Ficamos um longo tempo naquela posição. Eu debaixo dela no 69, chupando sua bucetinha inchada, enquanto o Bruno metia nela por trás com força.
Ana gemia como uma vadia desesperada. Gemidos altos, roucos, sem controle. Toda vez que ele socava fundo, ela soltava um grito abafado no meu pau. O barulho das bolas dele batendo na buceta molhada dela era constante, forte, molhado. Ploc, ploc, ploc.
Eu tava louco de tesão e ciúme ao mesmo tempo. Mal conseguia me concentrar em chupar ela direito, porque só conseguia prestar atenção no pau torto dele entrando e saindo da minha mulher.
— Não para, Bruno… mete forte… ai, caralho… — ela gemia sem parar.
De repente a voz dela mudou, ficou mais aguda:
— Vai, Bruno! Não para! Eu vou gozar… vou gozar no seu pau!
Ele acelerou as estocadas, segurando firme na cintura dela. Eu vi o momento exato: o corpo da Ana ficou tenso, as pernas tremendo. Eu também segurando próximo a cintura dela sentia os sinais do seu corpo.A bucetinha dela apertou o pau dele e ela gozou forte, soltando um gemido longo e alto.
Quando ele tirou o pau, estava todo melado, branco da porra dela. Eu pedi, quase sem voz:
— Tira um pouco… deixa eu ver.
Bruno tirou o pau devagar e mostrou pra mim. A cabeça grossa brilhando, fios grossos da porra da Ana escorrendo. Foi uma visão que me quebrou.
— Põe de novo… — pedi.
Ele encaixou novamente e voltou a meter. Ana virou o rosto pra ele, gemendo:
— Ai, Bruno… como você me come gostoso… nossa senhora, que pica deliciosa… eu amo essa rola torta… me fode… me fode bem gostoso…
Ele respondeu metendo mais fundo:
— Você gosta, né sua putinha? Gosta dessa rola?
— Eu amo… eu amo pra caralho… continua… não para…
Eu saí de baixo dela. Bruno então deitou a Ana de costas na cama, abriu as pernas dela e se encaixou por cima, naquela posição de frango assado, bem coladinho, como namoradinhos. Ele segurou a bunda dela com as duas mãos e começou a socar com força.
Os dois se beijavam com língua, gemendo na boca um do outro. Ele chupava os seios dela, mordia o pescoço, enquanto metia sem parar. O barulho de pele contra pele enchia o quarto.
Eu só assistia, punheta na mão, completamente hipnotizado com a cena da minha esposa sendo comida daquele jeito tão gostoso e entregue.
Enquanto o Bruno comia a Ana naquela posição de frango assado, os dois não paravam de falar safadeza. Ele metia devagar, mas fundo, colado nela, e sussurrava no ouvido dela:
— Caralho, Ana… que saudade que eu tava dessa bucetinha apertada… passei mais de dois anos pensando nela.
Ela respondia gemendo, quase sem fôlego:
— Eu também… eu também tava com saudade dessa rola torta… você me come tão gostoso… me fode bem fundo, amor…
Eu estava ali do lado, batendo punheta devagar, sentindo um ciúme absurdo misturado com um tesão que quase doía. Ver minha esposa falando aquelas coisas pro meu amigo, toda entregue, era demais.
Depois de um tempo, Ana virou o rosto pra mim, com os olhos cheios de luxúria:
— Amor… agora vem me comer um pouco. Quero sentir você enquanto eu chupo ele.
Bruno saiu de cima dela. Ana ficou de quatro na cama, empinando aquela bundinha perfeita. Eu me posicionei atrás e enfiei meu pau nela de uma vez. Estava absurdamente molhada, quente e aberta do pau do Bruno.
— Olha amor… tá toda arrombada… — falei, segurando a cintura dela.
Ela gemeu alto e já virou pro Bruno, engolindo o pau dele novamente com vontade. Enquanto eu metia nela, ela chupava ele com fome, babando, fazendo barulho. Toda hora tirava o pau da boca pra falar safadeza:
— Ai amor… ele me comeu tão gostoso… olha como minha bucetinha tá… toda melada…
Eu segurei firme na cintura dela e comecei a socar mais forte. O tesão era tanto que não demorei muito. Senti que ia gozar e tirei rápido, jorrando porra pra fora, em cima da cama e nas costas dela.
Ana olhou pra trás, sorrindo safada:
— Por que você gozou fora, amor? Podia ter gozado dentro…
Eu, ainda ofegante, respondi:
— Porque hoje o primeiro a gozar dentro vai ser ele… quero ver ele enchendo você.
Ela mordeu o lábio, excitada, e virou pro Bruno:
— Então vem, Bruno… goza dentro de mim. Enche minha bucetinha pra meu marido ver. Ele quer ver você gozando dentro da esposa dele.
Bruno não esperou nem um segundo. Se posicionou atrás dela novamente, segurou firme na cintura e enfiou aquele pau torto até o talo. Ana soltou um gemido longo e gostoso:
— Isso… mete fundo… me enche toda…
Bruno segurava firme a cintura da Ana e metia com força, fundo, sem pressa. Ele tirava quase todo o pau e enfiava novamente, fazendo ela gemer alto a cada estocada.
— Pode deixar, Ana… eu vou encher você — ele disse, ofegante. — Mas você sabe que eu demoro pra gozar, né?
Ela, com a voz manhosa e safada, balançando a bundinha pra trás pra encontrar as investidas dele, respondeu gemendo:
— Eu sei… eu sei que você gosta de me judiar… de me deixar louca… mete gostoso, vai…
Passando o dedo naquela porra dela que saia da sua buceta Bruno aproveitou e primeiro um, depois dois dedos, colocou no cuzinho dela enquanto continuava socando na bucetinha. Ana empinou ainda mais a bunda, gemendo mais alto:
— Ai, que delícia… isso… enfia o dedo no meu cuzinho enquanto me fode… ai, Bruno… que gostoso…
Eu estava hipnotizado, vendo tudo de perto. A bucetinha dela estava inchada, brilhando, e o cuzinho piscando enquanto ele enfiava os dedos. E ela perfeita de 4 toda empinada com aqueles seios balançando.
— Hoje você vai encher a bucetinha da sua putinha de porra Bruno ? perguntou ela.
— Eu vou gozar bem no fundo dela.
— Ai que tesão eu quero. Respondeu ela com a voz abafada com o rosto no travesseiro
De repente a respiração dele mudou. Ele segurou mais forte na cintura dela e começou a meter mais rápido, mais fundo.
— Ana… eu vou gozar… porra, vou gozar dentro de você…
Ela empinou ainda mais e falou com aquela voz de puta:
— Isso, Bruno! Goza dentro! Enche minha bucetinha de porra… goza tudo, meu macho… eu quero sentir você jorrando dentro de mim!
Bruno soltou um gemido rouco e longo. Eu vi o momento exato: o pau dele pulsou forte dentro dela. Ele parou fundo, gozando. Ana gemia sem parar, sentindo cada jato quente enchendo ela.
— Aaaaaa que gozada gostosa, tudo na sua buceta Ana. Bruno falando enquanto batia na bunda dela
— Que gostoso safado não tinha pedido pra gozar aquele dia, agora goza gostoso
Quando ele finalmente tirou o pau, um fio grosso de porra branca escorreu imediatamente da bucetinha dela, descendo pela coxa. A entradinha ficava abrindo e fechando, soltando mais porra.
Ana ainda empinada, olhou pra trás com cara de safada e falou:
— Olha o tanto que ele gozou dentro de mim, amor…
— Encheu você amor está pingando um monte. Respondi todo animado.
Ana ainda estava de quatro, tremendo, com a bucetinha aberta e pingando a porra grossa do Bruno. Ela virou o rosto pra mim, com aquela cara de puta safada e falou manhosa:
— Amor… vem chupar minha bucetinha… limpa ela pra ele comer de novo.
Eu não pensei duas vezes. Caí de boca ali mesmo. O gosto era forte, salgado, misturado com o melado dela. Tinha porra dele escorrendo direto na minha língua. Chupei com vontade, enfiando a língua bem fundo, sugando tudo. Meu pau ficou duro pra caralho na hora.
— Isso, amor… chupa tudo… não deixa cair nada… põe essa porra toda pra dentro de novo — ela gemia, rebolando a bundinha na minha cara.
Eu limpei ela bem gostoso, chupando o grelo inchado, sentindo o sabor da foda deles. Depois subi beijando a barriga dela, os seios (ainda com cheiro da primeira gozada do Bruno), até chegar na boca. Nos beijamos com fome, trocando aquele gosto misturado.
Enfiei meu pau nela de uma vez. A bucetinha estava quentíssima, molhada e frouxa do pau dele deslizou para dentro com imensa facilidade.
— Essa é a sua vez, amor… come bem a sua mulher agora… come a bucetinha que seu amigo acabou de gozar dentro — ela sussurrou no meu ouvido.
Eu meti feito um louco, segurando aquela cinturinha fina. Ela gemia no meu ouvido:
— Agora pode gozar dentro… enche sua mulher de porra… goza onde teu amigo acabou de comer…
Não aguentei. Gozei forte, jorrando tudo dentro dela, misturando minha porra com a dele. Foi um gozo absurdo, daqueles que deixam a perna tremendo.
Quando tirei o pau, a bucetinha dela estava uma bagunça linda, toda gozada e aberta.
O Bruno, que assistia tudo, falou com a voz rouca:
— Ana… deixa eu tentar comer seu cuzinho agora.
Ela hesitou, mas acabou cedendo:
— Tá bom… mas devagar, hein? Seu pau é muito grosso.
Peguei o lubrificante e entreguei pra ela. Ana passou bastante no cuzinho dela e no pau dele. Ele se posicionou atrás, segurou a bunda dela e tentou enfiar a cabeça.
Ana soltou um gemido de dor e prazer misturado:
— Ai… para… para um pouco… tá muito grande… não aguento…
Ele tirou, esperou um pouco e tentou de novo. Conseguiu colocar um pouco mais, mas ela apertou o lençol e pediu:
— Fica parado. Eu olhando tudo ele só com a cabeça e mais um pouco do pau torto parado ali naquele cuzinho.
— Tira, Bruno… tira… eu não aguento… seu pau é grosso demais pro meu cú, não dá tem que ser na buceta mesmo.
Ele tirou com cuidado. Ana virou pra ele, respirando fundo, e falou com um sorriso safado:
— Vem… vamos tomar um banho juntos.
Os dois foram pro banheiro. Eu fiquei no quarto, pau latejando, sentindo o cheiro de sexo no ar, pensando como ela estava tão putinha aquela noite tinha até tentado dar o cuzinho pra ele. E ela sabia que não ia aguentar que era muito grosso e mesmo assim ela quis. Que tesão, começei a ouvir barulhos das estocadas dele no banheiro com a porta meio aberta. Fui até lá.
O Bruno tinha a Ana prensada contra o vidro do box do chuveiro. A água caía forte sobre os dois. Ele metia nela por trás com força, aquelas estocadas molhadas ecoando no banheiro. Plaf, plaf, plaf. O barulho da carne molhada era alto, obsceno e delicioso.
Ana estava com as duas mãos espalmadas no vidro, os seios lindos prensados contra o box, o rosto virado de lado, boca aberta gemendo sem vergonha nenhuma. A água escorria pelo corpo dela, pelos cabelos, pelos mamilos duros.
— Ai, Bruno… assim… mete gostoso… — ela gemia, empinando a bundinha pra trás pra tomar mais fundo.
Ele segurava firme na cintura dela, socando com vontade, o pau torto entrando e saindo daquela bucetinha inchada. A cada estocada, a bunda dela balançava gostoso.
Eu fiquei parado na porta por uns segundos, só observando. Meu pau já estava duro de novo. A mistura de ciúme com tesão era insana. Ver minha mulher sendo comida ali, debaixo do chuveiro, gemendo daquele jeito pra outro homem… era foda.
Bruno olhou pra mim, com um sorriso safado, sem parar de meter:
— Olha só pra sua mulher… tá louca no meu pau.
Ana virou o rosto um pouco mais, me viu e falou com a voz manhosa e safada, quase gemendo:
— Amor… ele me pegou aqui no banho… não resisti… ai… tá comendo tão gostoso…
— Vou gozar na bucetinha dela novamente ela está me pedindo. Bruno disse aumentando a velocidade da metida.
— Eu que pedi ? safado você que falou que queria me encher mais algumas vezes ainda.
Eu me aproximei do box, abrindo a porta de vidro. A água quente bateu em mim também. Segurei o rosto dela e dei um beijo profundo, enquanto o Bruno continuava metendo por trás, agora com mais força, como se quisesse mostrar quem estava no comando.
Ana gemia na minha boca, tremendo a cada estocada. E dizia murmurando
— Ele está me comendo gostoso amor....
Resolvi pegar mais uma taça de vinho e deslumbrar daquela cena um pouco mais de longe. Sentei na cama, deixei a porta do banheiro aberta e fiquei ali, no escuro do quarto, só observando de longe.
A água do chuveiro ainda estava ligada. Eu conseguia ouvir tudo e ver: os gemidos abafados da Ana, o barulho molhado das estocadas, o som das mãos dele batendo na bunda molhada dela. De vez em quando ela soltava um gemido mais alto, quase um grito de prazer. Era nítido que ele estava comendo ela com força ali debaixo da água.
Fiquei deitado, batendo uma punheta, sentindo aquele misto delicioso de ciúme e excitação absurda. Saber que minha mulher estava ali, entregue, gemendo pra outro homem… era foda.
Depois de um tempo o chuveiro foi desligado. Os dois voltaram pro quarto, molhados, com o corpo brilhando. Ana veio com uma cara manhosa, olhar de puta safada, e falou pra mim:
— Amor… a gente vai continuar aqui, tá?
Ela não esperou resposta. Empurrou o Bruno pra cama, fazendo ele deitar de costas. Subiu em cima dele, virou de costas pra ele (reverse cowgirl) e, com aquela bundinha empinada, foi descendo devagar no pau torto.
Eu vi tudo de perto. A bucetinha inchada, vermelha, o pau dele todo coberto com a porra da minha mulher, engolindo aquele pau grosso centímetro por centímetro. Quando ela sentou até o talo, soltou um gemido longo e gostoso:
— Aaaai… que delícia… tá me enchendo toda de novo…
Começou a cavalgar. Subia devagar até quase sair, depois descia com força, rebolando no final. Os seios lindos balançavam no ritmo, o corpo todo brilhando de suor e água do banho. Parecia que ela estava pegando fogo.
Já eram quase 6h da manhã. A gente estava transando há horas, mas ela continuava insaciável. Subia e descia com vontade, quicando forte, fazendo aquele barulho molhado ecoar no quarto.
Bruno segurava na cintura dela, gemendo:
— Porra, Ana… que delícia… você cavalga tão gostoso… que bucetinha gulosa…
Ela respondeu rebolando mais fundo, quase desesperada:
— É pra você… é pra você mesmo… quero tirar tudo de você… goza de novo pra mim…
Eu só assistia, hipnotizado, batendo punheta devagar. Ver minha esposa daquele jeito — suada, safada, viciada no pau do meu amigo — era uma das coisas mais fortes que eu já senti.
Fiquei de pé na cama colocando meu pau na boca dela.
— Chupa não gosta de dar pra dois tem que chupar também.
— Eu amo dar assim. Ela respondeu com a voz manhosa.
Sentou com aquele pau inteiro na buceta e começou a me chupar e falava.
— Nossa amor ficar com o pau dele assim todo dentro parece que vai sair pela minha boca...aiin, que pau gostoso.
Depois foi se levantando devagar até aquele pau sair inteiro da buceta todo melado da porra dela e duro e inchado parece com vontade de gozar. Ela se virou para ele e voltou a sentar agora beijando sua boca. Posicionou o pau dele na entrada da buceta novamente e sentando falou:
— Goza pra mim
Bruno se posicionou chupando os seios dela, enquanto ainda ajeitava seu pau na buceta dela, depois segurou na sua cintura e acelerou as estocadas, e falou:
— Quer que eu goze em você novamente minha puta ?
— Eu quero meu macho. Dizia ela com a voz tremendo
— Tá bom vou gozar bem gostoso... Enquanto ele ficava perdido naquele corpo dela. Não sabia se chupava seus seios se beijava aquela boca linda, descontrolado com tanto tesão.
— Ana… eu vou gozar de novo… vou encher essa bucetinha mais uma vez…
Ela, com a voz manhosa e meio embriagada de prazer, respondeu rebolando forte pra trás:
— Isso… goza dentro… goza na sua puta de novo… enche ela toda, Bruno!
Ele deu alguns socos mais fundos e soltou um gemido longo. Mesmo não gozando tanto quanto da primeira vez, ainda jorrou bastante. Ana ficou gemendo baixinho, sentindo ele pulsar dentro dela. Ela deitou no seu peito exausta de sentar naquele pau, ficando com ele ainda dentro saindo lentamente devagar da buceta dela, até que saiu e ainda soltando algumas gotas de porra.
Eu vi cada centímetro daquele pau torto saindo da bucetinha dela, todo melado. Aquela bucetinha toda aberta e inchada começou a escorrer a porra dele
Ana deitou de lado na cama, com um sorriso satisfeito e safado, e falou rindo:
— Viu, amor? Ele gozou dentro de mim de novo… que pau gostoso… você viu como esse safado me comeu hoje?
Eu me aproximei, passei a mão na coxa dela e enfiei dois dedos na bucetinha quente e cheia. Fiz aquele barulhinho molhado, mexendo a porra dos dois lá dentro.
— Tô vendo, amor… tá toda arrombada e gozada… que delícia.
Ela deu uma risadinha manhosa, quase sonolenta:
— Pronto… agora eu posso dormir…
Deitamos os três na cama. Eu fiquei abraçado com ela por trás, com a mão na bucetinha dela, sentindo a porra do Bruno escorrendo devagar entre meus dedos. Adormecemos assim, exaustos, e com o sol nascendo praticamente
Acordamos quase às três da tarde. Tomamos um café reforçado na cozinha, ainda com aquele clima gostoso e cúmplice. Rindo bastante e relembrando das gozadas daquela noite/manhã.
Tinhamos que levar o Bruno até a cidade vizinha pra ele pegar o carro dele pois ele tinha vindo de carona. Enquanto estavamos se preparando para levantar da mesa.
Eu olhei pra Ana e falei:
— Ué, amor… por que você não vai dando pra ele até a cidade vizinha?
Ela deu uma risada safada, olhou pro Bruno e perguntou:
— O que você acha? Topa?
Bruno sorriu, já ficando animado:
— Porra, acho uma excelente ideia. Nunca fiz isso com o carro em movimento…
Então ficou decidido.
A Ana foi pro quarto, tirou a roupa e vestiu aquele vestido xadrez curtinho que eu amo pra caralho. Coladinho no corpo, marcando a bundinha empinada, sem calcinha nenhuma por baixo. Só aquele vestidinho leve. Ela sabia exatamente o que fazia comigo.
Entramos no carro. Eu dirigindo, eles dois no banco de trás.
Mal saí da garagem e já ouvi o barulho de zíper. Olhei pelo retrovisor: a Ana já estava com o pau do Bruno na boca, chupando com vontade enquanto ainda estávamos dentro da nossa cidade, três da tarde.
Quando peguei a estrada principal, ela subiu no colo dele. Levantou o vestidinho, segurou o pau torto e foi descendo devagar, sentando até o talo.
— Aaaai… que delícia… — ela gemeu alto.
Eu tentava dirigir, mas não conseguia parar de olhar pelo retrovisor. Dava pra ver nitidamente a bundona dela subindo e descendo, o vestido todo embolado na cintura. De vez em quando, quando um carro vinha na direção contrária, eu imaginava que a pessoa conseguia ver tudo: a Ana quicando gostoso no pau do meu amigo, as bolas dele aparecendo toda vez que ela subia.
Ela rebolava, gemia, falava safadeza:
— Ai, Bruno… que pau gostoso… me enche toda…
Ele segurava na bunda dela, dando tapas e ajudando ela a descer com força. O barulho molhado da bucetinha batendo nas coxas dele enchia o carro.
Eu dirigia com o pau latejando, morrendo de tesão e ciúme, olhando aquela cena pelo retrovisor quase o caminho inteiro.
Durante todo o caminho até a cidade dele, que normalmente leva uns 25 minutos, eu fui bem devagar. Acabei demorando quase 40 minutos. Queria que ela aproveitasse bastante.
E ela aproveitou.
A Ana passou praticamente a viagem inteira sentada no colo do Bruno, cavalgando devagar e gostoso como dois amantes. O barulho molhado da bucetinha batendo nas coxas dele enchia o carro. De vez em quando ela rebolava fundo, gemendo baixinho, enquanto ele segurava aqueles seios lindos e chupava com fome, o rosto enterrado neles.
Eu dirigia olhando pelo retrovisor o tempo todo. Via a bundona dela subindo e descendo, o vestido xadrez levantado e as mangas dele abaixada para ele ter acesso aqueles seios maravilhosos, e o pau torto do Bruno entrando e saindo daquela bucetinha inchada.
Ele gozou duas vezes dentro dela sem tirar o pau. Na primeira vez ele apertou a bunda dela com força e gemeu alto. Na segunda, ele simplesmente segurou ela sentada até o talo e ficou pulsando, enchendo ela mais uma vez.
O banco de trás já estava uma bagunça. Dava pra ver a porra escorrendo pela coxa dela e no banco.
Quando chegamos na cidade dele, parei o carro umas quadras antes da casa da mãe dele, num lugar mais discreto. Ana levantou devagar, tirando aquele pau ainda meio duro de dentro dela. A bucetinha dela estava destruída, inchada, pingando uma mistura grossa de porra.
Ela segurou o pau do Bruno, todo melado, e mostrou pra mim com um sorriso safado:
— Olha amor… ele gozou duas vezes dentro de mim… olha como ficou o pau dele…
Eu olhei hipnotizado. O pau torto estava brilhando, coberto de porra branca dos dois.
— Agora limpa ele direitinho pra ele descer, amor — falei.
Ana não hesitou. Segurou o pau com a mão pequena e começou a lamber tudo. Passou a língua desde as bolas até a cabeça, chupando devagar, limpando cada gota com calma e vontade. Ela fazia barulhinho gostoso, mamando ele com carinho, tirando até o resto que ainda escorria.
Bruno gemeu baixo, passando a mão no cabelo dela:
— Porra, Ana… você é incrível… levantou o rosto dela deu beijo na sua boca e mais uma vez chupou seus dois seios.
Enquanto ela segurava firme o pau dele já todo limpo.
Ela deu um último beijinho na cabeça do pau dele e sorriu pra ele:
— Pronto… agora você pode ir.
Ele deu um beijo longo e quente nela, apertou minha mão, e desceu do carro. Ana, com o vestidinho todo amassado e a bucetinha pingando, sentou no banco do passageiro.
Eu coloquei a mão na coxa dela. Estava quente pra caralho e tremendo levemente. Passei os dedos mais pra cima e senti a pele molhada.
— Nossa, amor… você viu? Ele gozou duas vezes dentro de mim sem tirar… tá tudo escorrendo ainda — ela disse, mordendo o lábio.
— E você, gozou quantas vezes no pau dele? — perguntei, já sabendo a resposta.
Ela deu um sorrisinho envergonhado e safado ao mesmo tempo:
— Perdi a conta… foi demais. Ele me comeu muito gostoso.
Eu sorri, apertando a coxa dela:
— Que tesão, amor. Que Ano Novo foda.
Ela então abriu um pouco as pernas, tirou a mão que estava entre elas e mostrou pra mim. Os dedos estavam cheios de porra branca e grossa. O banco do carro também estava manchado.
— Olha o que ele deixou em mim… — falou, com a voz manhosa.
Meu pau latejou dentro da calça.
— Quando chegar em casa eu vou limpar tudinho com a boca — prometi.
Ela olhou pra mim, mordendo o lábio:
— Vai mesmo? Quero que você limpe tudo… quero sentir sua língua tirando a porra dele de dentro de mim.
Não pensei duas vezes. Dirigi o mais rápido que pude pra casa. Assim que parei o carro na garagem, já abri a porta do passageiro, puxei ela pra fora e enfiei a mão por baixo do vestido.
A bucetinha dela estava quente, inchada e completamente melada.
Puxei a Ana pra fora, levantei aquele vestidinho xadrez e fiz ela abrir as pernas ali mesmo, encostada no capô.
A bucetinha dela estava destruída: inchada, vermelha, completamente melada. A porra do Bruno escorria devagar pela coxa. Eu me ajoelhei e caí de boca, chupando tudo com fome. O gosto forte e salgado da porra dele misturado com o melado dela me deixou louco. Eu lambia, sugava, enfiava a língua bem fundo, limpando cada gota enquanto ela gemia e segurava minha cabeça.
— Isso, amor… limpa tudo… tira toda a porra que ele deixou dentro de mim — ela falava, rebolando na minha cara.
Meu pau estava latejando, duro que nem pedra. Não aguentei mais. Levantei, virei ela de costas, empinei aquela bundinha e enfiei tudo de uma vez. A bucetinha estava quentíssima, molhada e frouxa da foda dele. Cada estocada fazia um barulho molhado, e a porra do Bruno escorria toda vez que eu metia fundo, pingando no chão da garagem.
— Nossa, amor… ainda tá saindo porra dele de dentro de você… — falei, quase sem voz.
— Vai… me come… goza você agora dentro… mistura a sua porra com a dele — ela gemeu, empinando mais a bunda pra mim.
Eu segurei firme na cintura dela e meti com tudo. O eco das minhas coxas batendo na bunda dela enchia a garagem. Meti como um animal, sentindo a bucetinha dela apertar meu pau. Não demorou muito. Gozei forte, jorrando tudo lá dentro, misturando minha porra com a dele.
Foi uma das gozadas mais intensas da minha vida. Fiquei ali, encostado nela, respirando pesado, sentindo o corpo dela ainda tremendo. Foi uma das nossas noites mais intensas aquele tesão, não tinha fim.




