Aqui é o Salis, o noivo da minha putinha. Como ela já antecipou, estou viajando a trabalho, mas, agora à tarde tive um tempo livre, antes de partir para outra cidade, e, naturalmente, não poderia deixar de reler o recado delicioso que o meu amor deixou pra mim aqui, no quadro de recados dos pervertidos. E, eu adoro isso. Amo putarias. Gosto de sacanagens. E fico com o caralho como um tronco de árvore, quando a minha noiva putinha, safada, fala putarias de forma explícita. Eu amo a dama que tenho, que me respeita, e se dá o respeito. Mas, adoro a vagabunda que ela expressa na hora do nosso prazer. E, nunca tinha tocado tantas punhetas, como neste período em que ela começou a escrever contos. Tudo o que escrevemos aqui são relatos reais e fidedignos dos nossos momentos de desejo e prazer. A safada até fez uma amiga aqui, com quem tem feito intercâmbio de safadezas. Duas putinhas particulares, trocando experiências sobre saciar seus machos! QUE TESÃO DO CARALHO por isso. Coisa de mulher safada. De puta profissional, e eu adoro isso! Não leio as conversas delas, pois adoro a expectativa de descobrir qual será a próxima safadeza do meu amor, como ela ficará mais putinha, e adoro que já seja tão putinha que troque figurinhas com outra puta, sobre como ser mais puta. É um grande ciclo virtuoso. Noite passada saí, fui jantar com as pessoas com quem me reuni durante o dia. Enquanto me vestia, próximo à janela, resolvi olho pela persiana para ver o que se passava lá embaixo. Trata-se de um hotel urbano, em um casarão antigo que foi recentemente reformado, com apenas dois pavimentos, com amenidades no térreo e quartos no segundo piso. Há dois pátios, no segundo ficam duas piscinas. Foi nesse cenário que avistei um casal sentado juntinhos numa cadeira namoradeira, e pensei comigo: Uhn, interessante. Vem sacanagem aí”. Já era próximo das nove, e eles estavam absolutamente a sós. Porém, à medida que o tempo ia passando e eu ficando pronto, nada acontecia. Absolutamente nada. Por um instante até pensei que finalmente iria rolar, quando a mulher, que estava de vestido, deitou-se em decúbito, ao lado do corpo do homem que estava apenas de calção, e abriu bem as pernas, praticamente como se fosse dar ali mesmo, balançou as coxas, naquela posição, sorrindo para o cara, e... nada! Ele só estava interessado em completar seu copo de cerveja. Decepcionante! Compartilhei tudo isso com minha putinha, que pareceu tão decepcionada quanto eu. E, eu fiquei excitado por compartilhar com ela tal situação. Muito provavelmente nós teríamos apenas afastado um pouco a poltrona para uma parte com menos iluminação e feito delícias à beira daquela piscina, até minha putinha exibicionista gozar feito uma virgenzinha, e eu encher de leite, o que quer que fosse, sua xota, sua boquinha, ou mesmo sua mão. E, sim. A putinha goza gemendo até quando leva uma leitada na mão, tocando uma punheta em mim. Ao voltar ao hotel encontrei o recado do meu amor, com aquele roteiro, anterior a este conto, E claro que bati punheta feito um tarado pervertido! Agora, com a intenção de tocar uma pra ela, e lhe enviar as fotos da minha gozada, vim ao computador, quando vieram as ideias; Então, meu bem, quero que você chegue em casa, tome um banho bem relaxante, faça toda a sua higiene de beleza e fique bem tranquila. Não quero que vista nada, apenas deite-se em minha cama, abra bem essas pernas e comece a alisar seu corpo, como se eu estivesse aí, de pé, em todos os sentidos, observando e tocando uma pra você, como se eu fosse uma tarado sem qualquer pudor, e você uma prostituta exibicionista, daquelas que ficam por trás do vidro, atendendo a todos os pedidos do tarado que está pagando para assistir. Com a diferença que, a você, eu pago com porra. Com gala. Com leitada de homem safado e cafajeste. Do jeitinho que você gosta. Quero que alise seu corpo. Passando as pontas dos dedos pelos lábios, pelo pescoço, descendo até o colo. Quero que segure e aperte seus peitos, e depois interaja com os mamilos, fazendo carinhos, apertando os biquinhos. Não toque uma ainda, apenas excite a sua pele. Imagine o calor do meu corpo sobre o seu! Depois, continue explorando seu corpo, feito como aquelas ocasiões que me contou, quando era apenas uma menina safada e cheia de vontade de ter um macho bem safado, que lhe pegasse, e desse gozadas no seu rostinho de ninfeta. Sinta-se a minha ninfeta. Que você é! Toque-se com lascívia, com desejo, sem tocar siririca ainda. Quero que deixe o melzinho se acumular na sua xota, ao ponto de começar a escorrer para o lençol, depois de passar pelo cuzinho. Quero que alise o meio das suas coxas, fazendo movimentos ascendentes com as pontinhas dos dedos em direção à bucetinha, e, finalmente, quero que segure a buceta do jeito que eu faço, quando encho a minha mão com ela. Faça isso várias vezes, sinta o melzinho quente na sua mão, e só então leve a pontinha do dedo na entradinha da xota e tire mel, tire melzinho de ninfeta putinha e espalhe por toda a bucetinha. Eu quero que você lubrifique toda a sua buceta com melzinho de puta, e o que sobrar, quero que lamba tudo da sua mão. Só então, com a bucetinha enxarcada, a xota toda meladinha de mel por fora, reluzindo, eu quero que leve o dedo até o grelinho e comece a tocar uma deliciosa siririca. Quero que toque seu grelinho com aqueles movimentos que estão tão gravados em minhas retinas e minha memória. Quero que solte o gemido. Não é pra prender. Quero que dê dedadas na xota, sempre tirando cheios de mel de putinha, apertando os seios, colocando os dedos na boca, bem vagabunda. Pois, vagabunda você é, eu nem preciso pedir, e safada também. Não seria uma puta atuando para seduzir o cliente tarado, simplesmente uma puta, naturalmente, sendo você mesma. Quando estiver completamente melada, quero que toque no grelinho dando dedadas na buceta, como se seus dedos fossem a minha pica! Em seguida, eu quero que você deite de lado, naquela posição de “tocar uma escondida”, e sei que você sabe do que tô falando. Safada! Eu quero que fique naquela posição, e toque no grelinho, enquanto, com a outra mão, quero que tire mel da xota, e comece a passar delicadamente em cima do cuzinho. Isso mesmo, quero que toque uma siririca, agitando seu grelinho com muito prazer, e fazendo carinhos no cuzinho, passando mel lá, e acariciando, sentindo, com os olhinhos fechados, apenas imagine ouvir o som da minha punheta bem pertinho de você. Pode até conectar o celular na caixinha e reproduzir algum dos vários áudios meus tocando uma pra você. É dessa maneira que eu quero que a minha puta goze. Xota enxarcada, toda meladinha por dentro e por fora, corpo nu, desejos de mulher vagabunda, de puta devassa, na mente, enquanto toda uma siririca bem pervertida, dedilhando o grelinho, a xota e o cu, para o teu macho tarado, safado e pervertido. Toca assim até gozar! Goza gostoso! Gemendo! Pensando em mim! Não demora eu chego, putinha. Vou te comer, nós dois completamente pelados, de pé, por trás, tarde da noite, na varanda da sala de jantar!
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