupada gostoso pelo marido enquanto mamava uma rola preta gigantesca, realizando aquela fantasia safada dela. Tava em êxtase total.
O corpinho dela quente, pele dourada brilhando de suor, tremendo em cada lambida que eu dava. A bucetinha pulsando na minha boca, cada vez mais molhada, como se já estivesse implorando por rola. Enquanto isso ela chupava o Pedro com fome, fazendo barulho molhado, babando no pau dele. Eu sentia o ciúme queimando no peito, mas o tesão era muito maior. Ver minha mulher tão safada, tão entregue, mamando um negão enquanto eu chupava ela… era perfeito.
Até que ela se virou pra mim, olhos brilhando de tesão, e falou com aquela voz manhosa de puta:
— Amor, pega uma camisinha pra gente… quero sentar nesse pau agora.
Eu peguei a camisinha e entreguei pra ela. Ana, safada, deu pra o Pedro. Ele abriu e começou a colocar. A camisinha mal chegou na metade daquele pau imenso, ainda ficou uma parte enorme pra fora, latejando. Eu, nervoso e excitado, falei:
— Puxa tudo pra baixo essa camisinha.
Ele tentou:
— Eu já puxei, não vai mais…
Começamos a rir da situação. Ana olhou pra aquele pauzão com a camisinha ridiculamente pequena e falou, mordendo o lábio:
— Meu Deus, que delícia… nem cabe direito… Será que vai caber na minha bucetinha apertadinha?
Pedro, com aquela voz grave, respondeu:
— Senta nele, Ana… vamos ver até onde você aguenta sentar.
Ela passou a perna por cima daquele corpo enorme dele. Aquele contraste era de foder a cabeça: um negão de quase 2 metros deitado na cama e minha esposa pequenininha, 1,62m, 56kg, subindo em cima dele. Uma imagem que eu nunca vou esquecer na vida minha esposa nunca seria a mesma depois daquele dia. O ciúme apertou meu peito forte, mas o tesão era maior. Meu Deus, ele vai acabar com a minha mulher… e sinceramente, ele acabou. Ela já tinha pegado alguns dotados, a gente brincava que ia arrombar a bucetinha dela, mas naquele dia eu percebi que ia ser de verdade. Aquele pau imenso, grosso daquele jeito, iria arrombar a buceta da minha Ana.
Ela se posicionou com jeitinho, primeiro pincelando aquela cabeça rosada grande na entrada da bucetinha pequenininha dela. Foi descendo devagarinho. Ai, nossa… Ele falou, gemendo:
— Ana, sua buceta é muito apertadinha… tá sentindo o pauzão abrindo ela?
Ela, já com a voz rouca:
— Eu tô, Pedro… vai me arrebentar esse pau gostoso… Nossa, o pau dele é duro mas é macio pra sentar ao mesmo tempo…
Eu perguntei, quase sem voz:
— É, amor? O pau dele é macio?
Ela respondeu, descendo mais um pouco:
— É gostoso pra caralho… é duro, mas macio…
E foi sentando cada vez mais. Aquele barulho molhado da bucetinha dela era obsceno, alto, molhado pra porra. Ela subia e descia devagar, rebolando, acostumando com o tamanho. Mal tinha entrado a cabeça ainda e ela já gemia alto, tremendo.
Ele segurou com aquelas mãos enormes a bunda dela, arreganhando mais ainda aquela bucetinha pequenininha. Dava pra ver claramente aquele contraste insano: a tora preta imensa enfiada na bucetinha rosada e apertada dela. Cada vez que ela levantava um pouco, a pele dela sugava o pau devagar, como se não quisesse soltar. Ele abriu mais a bundinha dela e fez força pra baixo. Ana gritou alto:
— Ai! Ai, minha buceta, caralho!
Ele apertava ela pra baixo sem dó. Até que a camisinha inteira sumiu pra dentro daquela bucetinha. Aquela grossura toda. Eu falei, quase sem voz:
— Nossa, aí ó… agora já foi, a camisinha inteira já entrou pra dentro.
Ela gemeu rouca. Ele riu e falou:
— É, você tá vendo aí certinho? Ó, vou enfiar mais um pouquinho…
Ela:
— Ai, calma, eu não aguento…
Mas ele, sem dó nenhuma, enfiou mais um pouco. Mais daquela grossura toda pra dentro. Ana gritou:
— Ai, eu não aguento… eu não aguento tudo, calma…
E começou a subir e descer devagar, deslizando, sentando com muita vontade, rebolando naquele pauzão. Demorou bastante pra ela dar a primeira gozada forte naquele pau preto enorme. Que tesão ver ela tremendo inteira.
Eu pedi, louco pra ver:
— Amor, levanta um pouco pra mim ver como que tá a bucetinha.
Ela levantou devagar. A buceta já tava bem arreganhadinha, inchada, vermelha. Ela perguntou, ofegante:
— Como que tá, amor?
Eu respondi, babando:
— Nossa, amor… já tá bem arrombadinha já…
Ela sorriu safada:
— E vai ficar mais… vai arrombar mais ainda…
Eu:
— É?
Ela:
— Aham…quero sentar nesse pau até o final.
E voltou a sentar nele. Começou a aumentar a velocidade, sentando cada vez mais forte. Aquele barulho molhado de sexo ecoava forte dentro do quarto de motel — plaft, plaft, plaft — a bucetinha dela batendo na base grossa do pau dele. Ele gemia, agarrando os seios dela com força. Ana delícia, rebolando, falando sem vergonha:
— Ele tá preenchendo ela toda… nunca senti tão preenchida… esse pau tão gostoso tá acabando comigo…
Ela aumentava o ritmo, sentando com vontade, rebolando fundo. Até que ele segurou forte na cintura dela e fez ela parar:
— Espera… espera que eu vou gozar, gostosa do caralho… olha o seu negão como goza.
Ele segurou o corpinho dela parado em cima daquele pau e gozou forte. Ana levantou um pouco pra conferir a camisinha:
— Olha, amor… encheu toda a camisinha esse safado…
E já voltou a sentar de novo segurando firme nele e colocando de volta na buceta. O pau dele continuava duro e ela continuou cavalgando. Cada sentada fazia vazar um pouco daquela porra grossa. Nossa, aquilo me deu um tesão absurdo. Eu peguei na bunda dela e comecei a forçar pra ela sentar mais ainda, pra aquela bucetinha chegar até onde tinha escorrido a porra dele. Ela não conseguia sentar mais fundo, mas eu forçava. Eu falava:
— Vai, amor… senta mais um pouquinho…
Ela, com voz manhosa de puta:
— Eu não aguento, amor… é muito grosso… tá arregaçando minha buceta…
E ela sentando, sentando, rebolando. Tudo que eu queria era que ela sentasse fundo e chegasse até aquela porra quente que tava saindo daquele comedor. Ele hora segurava a cabeça dela e beijava depois chupava seus seios enquanto ela gritava de prazer.
Ela, sem tirar o pau da bucetinha, se agachou sentada nele. Pediu pra ele dar as mãos pra ela, pra se apoiar enquanto sentava ela ali peladinha ainda de salto alto agachada naquele pau enorme. Meu Deus… Aí que o barulho aumentou de verdade. Ela agachando naquele pauzão com tanta vontade, descendo forte. Flap, flap, flap, flap, flap — o barulho molhado da bucetinha batendo na base grossa dele ecoava alto no quarto. O cheiro gostoso de sexo tomou conta de tudo: buceta molhada, porra, suor e o perfume doce da Ana. Perfeito.
Eu vendo ela sentada daquele jeito, rebolando fundo, o corpinho pequeno engolindo aquele pau preto enorme… não aguentei. Dei uma gozada imensa, jorrando sem nem encostar direito no meu pau. Fui me limpar rapidinho para não perder nada. Quando voltei, o pau dele tava todo branco, melado. A camisinha tinha descido mais pra baixo. Cheguei mais perto e reparei: a camisinha tinha estourado. Mas por alguns minutos eu não falei nada, fiquei só olhando, pau já endurecendo de novo. Ela continuava sentando na pele, sem camisinha.
Daí eu avisei:
— Amor… a camisinha estourou.
Ela parou por um segundo e falou:
— É?
Levantou devagar, arrancando aquele pauzão. Fez aquele barulhinho molhado quando saiu da bucetinha dava para ver como ela já estava toda abertinha. A camisinha realmente tava destruída. Ela falou, ainda ofegante:
— Ai, pega outra pra mim, amor.
Eu falei:
— Ah amor, agora não precisa… você já sentou sem mesmo.
Ela:
— Não tem problema, né?
Eu:
— Não tem.
Aí o Pedro olhou pra ela com fome e falou:
— Pode sentar, Ana… pode sentar nele sem camisinha.
Ela pegou, tirou o resto da camisinha que ainda tava no pau dele, posicionou aquela cabeça grossa na bucetinha e sentou novamente. Soltou um gemido longo:
— Ai… Nossa, agora sim… queria tanto.
E voltou a sentar, agachando forte, sem parar. Naquele momento o tesão ficou a mil. Negão comendo ela sem camisinha, pele com pele. Que puta safada estava minha mulher. Liberou tão fácil assim, sua vagabunda. Mil coisas passavam na minha cabeça: ciúme, tesão, humilhação gostosa. Enquanto minha esposa se acabava sentada naquele pauzão. Dava pra ver que cada vez ela aguentava sentar mais fundo.
— Tão gostoso dar a buceta pra você Pedro. Ela falou olhando pra ele.
— Vai querer dar sempre pra mim agora.
— Sim vai ser meu comedor.
De repente ele falou:
— Ana, fica de quatro agora. Quero te comer de quatro.
Ela se posicionou rapidinho na beirada da cama. Ele enfiou aquele pau imenso de uma vez. Depois mandou:
— Vai, Ana, chupa seu marido também agora. Vai levar rola na buceta e na boca.
Eu me aproximei. Ela já bocanhou meu pau com vontade. Enquanto isso ele perguntava, socando forte:
— Cê gosta, Ana, de levar pau na buceta e na boca ao mesmo tempo?
Ela, com a boca cheia, respondeu com voz manhosa e abafada:
— Eu amo… ainda mais um pauzão assim igual o seu, Pedro… gostoso e preto… eu adoro levar na buceta enquanto chupo meu marido…
Meu Deus, que tesão. Meu pau já estralava de novo. E ele socando fundo naquela bucetinha. De vez em quando ele tirava um pouco pra mostrar:
— Olha aqui, ó… quanto que eu tô enfiando na sua mulher…
Mostrava a marca molhada no pau. Realmente, eu não sei como ela aguentava tudo aquilo.
— Que mulher gostosa, e puta quem ve esse rostinho lindo nem imagina que gosta de levar rola do negão enquanto chupa outra pica. Pedro falou enquanto batia na bunda dela.
Ana falou, com a voz rouca e quebrada de tanto prazer:
— Nossa… ele vai acabar com a minha buceta… cê tá me arregaçando toda, Pedro… que pauzão gostoso do caralho…!!!
Eu segurava a cabecinha dela com firmeza enquanto ela fazia uma chupada maravilhosa pra mim, se deliciando na minha pica, babando tudo. Ao mesmo tempo o negão socava fundo e forte por trás, fazendo o corpinho dela balançar. O barulho molhado da bucetinha dela era alto pra caralho.
De repente ele tirou todo aquele pau enorme de dentro dela, com um barulho molhado obsceno. Mostrou pra mim, jogou em cima da bunda dela e falou orgulhoso:
— Olha o tanto que eu enfiei na buceta da sua mulher…
Dava pra ver claramente a marca molhada até onde o pau dele tinha entrado. Eu, louco de tesão e ciúme, respondi:
— Coloca mais… ela aguenta mais.
Ana, ainda ofegante, gemeu:
— Não aguento não, amor… tá acabando com a minha buceta…
Eu insisti, voz rouca:
— Ela aguenta sim… pode pôr.
Ele pegou, enfiou aqueles dedos enormes na bucetinha dela e mostrou pra mim — o dedo saiu todo branco, melado de porra dela (ou dele, ou misturado). Depois posicionou o pau novamente na entrada e, ao mesmo tempo, enfiou um dedo grosso no cuzinho dela. Ana soltou um grito alto:
— Ai, filha da puta! Enfiando o dedo no meu cu também…
Aquela cena me deu um tesão absurdo. Ver o pauzão preto enorme enfiado na bucetinha dela e aquele dedo imenso (quase do tamanho de um pau) no cuzinho apertado… Ele começou a socar os dois buracos ao mesmo tempo. Ana tremia inteira.
Ele perguntou, metendo forte:
— E assim, Ana? Cê gosta? Comendo sua buceta, seu cu e sua boquinha ao mesmo tempo?
Ela, com a boca cheia do meu pau, respondeu manhosa e safada:
— Eu amo… é muito gostoso… não para, não para… me fode os dois buracos, Pedro…
Ele aumentou o ritmo, socando mais forte, enfiando o dedo fundo no cúzinho dela. Até que ele chamou:
— Vem aqui.
Tirou o pau da bucetinha dela e mandou eu ir do lado dele. Pediu pra eu enfiar meu dedo na bucetinha e no cu dela. Fiz o que ele mandou. Ele:
— Vai agora, enfia no cu dela.
Eu enfiei o dedo no cuzinho apertadinho dela enquanto ele colocava o pauzão de novo na bucetinha. Dava pra sentir o pau dele entrando, grosso, pulsando, e meu dedo mexendo no cú dela. Que tesão insano. Ana gozou forte naquela posição, apertando tudo, gemendo alto:
— Não para, meu Deus do céu… que tesão… ai, como você come gostoso, Pedro… você come gostoso pra caralho…
Ele respondeu metendo sem parar:
— Eu tô comendo gostoso e seu marido tá enfiando o dedo no seu cu… cê tá gostando, vadia?
Ela, quase sem voz:
— Eu tô amando… não para…
Ele fazia eu socar mais fundo no cu dela com o dedo. Eu nunca tinha feito aquilo daquele jeito, mas que tesão do caralho. Nossa, aquele cuzinho dela apertado, nunca tinha enfiado o dedo tão fundo.
Pedro tirou novamente o pau da buceta dela para msotrar a porra dela por toda aquele pau, o corpo dela ainda continuava tremendo forte, as pernas fracas. Mas o Pedro não deu nenhum espaço pra ela respirar. Segurou firme na cintura dela e começou a socar forte novamente, fundo, sem piedade. Ana gritava rouca:
— Meu Deus… eu nunca senti um pau me comendo desse jeito… me preenchendo tão fundo… Ai, Pedro, eu quero sentir ele inteiro na minha buceta… cê vai enfiar ele todo em mim?
Pedro respondeu gemendo, metendo sem parar:
— Vou sim… sua buceta é muito apertadinha, mas eu tô tentando… vou arrombar ela toda.
Ela, voz manhosa e safada:
— Isso… mas não para de me comer não, tá bom? Me fode… me usa…
Ele aumentou o ritmo, segurando forte na cintura dela, socando cada vez mais fundo.
— Então toma, Ana… sua gostosa… sua puta gostosa…
Ana respondia gemendo alto, entregue:
— Isso… me come igual uma puta que eu sou… igual eu mereço… vai, soca mais forte… arromba essa bucetinha que é sua hoje…
Ele socava cada vez mais fundo, enfiando aquela rola imensa. Eu assistia tudo de perto, sentindo uma mistura louca de ciúme, humilhação e tesão absurdo. Ver ela sendo dominada daquele jeito, tão entregue pro comedor, pedindo pra receber todo aquele pauzão preto inteiro dentro da bucetinha… Nossa, ela tava com um tesão absurdo, e eu mais ainda. Meu pau latejava só de olhar.
De repente ele arrancou todo aquele pau enorme de dentro dela, começou a bater punheta rápida e jorrou porra grossa e quente na beiradinha da bucetinha e na bunda dela . Ele gritava de prazer:
— Ai! Ai, que gozada maravilhosa… sente a minha porra quentinha…
A porra grossa pingava, escorrendo pela bucetinha inchada. Aquele pauzão preto cuspindo sem parar. Assim que terminou, ainda pingando, ele enfiou de novo pra dentro dela. Ana gritou de prazer:
— Ai! Isso… mete gostoso agora, vai…
Ele começou a enfiar a porra toda pra dentro novamente, usando o pau como êmbolo. Com o dedo ainda enfiava porra pro cuzinho dela. Eu falei, quase sem voz:
— Amor… ele tá enfiando toda a porra dentro do seu cuzinho…
Ela, gemendo como uma vadia:
— Eu tô sentindo… além de enfiar na minha buceta, tá enfiando no meu cuzinho também, né seu safado? Vai… me come gostoso…
Ele começou a socar ainda mais forte depois de gozar. Pela segunda vez aquele pau enorme continuava duro como pedra. Ele falou, ofegante:
— Nossa, eu tô morrendo de tesão por essa mulher… não consigo parar de comer…
Eu respondi, voz rouca:
— Mas não para não, Pedro… come… come que ela quer te dar.
Ana, quase delirando:
— Isso… não para não, Pedro… me come… me arregaça toda…nunca fui comida por um pau igual ao seu.
De repente ele pediu pra ela se levantar. Pegou ela no colo como se ela fosse uma boneca de pano. Aqueles 56kg no colo daquele negão alto e forte… Ana ficou segurando firme no pescoço dele, braços cruzados, se agarrando como podia. Enquanto ele, com aqueles braços musculosos e mãos enormes, segurava o corpinho dela no ar, abrindo bem a bundinha. Não teve dificuldade nenhuma pro pauzão encontrar o caminho da bucetinha dela novamente.
Mas ali, naquela posição de pé no colo, parecia que entrava ainda mais fundo. Ele deixava a gravidade fazer o trabalho, soltando o corpo dela devagar em cima daquele pau imenso. O corpinho dela ia descendo, engolindo centímetro por centímetro. Quando sentia que tava entrando demais, Ana apertava mais forte no pescoço dele e gemia alto:
— Ai, Pedro… nessa posição cê vai rasgar minha buceta…
Ele, com aquela voz grave e safada:
— Não é assim que você quer?
Ela, já com cara de vadia completa:
— É… ai… me rasga inteirinha… vai… enfia esse pauzão todo na minha buceta… Enquanto ela beijava o pescoço dele.
Eu ali sentado, punhetando louco, vendo tudo de perto. A bunda dela totalmente aberta, o pauzão preto desaparecendo dentro dela. Ele segurava ela com aquelas mãos grandes e fazia ela subir e descer. Enfiava quase inteiro, depois fazia força pra o pau sair devagarinho da bucetinha. Fazia um barulho molhado obsceno — pleft — quando saía. Depois enfiava de novo, quase inteiro. Parava, deixava o pau escapar sozinho de novo. Aquilo parecia que ia arregaçando ela de verdade. Cada vez que o pau saía, ela gritava:
— Ai… caralho…coloca novamente
E ele já enfiava de novo, repetindo o movimento. Ficou assim por longos minutos, judiando da bucetinha dela. Ana delirava:
— Isso tá me arregaçando… eu tô sentindo… tá abrindo minha buceta toda… tá judiando de mim, meu Pedro… que delícia… vou arregaçar essa bucetinha pra você… soca tudo…
Ele continuava, cada vez que o pau escapava o barulho aumentava porque ela tava cada vez mais molhada e gozada. E foi assim, dessa forma bruta e gostosa.
Até que ele deitou ela na cama, colocou ela debaixo dele e deitou por cima. O corpinho dela quase desapareceu debaixo daquele corpo grande e pesado. Ele começou a socar como um comedor louco de tesão, segurando ela firme entre os braços e dando estocadas fortes e profundas. Eu via aquele pau enorme desaparecendo cada vez mais na bucetinha dela. Até que ele falou pra mim, orgulhoso:
— Olha… só as bolas de fora…
Eu olhei realmente: só aquelas bolas enormes batendo do lado de fora da bucetinha dela. Ana com as pernas pra cima, segurando no corpo dele, gritando:
— Ai… eu tô sentindo… meu Deus do céu… tá me arrebentando… que pau gostoso, Pedro… me come assim… vai… goza dentro de mim com esse pau enterrado na minha buceta…
Ele, socando sem parar:
— Cê quer que eu goze com ele inteiro dentro da sua buceta?
Ela, quase chorando de prazer:
— Eu quero… quero que goze lá no fundo do meu útero…
Ele começou a socar mais forte ainda. Mal conseguia beijar a boca dela por causa do tamanho, mas segurava ela bem firme. E metia aquele pauzão enorme, enorme. Até que ele avisou:
— Cê quer que eu goze?
Ela implorou:
— Eu quero… eu quero, Pedro…
Ele:
— Então toma… eu tô gozando…
Ela abriu mais as pernas. Ele enfiou ainda mais fundo aquele pau imenso e gozou forte dentro dela. Ana gemia:
— Ai… gozei… gozei junto…me enche de porra meu gostoso.
Ele foi tirando o pau devagarinho pra eu poder ver tudo. Arrancando centímetro por centímetro. Demorou uns segundos até a primeira porra grossa começar a escorrer da bucetinha dela. Que tesão. Eu dei uma lambida na hora. Não deixei que nenhuma porra saísse. Falei, limpando ela:
— Pronto, amor… não deixei que nada saísse… ficou tudo aí dentro da sua bucetinha…
Ela, depois disso, se deitou de bruços, exausta, bundinha pra cima, respirando pesado. Gemeu fraca:
— Ai… agora eu morri… Nossa, acabou comigo, Pedro… esse pauzão me destruiu…
Ele foi rápido pro banheiro. Eu mostrei meu pau duro pra ela, latejando de tesão. Falei:
— Nossa, amor… eu tô louco pra te comer agora…
Ela, ainda com a voz rouca:
— Já cê come, meu amor… deixa eu recuperar um pouco… minha buceta tá ardendo pra caralho…
Eu respondi, me controlando:
— Tá bom, meu amor… vou esperar minha vez.
De repente o Pedro saiu do banheiro, viu ela deitada com aquela bundinha empinada pra cima e não pensou duas vezes. Foi até a beirada da cama, pegou o lubrificante do motel, despejou bastante no pauzão dele e começou a bater punheta pra espalhar tudo. Sem falar nada pra ela. Depois jogou lubrificante direto na bucetinha dela, que ainda tava aberta e pingando. Ana ficou em silêncio, só observando, o corpo tremendo e fingindo que nada estava acotecendo estava lá entregue a ele. Eu também só olhava, sem acreditar. Ela tinha acabado de falar que precisava de um tempo, que a bucetinha tava ardendo… e ele já ia comer ela de novo? Como assim?
Depois de lubrificar bem, ele enfiou um daqueles dedos enormes na bucetinha dela. Ana se contorceu inteira. Ele mexeu, verificando se tava bem molhada. Já se posicionou em cima dela e cravou aquele pauzão dentro da bucetinha com ela de bruços. Ana levantou as pernas na hora, agarrou o colchão e gritou:
— Ah… ai… peraí…
Ele, com voz dominante:
— Cê achou que já tinha acabado? Você não falou que queria que eu enfiasse tudo? Agora que eu enfiei, eu não vou parar.
Ana, quase chorando de prazer e dor, implorando:
— Vai então… me come… não para não, Pedro… me come…pau gostoso do caralho !!!
Ela falava como uma vadia desesperada. Ele, naquela posição de bruços, começou a socar forte. Nessa posição entrava tudo. Ele levantava a bunda dele, tirava quase o pau inteiro e deixava o peso do corpo cair, socando até o talo. Cada estocada demorava um segundo e depois batia forte na bunda — bafo. Ana gemia alto:
— Ah… ai, minha buceta, caralho… cê tá acabando com ela… come… come… eu sou toda sua… essa buceta é toda sua hoje… então come!
Ele comia ela sem piedade. Ana esticou a mão pra mim, segurou forte. Parecia que pedia ajuda, mas ao mesmo tempo queria mais. Eu tirei o cabelo do rosto dela. Aquela cara de dor, sofrimento e prazer misturados era linda. Eu falei, sentindo o ciúme queimando:
— Nossa, amor… agora mesmo cê não quis me dar… e tá aí levando rola de novo…
Ela, gemendo:
— Ai, amor… cê viu? Ele enfiou sem avisar… já já cê me come, tá bom? Prometo que deixo você me comer um pouquinho depois…
Eu respondi, voz rouca:
— Tá bom, amor… pode dar pra ele bem gostoso… eu sei que você quer dar pra ele.
Ela, sem vergonha nenhuma:
— Eu quero… eu quero dar pra ele… sempre quis…
Ele segurou no cabelo dela e puxou:
— Cê sempre quis dar pra mim, é? Sua puta…
Ela respondeu gemendo:
— Sim… sempre quis dar minha buceta pra você, Pedro…
Ele começou a socar, socar, socar aquele pauzão. Ana gozou de novo, tremendo inteira:
— Ai… eu tô gozando de novo… tô gozando, Pedro, com esse pau gostoso… sente minha porra nesse seu pau…
Ele não parava. Aumentava a velocidade. Ana ficou largada na cama, sem forças:
— Ai… eu tô sem forças… tô sem forças…
Mas ele continuava metendo, sem parar. Parecia que ela pedia pra ele gozar, porque não aguentava mais levar rola. Ele socava, socava, socava. Finalmente, quando ia gozar, arrancou o pau da bucetinha dela, foi até o rosto dela, segurou no cabelo e mandou:
— Chupa aqui meu pau pra eu gozar na sua boca.
Ana obedeceu feito uma cadelinha obediente. Abriu a boca e engoliu o quanto conseguiu. Ele começou a gozar forte na boca dela. Ela batia punheta, engolindo tudo sem deixar cair uma gota. Mostrou a língua limpinha pra ele, depois pra mim. Ele deu um tapinha na cara dela e falou:
— Isso… era pra engolir tudo mesmo.
Ela continuou chupando, lambendo, tentando tirar mais algumas gotas daquele pau enorme e grosso. Enquanto beija e chupava ele falava.
— Que gosto de pau maravilhoso cheiro de macho gostoso, quero te dar sempre Pedro.
Os dois já estavam exaustos e tinham gozado muito gostoso. Ele agradeceu, deu um beijo bem gostoso na boca dela de despedida, tomou um banho e foi embora.
Ana voltou a se jogar na cama, depois de ter ido pelada abrir e fechar a garagem para ele, bundinha pra cima, o corpo todo marcado e tremendo.Eu levantei da cama e fui conferir pra ver o estrago que aquele negão tinha deixado na minha mulher.
Meu pau já ficou babando na hora. A bucetinha dela estava toda estourada, inchada, vermelha e aberta de um jeito que eu nunca tinha visto. Realmente parecia que tinha sido arrombada de verdade. Eu falei baixinho, passando a mão na bunda dela:
— Amor… você tá toda arrombada… cê não tem noção do estrago que ele fez…
Ela respondeu com a voz fraquinha e manhosa:
— Ai… também? Nunca ninguém me comeu tão gostoso que nem ele, amor… Nossa, minha bucetinha tá ardendo pra caralho…
Quando eu olhei melhor, o cuzinho dela também estava arrombadinho do dedo grosso que ele enfiou. Falei, surpreso:
— Nossa, amor… até teu cuzinho tá arrombadinho… cê acredita?
Ela riu fraquinha:
— Tá, né? Nossa… cê acredita que eu tava com tanto tesão que nem senti dor direito?
Eu enfiei o dedo bem devagar pra sentir. Ela se contorceu um pouco, mas gemeu gostoso. Depois eu perguntei, pau latejando:
— E agora… eu posso te comer?
Ela virou o rosto pra mim, olhar cansado mas carinhoso:
— Pode… mas vai devagar, amor… tô muito sensível.
Eu fui, coloquei meu pau na bucetinha dela, absurdamente arrombada pelo comedor. Estava quente, molhada e bem frouxa. Mas ela reclamou baixinho:
— Ai, amor… tô muito sensível… não aguento forte agora… coloca no meu cú…
Eu fiquei surpreso mas não pensei duas vezes (porque era raro ela liberar o cú assim):
— Sério?
Ela:
— É… vai ter que ser meu cu hoje… minha buceta não aguenta mais… tá ardendo demais. Juro pra você… vai bem devagarinho, tá bom?
Eu:
— Tá bom, meu amor.
Peguei mais lubrificante, passei bastante nela e no meu pau, e entrei bem devagar no cuzinho dela. Bem lentamente, como se fosse pra cuidar dela, pra ela recuperar as energias. Enquanto eu metia devagarinho, conversava baixinho com ela, relembrando da noite, elogiando o quanto ela tinha sido safada e gostosa. Cada vez que eu falava do Pedro ou do pauzão dele, ela gemia baixinho e tocava a siririquinha bem devagar.
Foi um sexo bem gostoso, calmo, tipo namoradinhos. Eu abraçando ela por trás, beijando o pescoço, as costas, cuidando dela. Ela gozou de novo, apertando meu pau no cuzinho. Depois eu gozei forte dentro daquele cu que o Pedro tinha preparado.
E foi uma noite maravilhosa, cheia de tesão, ciúme, entrega e carinho no final.
.

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Ficha do conto

Foto Perfil casalgostoso66
casalgostoso66

Nome do conto:
Arrombada pelo Negão do Vôlei

Codigo do conto:
264323

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
12/06/2026

Quant.de Votos:
2

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