Depois daquela primeira vez no sofá, a Ana ficou bem marcada pelo Leandro. Nos dias seguintes ela não parava de falar nele. Dizia que além de gente boa, ele tinha um pauzão grosso que encaixava perfeitamente nela. Falava que sentia falta daquela rola abrindo ela todinha.
Passou uma semana e combinamos de ele vir passar a noite lá em casa. Ele topou na hora. Marcamos para o sábado.
Ele chegou pontualmente, por volta das 21h, trazendo uma caixinha de cerveja. Eu fui recebê-lo no portão. Enquanto eu guardava as cervejas na cozinha, a Ana apareceu.
Porra... Ela estava simplesmente maravilhosa. Usando apenas um salto alto preto, uma calcinha fio dental minúscula e um sutiã de renda preta que mal segurava os seios. O corpo dela brilhava, cheiroso, recém-saído do banho.
Ela veio até nós com aquele andar de puta. Primeiro me deu um beijo na boca, bem molhado. Depois virou pro Leandro, abraçou ele e deu um beijo quente, demorado, daqueles que já deixam claro o que vai acontecer. Quando separaram, ela falou baixinho, com a voz manhosa:
— Oi Leandro… tudo bem com você? Tava morrendo de saudade de dar pra você…
Ele sorriu, apertando a cintura dela:
— Também tava louco pra te comer de novo, Ana.
Ela sorriu safada, pegou na minha mão e na dele ao mesmo tempo e falou:
— Então vem… vamos pro quarto.
E foi puxando nós dois pelo corredor, rebolando aquela bundinha empinada dentro do fio dental.
Entramos no quarto e o clima já estava pesado. A Ana se virou pra mim e começou a me beijar com vontade, enfiando a língua na minha boca. Enquanto isso, o Leandro abraçou ela por trás, apertando aquela bundinha empinada. Eu sentia o corpo dela tremendo de tesão entre nós dois.
Sem parar de me beijar, o Leandro desabotoou o sutiã dela por trás. O sutiã caiu no chão, liberando aqueles seios maravilhosos. Parei de beijar ela por um segundo e falei baixinho no ouvido:
— Amor… você não tava louca pra chupar o pau do Leandro? Vai lá… aproveita.
Ela sussurrou, com a voz já manhosa:
— Tá bom, amor…
Ela se virou pro Leandro. Antes mesmo de abaixar, ele segurou os seios dela e começou a chupar com fome — apertava um, chupava o outro com força, lambia os mamilos. A Ana já gemia baixinho, segurando a cabeça dele.
Eu fiquei atrás dela, abraçando sua cintura, meu pau duro roçando na sua bunda enquanto via ele devorando os peitos da minha esposa.
Até que ela abaixou. Tirou aquele pauzão pra fora e soltou um suspiro:
— Que saudade que eu tava desse pau…
Ela começou dando beijinhos carinhosos na cabeça, cheirando, passando a língua devagar, como quem estava reencontrando um amante. Depois abriu a boca e começou a chupar com gosto, fazendo aqueles barulhos molhados e safados que eu adoro.
Eu falei pra ela:
— Amor, deita na cama… quero te chupar enquanto você chupa ele.
— Boa ideia… — ela respondeu, toda safada.
Ela se deitou, o Leandro ficou ajoelhado ao lado da cabeça dela, colocando o pau na boca. Eu puxei a calcinha fio dental pro lado e enterrei minha boca na bucetinha dela. Estava quente, molhada e inchadinha. Chupei com vontade, enfiando dois dedos e depois um no cuzinho, enquanto ela gemia com o pau dele na boca.
Em determinado momento eu levantei o rosto, todo molhado, e falei:
— Amor… vou te deixar bem molhadinha pra ele te comer gostoso hoje, tá?
Ela tirou o pau da boca por um segundo, ofegante:
— Isso, amor… chupa bem essa buceta. Hoje o meu macho vai me comer a noite inteira…
Aquela frase me deu um tesão absurdo.
Chupei mais um pouco até ela estar encharcada. Aí chamei ele:
— Vem, Leandro… vem comer sua puta. Ela tá louquinha pra te dar.
O Leandro subiu em cima dela. Começaram a se beijar com muita língua, quase como namorados. Ele ficava esfregando aquela rola grossa na entrada da bucetinha dela, judiando, só passando a cabeça pra frente e pra trás. A Ana rebolava por baixo, desesperada.
Até que ele encaixou e enfiou tudo de uma vez. A Ana soltou um gemido alto, agarrando as costas dele. Eu, de trás, vi perfeitamente o momento que aquele pauzão desapareceu inteiro dentro da bucetinha da minha esposa.
Ele começou a meter devagar, mas firme. A Ana gemia no ouvido dele:
— Me come… vai… enfia tudo… sou sua putinha hoje…
Enquanto o Leandro comia ela por cima, metendo devagar e fundo, a Ana começou a gemer mais alto. Eu via perfeitamente o pauzão dele entrando e saindo da bucetinha dela, toda brilhando de mel.
— Eu vou gozar… — ela avisou, com a voz falhando.
O Leandro sorriu safado e falou bem próximo do ouvido dela:
— Então goza no pau do seu macho, porra.
Ela segurou nele com força, as unhas cravando nas costas dele, e gozou gostoso. Eu vi tudo de perto: o corpo dela tremendo, a bucetinha apertando o pau dele e aquele pauzão grosso saindo todo branco, coberto da porra da minha esposa. Escorreu bastante, molhando o lençol embaixo dela.
— Nossa, Ana… já gozou assim? — ele provocou, ainda com o pau dentro dela.
Ela respondeu ofegante, com aquela cara de puta satisfeita:
— Você judia de mim com esse pauzão… macho gostoso da porra.
Ele tirou o pau devagar, deixando a bucetinha dela piscando e pingando. A Ana tentou recuperar o fôlego, mas ele não deu mole:
— Nada disso. Vira de bruços.
Ele virou ela de costas com facilidade, segurou no quadril e enfiou tudo de uma vez, bem fundo. A Ana soltou um grito alto de tesão, agarrando o lençol com força.
— Ai caralho… — ela gemeu, a voz abafada no travesseiro.
Ele começou a meter forte, sem piedade. A bunda dela batia contra o corpo dele com aquele barulho molhado e gostoso. Ela se contorcia, balançava as pernas, o corpo inteiro tremendo.
Eu me aproximei da cabeça dela, ela estendeu a mão e segurou a minha com força. Olhei nos olhos dela e perguntei baixinho:
— Ele tá judiando de você, amor?
Ela respondeu quase chorando de prazer:
— Tá… esse macho safado… ele tá me fodendo gostoso demais…
Eu sorri, sentindo o pau latejar, e falei mais alto pra ele ouvir:
— Isso aí, Leandro. Judia dessa sua puta. Ela ficou a semana inteira pedindo esse pauzão de novo.
Ele riu, segurou mais firme na cintura dela e respondeu:
— Pode deixar… hoje eu vou judiar bastante dessa bucetinha gostosa.
E continuou metendo sem parar, enquanto minha esposa gemia e apertava minha mão, completamente entregue.
Enquanto o Leandro comia ela de bruços com força, metendo cada vez mais fundo e rápido, a Ana começou a gemer sem controle. De repente ele segurou firme na cintura dela e falou rouco:
— Nossa, Ana… não aguento mais… vou gozar.
Ela respondeu imediatamente, sem hesitar:
— Então goza… goza na sua putinha. Enche minha buceta, vai.
Ele soltou um gemido alto, quase um rosnado, e começou a gozar dentro dela. Eu me aproximei rápido pra ver tudo de perto. Quando ele tirou o pau, a bucetinha dela ficou piscando e jorrou porra — litros. Escorreu grossa, branca, quente, encharcando o lençol inteiro. A Ana ficou com as pernas abertas, ofegante, enquanto a porra dele vazava sem parar.
— Caralho… olha como você deixou ela — falei, impressionado.
Ele tirou o pau pingando e respondeu:
— Ela pediu pra gozar dentro, né?
A Ana ainda estava tremendo quando eu me deitei na cama e falei:
— Vem cá, amor… senta em mim.
Ela veio rápido, sentou devagar no meu pau, usando a porra grossa do Leandro como lubrificante. Aquela bucetinha quente, molhada e cheia escorria porra em cima do meu pau enquanto ela subia e descia. Era uma das visões mais safadas que eu já tive.
Enquanto ela cavalgava em mim, o Leandro ficou de pé ao lado da cama, pau ainda meio duro, e falou:
— Tô pronto de novo, Ana. Limpa o pau do seu macho… quero te comer mais uma vez.
Ela parou de cavalgar, sentou até o fundo no meu pau e virou o rosto. Pegou o pauzão dele com as duas mãos e começou a chupar com vontade, gemendo enquanto meu pau estava inteiro dentro dela. Ver aqueles peitos balançando, a boca dela cheia daquele pau enorme e meu pau enterrado na bucetinha dela… porra, quase gozei só de ver.
Depois de alguns minutos, o Leandro foi até a cozinha, pegou uma cerveja gelada e voltou. A Ana olhou pra ele com cara de safada e perguntou:
— Já tá pronto de novo? Quero que você me coma de quatro…
Ele sorriu e respondeu:
— Pode deixar.
Ela se posicionou de quatro na cama, empinando aquela bundinha gostosa. Eu abri bem as nádegas dela pra ele. O Leandro segurou no quadril e enfiou tudo de uma vez. Ela soltou um grito alto de prazer. De quatro era a posição que ela mais gostava, e com um pauzão daqueles… ela quase não aguentava.
Ele começou a meter forte, batendo na bunda dela. A Ana tentava chupar meu pau, mas mal conseguia — ora chupava, ora gemia, ora falava safadezas:
— Que pau gostoso… me fode… sou sua puta… me usa, meu macho…
Eu segurava a cabeça dela e falava:
— Isso, amor… chupa bem enquanto ele te fode. Hoje você é dele.
De repente o Leandro avisou:
— Ai porra… vou gozar de novo.
A Ana respondeu rápido, ofegante:
— Eu quero na boca… goza na minha boca.
Ele tirou o pau, ela virou rápido e abriu a boquinha. Ele segurou na cabeça dela e começou a leitar direto na boca. Jatos grossos, quentes. Ela engolia, gemia “hum… que delícia”, lambia a cabeça do pau, chupava até a última gota. Depois passou a língua nos lábios, toda melada de porra, e olhou pra mim com cara de puta satisfeita.
Eu estava batendo punheta loucamente enquanto via tudo.
Depois que o Leandro gozou na boca dela, a Ana lambeu até a última gota, passou a língua nos lábios e soltou um gemidinho satisfeito. Ela se deitou no meio da cama, ofegante, o corpo brilhando de suor. Eu me deitei de um lado e o Leandro do outro.
Ficamos ali os três, conversando baixo, passando a mão no corpo dela. Eu beijava a boca dela, depois ele beijava. A gente se revezava, enquanto nossas mãos exploravam aquele corpo quente e molhado. Ela gemia baixinho só de ser tocada.
Depois de um tempo, o Leandro se deitou de conchinha atrás dela. Enquanto ela me beijava com vontade, ele passou o pau na entrada da bucetinha dela e enfiou devagar. Eu senti, com a mão na bunda dela, o pauzão grosso abrindo ela de novo. Ela gemeu na minha boca, sem parar de me beijar.
— Ai amor… ele tá me comendo de novo… — ela sussurrou entre os beijos, ofegante.
Eu beijava ela com mais força, sentindo o corpo dela tremer enquanto ele metia de ladinho, bem fundo. Era um tesão absurdo sentir meu pau latejando só de ver ela sendo comida de conchinha enquanto me beijava.
Depois de um tempo, ela parou de dar pra ele, virou de frente pra mim e sentou no meu pau. Começou a cavalgar devagar, enquanto o Leandro ficava atrás dela, apertando os seios, beijando sua nuca e passando a mão na bunda dela. Eu olhava nos olhos dela e ela falava safada:
— Tá gostoso, amor? Você gosta de ver sua puta sendo comida pelos dois?
Eu só conseguia gemer e segurar a cintura dela.
Depois ela voltava pro Leandro, sentava nele, e eu ficava atrás, tocando ela. A gente revezava assim por um bom tempo — ela dando pra um, depois pro outro, sempre gemendo, sempre falando putaria.
Até que ela decidiu acabar com ele de uma vez.
Ela subiu em cima do Leandro, se posicionou na posição de borboleta (pernas bem abertas, pés no colchão, corpo inclinado pra frente) e começou a socar forte. Subia até quase sair e descia com tudo, rebolando gostoso, fazendo aquele barulho molhado de buceta cheia de porra. Eu fiquei de frente, ajoelhado na cama, olhando tudo de perto.
O pauzão dele sumia inteiro dentro dela a cada descida. A Ana gemia alto, segurando no peito dele:
— Ai porra… que pau gostoso… me enche… goza dentro de novo… enche sua putinha…
Eu via o pau dele pulsando, na sua bucetinha dela apertanda. Depois de alguns minutos de cavalgada forte, o Leandro segurou firme na cintura dela e soltou um gemido rouco:
— Ana… vou gozar de novo…
Ela não tirou. Sentou até o fundo e ficou parada, rebolando devagar enquanto ele gozava pela terceira vez dentro dela. Eu via tudo: o pau dele pulsando, enchendo ela de porra quente, vazando dos lados enquanto ela continuava sentada em cima dele, gemendo baixinho.
Quando ela finalmente levantou, um fio grosso de porra escorreu da bucetinha dela direto no pau do Leandro. Ela olhou pra mim com cara de puta satisfeita e falou:
— Olha como ele me deixou, amor… toda cheia de porra de novo…
Parte extra:
Depois que o Leandro foi embora, a Ana ficou deitada na cama, ainda nua, com as pernas abertas, a bucetinha inchada e pingando porra. Eu me deitei do lado dela e comecei a passar a mão no corpo dela, sentindo o cheiro dele ainda na pele dela.
Ficamos em silêncio por um tempo, só respirando. Até que ela virou o rosto pra mim, com aquela cara de quem estava viciada, e falou baixinho:
— Amor… eu preciso te falar uma coisa.
Eu já senti um frio na barriga. Olhei nos olhos dela e respondi:
— Fala, amor.
Ela mordeu o lábio, hesitou um segundo, depois soltou:
— Eu fiquei viciada no pau dele… de verdade. Nunca senti nada igual na vida. É como se meu corpo tivesse descoberto outra coisa. Quando ele enfiava tudo, batia no fundo… parecia que eu ia desmaiar de prazer. Eu gozava mais forte, mais vezes… e depois ficava querendo mais. Mesmo depois que ele gozava dentro, eu ainda queria sentir ele de novo.
Eu senti o pau endurecer na hora, mas também senti um aperto forte no peito. Ciúme puro. Ciúme de ver minha esposa confessando que outro homem tinha dado um prazer que eu nunca tinha conseguido dar.
— Continua… — eu pedi, rouco.
Ela continuou, agora com mais safadeza:
— Eu penso nele o tempo todo, amor. Quando tô no banho, quando tô dirigindo, quando tô sozinha… fico imaginando aquele pauzão grosso abrindo minha bucetinha. Fico molhada só de lembrar. Ontem, enquanto você tava me chupando, eu tava pensando nele. Desculpa… mas é verdade. Eu fiquei viciada. Viciada mesmo.
Eu engoli em seco. Meu pau estava latejando, mas minha cabeça estava um turbilhão. Ciúme, tesão, insegurança, excitação… tudo misturado.
— E o que você sente agora? — perguntei, quase sem voz.
Ela sorriu safada, passou a mão no meu pau duro e falou:
— Agora eu tô aqui com você… mas meu corpo ainda tá sentindo falta dele. A bucetinha tá inchada, dolorida… e mesmo assim eu tô molhada de novo só de falar sobre isso. Eu gosto disso, amor. Gosto de sentir que outro homem me deixou assim. Que ele me viciou.
Eu não aguentei. Subi em cima dela, enfiei meu pau na bucetinha quente e cheia de porra do Leandro e comecei a meter forte. Enquanto metia, ela gemia e falava:
— Isso… me fode… usa a bucetinha que ele deixou toda aberta… eu sou sua puta também, amor… mas ele me viciou… me viciou no pauzão dele…
Eu gozei forte, gemendo alto, misturando minha porra com a dele dentro dela. Depois fiquei deitado em cima dela, ofegante, sentindo o coração acelerado.
— Você realmente ficou viciada? — perguntei, ainda dentro dela.
Ela me olhou nos olhos, com sinceridade e safadeza ao mesmo tempo, e respondeu:
— Fiquei. Por enquanto. Mas é gostoso sentir isso. E você… você fica louco de tesão vendo sua esposa viciada no pau de outro, né?
Eu não respondi com palavras. Só meti mais fundo e beijei ela com força.