Apesar de já estar com uma certa experiência, ainda não havia a chance de ter um comedor fixo, foi ai depois que rolou entre a Ana e o Pedro e ela gostou bastante cogitamos sobre. E falei que conversaria com ele sobre.
Eu e a Ana tínhamos saído pra jantar quando resolvi abrir o jogo. Depois de uns goles de vinho, olhei pra ela e falei:
— Conversei com o Pedro. Ele topou virar nosso comedor fixo.
Ela ficou me encarando, mordeu o lábio e respondeu com um sorrisinho safado:
— Se ele topou… eu quero. Quero sentir aquele pauzão me arrombando sempre que eu tiver vontade.
Falei que tinha marcado pro sábado, mas no mesmo dia que era uma quarta feira eu armei a surpresa. Falei que ia comprar cerveja, quando chegamos em casa que ia tomar umas duas cervejas enquanto assistia o jogo busquei o Pedro e trouxe ele pra casa.
Quando ele entrou na sala, a Ana arregalou os olhos. Levantou rápido, foi até ele na ponta dos pés, abraçou o pescoço dele e deu um beijo bem molhado, daqueles que demoram.
Eu fechei a porta e falei com a voz já rouca:
— Surpresa amor resolvi trazer o Pedro você disse que estava com saudades, podem ir pro quarto. Depois eu vou atrás de vocês.
Ana olhou pra mim com cara de puta, pegou na mão do Pedro e disse bem safada:
— Vem, meu macho.
Deixaram a porta do quarto escancarada.
Sentei no sofá e logo começou o show. Primeiro o barulho molhado e guloso da Ana chupando ele com fome. Depois a voz grossa do Pedro:
— Isso, mama esse pau direito, sua casada vadia.
Os gemidos da Ana foram ficando cada vez mais altos, mais desesperados e eu ouvindo tudo ali da sala sentado no sofá com o pau pulsando na cueca. Dava pra ouvir quando ela subiu nele, rebolando feito uma puta. Depois o barulho mudou pra algo pesado — a cama batendo forte contra a parede, estocadas brutais, tapas estalando na bunda dela.
Cada grito dela me acertava como um soco no estômago. Meu pau tava latejando, eu tava suando frio, morrendo de ciúme e tesão ao mesmo tempo.
Não aguentei só ouvir. Fui até a porta depois já de alguma tempo de transa.
A cena era pesada pra caralho: Ana de quatro, bunda bem empinada, rosto enterrado no colchão. O Pedro estava em pé em cima da cama, agachado sobre ela, metendo com força animal. O pau dele entrava inteiro, até as bolas, esticando a buceta da minha mulher de um jeito obsceno. A cada estocada, o corpo dela balançava.
Enquanto socava sem dó, ele rosnou:
— Fala pra mim… essa buceta é de quem agora?
Ana gritou de tesão:
— É sua! Minha buceta é sua, Pedro! Me arromba mais forte, porra!
Voltei pra sala com as pernas bambas. Fiquei ali sentado, pau na mão, ouvindo minha mulher gemer e gritar como uma puta enquanto era comida por outro homem. Cada grito dela era uma humilhação deliciosa que me deixava mais louco. Minha esposa ali se entregando daquela forma.
Quando tudo finalmente ficou em silêncio, Ana me chamou com a voz destruída:
— Amor… vem aqui.
Entrei no quarto. O cheiro de sexo estava insano. Ana estava largada na cama, corpo marcado de tapas, chupões roxos, seios melados de porra grossa. A bucetinha dela tava inchada, vermelha, escancarada e escorrendo gozo dele sem parar. O lençol da cama toda molhado do gozo dos dois juntos.
Ela olhou pra mim com cara de puta satisfeita e falou sorrindo:
— Olha o que ele fez comigo, amor…
Enquanto eu descia pra chupar aquela buceta cheia da porra dele, ela gemeu baixinho e falou:
— Ele gozou três vezes… Tava morrendo de saudade de chupar aquele pau grosso. Mal cabe na boca e tem um cheiro tão macho que me deixa molhada só de sentir.
Ela segurou minha cabeça contra a buceta e sussurrou:
— Você sabe que eu amo chupar enquanto fodem minha buceta, né? Queria tanto ter te chupado enquanto ele tava me arrombando…
Subi nela. Ela estava tão aberta, tão melada e tão cheia da porra dele que eu mal sentia as paredes. Gozei em menos de um minuto, gemendo feito um corno desesperado enquanto enchia ela pela segunda vez naquela noite.
Espero que tenham curtido esse relato da surpresa com o Pedro na quarta-feira. Foi uma noite intensa pra caralho.
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Querem o próximo conto?
No próximo vou contar o dia em que o Pedro voltou e nós dois comemos a Ana juntos (inclusive o cuzinho dela).
Se quiser ler, é só votar e comentar “QUERO O PRÓXIMO” que eu posto logo.
Beijos (e porras) pra quem acompanhou até o final.