Estávamos gostando muito de ter um comedor fixo para ela, o Pedro precisou fazer uma viagem para realizar um curso e ficou 15 dias fora da cidade, e prometemos que quando ele voltasse iriamos marcar algo em casa. Na semana que ele voltou já marcamos de tomar uma vinho no sábado.
Eu a Ana e o Pedro estávamos na sala tomando vinho, o clima já bem quente. De repente ela se levantou, foi até o Pedro e ajoelhou na frente dele. Meu coração disparou.
Ela abriu a calça dele, tirou aquele pauzão grosso e pesado pra fora e segurou com as duas mãos. Olhou pra cabeça brilhante, desceu a pele devagar, revelando tudo, e enfiou na boca com fome. O barulho molhado e obsceno encheu a sala. Ver minha mulher mamando outro homem com tanta vontade me deu aquele aperto no peito que só corno entende — tesão puro misturado com ciúme gostoso.
Depois de um tempo ela olhou pra mim com a boca brilhando de baba e mandou com a voz manhosa:
— Vem pra baixo de mim, amor.
Eu desci. Puxei a calcinha dela pro lado e levei um choque: a buceta dela estava inchada, vermelha e pingando. Tinha até um fio grosso de porra escorrendo — ela tinha gozado só de chupar ele. Eu meti a boca ali e chupei tudo, sentindo o gosto forte dela enquanto ela continuava mamando o Pedro.
Logo depois me levantei, segurei meu pau e enfiei nela por trás. A buceta dela tava absurdamente quente e molhada. Enquanto eu metia, via o pau do Pedro sumindo na garganta da minha mulher. Era uma visão que destruía minha cabeça.
Em certo momento ela quis sentar nele. Subiu no colo do Pedro, tentou descer e o pau grosso escapou com um barulho molhado. Na mesma hora eu segurei aquele pauzão quente e melado com a mão e coloquei de volta na buceta dela. Ela olhou pra baixo, viu minha mão guiando o pau do outro pra dentro dela e sentou devagar, engolindo tudo.
Aquela cena me deixou completamente louco.
Ela começou a quicar com força, os peitos balançando soltos. O Pedro tirou a camisolinha dela, agarrou os seios e chupou os mamilos com fome enquanto apertava a bunda dela. A Ana gemia cada vez mais alto, quase gritando.
Ele meteu o dedo no cu dela e ela surtou. Começou a quicar desesperada até que travou, tremeu inteiro e gozou forte, soltando um gemido rouco e longo enquanto a porra dela escorria pelo pau do Pedro.
Ainda tremendo, ela olhou pra mim com cara de puta e falou rouca:
— Quero dar o meu cu hoje… pra vocês dois.
Fomos pro quarto. Ela se colocou de quatro, empinou a bunda e passou bastante lubrificante no cuzinho e no meu pau.
— Vem amor… arromba meu cu primeiro.
Eu fui enfiando devagar. O cu dela era absurdamente apertado. Ela gemia alto e sofrido:
— Ai amor… vai devagar… tá me abrindo inteira…
Eu meti até não aguentar mais, tirei o pau com um barulho molhado e gozei pra caralho nas costas e na bunda dela. Olhei pro cu arrombado dela e falei orgulhoso:
— Deixei ele prontinho pra você.
O Pedro tomou meu lugar. Eu segurei as duas bandas da bunda da Ana e abri bem pra ele. Quando a cabeçona grossa dele começou a forçar, a Ana deu um grito alto:
— Aaaai meu cuuu! Caralhooo! Tá muito grosso!
Ele foi enfiando sem dó, abrindo ela centímetro por centímetro. A Ana gemia e xingava desesperada:
— Para! Vai me rasgar, filho da puta! Tá me arrombando!
Eu ficava jogando mais lubrificante enquanto via aquele pauzão preto esticando o cu da minha mulher ao limite. Ela estava destruída, mas não mandava parar. De repente ela começou a esfregar a buceta desesperadamente e gritou:
— Vou gozar! Vou gozar com esse pau enorme no meu cu, caralhooo!
Ela gozou tremendo violentamente, quase chorando de tesão. O Pedro socou mais forte, arrancou o pau e gozou forte, jatos grossos acertando direto na buceta aberta e inchada dela, lambuzando tudo.
A Ana ficou de quatro, completamente destruída, o cuzinho arrombado piscando e a buceta escorrendo porra dos dois. Eu e o Pedro só olhávamos pra ela, admirando o estrago que fizemos.
Ela não era mais a mesma. E eu tava completamente viciado nisso.
E aí, gostaram do relato?
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