NO LOCAL DELA!




Eu já sabia que ela era uma safada. Que tinha desejos e taras deliciosos, e que, pelo visto, nossa vida sexual seria deliciosa. Mas, essa noite abriu a porta para muitas taras e fetiches.
Ela estava linda, perfeita, uma visão que me faria corar, se eu fosse o tipo de homem que se espanta com mulher gostosa!
A minha safada, com aquele corpinho de ninfeta e cara de puta, em uma sainha preta rodada, curtinha, rendada, com as alças do fio dental aparentes nas laterais. Uma sainha de rapariga, mesmo.
Abdômen à mostra, exibindo a barriguinha perfeita, a cintura bem definida, e por cima apenas um sutiã vermelho, bem chamativo.

No pescoço, uma fitinha de seda, como se fora um laço, enfeitando o presente. No rosto uma maquiagem forte, bem a caráter para uma putinha bem piranha, uma rapariga mesmo, e, nos lábios o batom carmesim, pra não deixar a menor dúvida de que se tratava de um prostituta. Uma ninfeta de programa. Do jeito que eu adoro!

Senti-me como quem é recebido na casa de prazeres, e conduzido ao cômodo da melhor garota da casa.
Ela própria já havia me revelado que, na adolescência costumava se reunir com suas amigas, e, quando estavam preparadas para dormir, no quarto dela, brincavam fingindo que aquele era o ambiente de um reality show só de amigas gostosas, só as beldades. E, adorei aquele raciocínio!

Senti-me na casa mais exclusiva da cidade, com a puta mais linda que jamais vira. A ninfetinha, estrela do local!

A putinha que me escolhera como cliente, e agora estava transformando o cenário de suas fantasias joviais em cenário de sexo sem pudor, transformou a fantasia adolescente em reality erótico. E, eu adoro personificar as taras e fantasias que minha mulher nutria deis de bem novinha. Sinto-me O MACHO da vida dela!

Apesar da pouca experiência na profissão, era notável que ela sabia exatamente o que fazer, e fazia com vontade, com gosto, com tesão de puta.

Tudo nela exalava lascívia e obscenidade. A forma como movia seu corpo, como suas curvas aceitavam naturalmente aquelas vestimentas promíscuas, como ela se apoiava na parede, como o vermelho dos seus lábios assentavam perfeitamente na moldura do seu rostinho lindo de mulher ninfeta.
Que puta linda!
Minha pica já estava pulsando dentro da roupa!

Ela veio em minha direção, apoiou um mão sobre o meu peito, acariciou o meu corpo e me beijou com lascívia, com carinho de mulher vagabunda. Aquele beijo e aquele toque que sinaliza estar ali para enlouquecer de tesão e saciar de prazer. Carinho de prostituta. Mas, prostituta que gosta do que faz.

Cuidadosamente me conduziu a sentar na pontinha da cama, movimento que complementou com ela própria sentando sobre uma das minha pernas, com as coxas levemente abertas, franqueando a minha visão e o acesso das minhas mãos a sua xota linda e saborosa.

Mais uma vez, eu me senti em um puteiro, naquele reality show da sua adolescência, escolhido pela garota mais deliciosa do catálogo, que, se não tivesse me atendido primeiro, com toda certeza teria sido a minha escolha. Era o que sentia naquele momento.

Tô na casa da…com a própria, a melhor de todas…vou foder essa gostosa como se não houvesse amanhã.
Adoro, quando sou seduzido por uma putinha assim. Garota linda, inteligente, que sabe o que gosta, o que quer, e sabe que puta, sem, por isso, deixar de ser uma mulher incrível.

Apesar de estreante no ofício, ela sabia exatamente o que queria. Beijou a minha boca com vontade, ainda sentada em meu colo, enquanto minha mão apertava seus seios por baixo do sutiã, alisavam suas pernas, seu abdômen, apertavam sua bunda por baixo da micro sainha, como se eu quisesse envolvê-la completamente, e queria.

Ela se levantou e me chamou. Fiquei de pé, ao meu lado um espelho que ia de alto a baixo na parede. A putinha ninfeta agachou, feito uma daquelas atrizes pornô que se prepara pra “pagar o aluguel atrasado”, mesma desenvoltura, abriu o zíper da minha calça, desabotoou, e começou a me devorar antes mesmo de tirar minha cueca. Ela beijou a minha cueca branca, deixando a marca da boca com batom de puta.

Depois abaixou também a cueca, revelando um sorrisinho safado ao ver o caralho duro saltar pra fora. Que ela agarrou imediatamente, e tratou de começar uma punhetinha na pica bem dura. A vadia punhetava e arfava com o caralho na mão, enquanto me cobria de beijos e de marcas de batom, por todo o meu púbis, marcas de batom de rapariga cobrindo a minha pele.

Até que, finalmente abocanhou o meu pau, com a boca bem molhada, quente, engoliu a pica até o talo, fazendo meu caralho duríssimo sumir dentro da sua boquinha, só pra fazer deslisar pra fora bem sequinho. Que habilidade!
Um estreante com alma de puta!

Depois que ela começou a chupar eu não consegui mais pensar muito. Apenas sentia aquele sexo, e admirava aquela garota de programa que tinha dado a tremenda sorte de pegar. Nem lembrava mais do conceito da casa da… reality show, nem mais nada disso. Naquele omento só havia nós dois.

Eu, minha pica duríssima, e aquela ninfeta gostosa, mamando feito uma vagabunda, se olhando no espelho com orgulho, como se estivesse finalmente sendo a puta que sempre quis ser. Em seu próprio cenário de fantasias!

Eu adoro tê-la me dando prazer, mas, nunca consegui ficar nisso. Eu queria mais!
Queria comer aquela putinha linda. Provar a sua xoxota!
Eu queria buceta!!!
Queria foder a bucetinha dela!

Levei-a até a cama, ao que ela se deixou conduzir como boa acompanhante que é. Deitei-a no colchão, tirei sua calcinha e caí de boca naquela xoxota maravilhosa, incrivelmente molhadinha. Um garota de program que mela a bucetinha enquanto trabalha!
Chupei aquela delícia, mas, minha vontade mesmo era de comer aquela buceta. Meter o pau naquela bucetinha!

Levantei, terminei de tirar minha roupa, deitei meu corpo sobre o dela e meti, meti gostoso na sua bucetinha.
Que tesão do caralho!
Que putinha linda e gostosa eu peguei.
A melhor, mais linda, e mais safada da casa.

Meti com vontade, elogiando muito a safada, dando tapas naquele rostinho lindo, do meu tesão, apertando aqueles peitos insinuantes, obscenos, gostosos!

Meti!
Lambuzei o meu desejo de macho safado e pervertido no mel daquela ninfetinha puta!
Tirei gemidos e muito mel dela!

Até que senti que seria inevitável jorrar meu prazer. Já não conseguiria mais segurar dentro de mim toda aquela porra que se comprimia querendo sair. Contrariado, tirei o caralho daquela bucetinha, subi pelo corpo dela, parando bem pertinho do rosto, e, dando com o caralho no rostinho dela, passando a cabeça toda melada pelos seus lábios, enquanto tocava uma punheta frenética, jorrei meu gozo!
Esporei a puta na cara, numa gozada bem farta!
Cobri todo o seu rostinho de gala, de leitada quente e grossa de macho!

A putinha recebeu a gozada com gemidos e um sorriso pervertido.
Uma cara de rapariga!
Uma ninfetinha linda, olhos marcados de sombra e delineador preto, os lábios ainda vermelhos, o abdômen trêmulo, da foda, e do tesão por todo o contexto.
Debaixo dela uma poça de mel, de gozo de puta.
E, no rostinho, muita porra do seu cliente pervertido.
A cara toda gozada!
E, o sorriso de puta que ficou!

Isso foi só o início da noite. Depois ainda comi muito aquela gostosa.
E, como até hoje!
Freguês fiel da casa da… Não vejo a hora de realizar muito mais com a minha mulher putinha!


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Ficha do conto

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265855

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/07/2026

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