Lá chegando, a atendente disse que eu subisse ao segundo andar e o procurasse lá – “boa” atendente – e foi o que fiz. Estava fuçando algumas bancadas quando vi do outro lado uma interessante menina, que deveria ser bem novinha, e sua curiosa roupa: uma saia como a que os homens escoceses usam (kilt) só que longa, uma fina camisa branca de malha, sandálias rasteiras e, dentro disso tudo, um corpinho magro de cintura fina e uma bunda indecentemente arrebitada! Seus cabelos castanhos eram arrepiados, curtos e usava um grande par de óculos redondos, de grau, com armação preta.
Fui me aproximando e comecei a puxar assunto sobre o livro que eu procurava. Como o assunto era referente a sociologia, ela engrenou na conversa e revelou-se uma intelectual, mostrando uma cultura enorme e um charme irresistível!
Juntos, procuramos meu livro e o dela, até que os achamos e resolvemos comemorar pegando um Metrô para o Catete, onde ela disse que morava sozinha e me convidou para – sim, acreditem – tomar chá com torradas!
Juntos em seu sofá e já bem unidos pelos nossos interesses culturais, foi inevitável que os olhares começassem a se tornar mais gulosos, e ela olhava minha boca incessantemente até que a beijei. O beijo pegou fogo e logo estava bolinando ela toda, chupando seus peitinhos e passando a mão em suas coxas mas, ao tentar levantar completamente sua saia ela me impediu bruscamente.
Achei que seria uma timidez natural de mulher, mas logo que se sentiu segura ela pegou meu pau com firmeza por cima da calça, abriu o zíper e começou a me dar uma das mamadas mais gostosas que já levei! E tudo isso sem tirar seus óculos!
Eu estava quase gozando quando novamente tentei levantar sua saia, ela me impediu e disse:
- Olha, sei que já fomos longe demais e te peço desculpas. Mas é que eu não posso, não quero problemas…
- Você tem namorado?
- Não…
- Toma pílula?
Ela deu um sorriso triste e começou a falar, meio gaguejante e com voz rouca:
- Esse é o problema… Não, não tomo e não preciso… eu… eu…
- Sim, diga…
- É… é que… desde pequena eu… eu fui criada… como…
- Sim?
- Como uma menina…
Confesso que custou um pouco até que a ficha caísse. Fiquei uns dez segundos de boca aberta até que perguntei o óbvio:
- Você é um menino?
- Sim… desculpe… não quis te enganar… não fique bravo…
- E se eu te disser que agora quero você mais que nunca?
Ela levou um tempo até assimilar, até que reagiu:
- Sério?
- Sim… Você é linda, pra mim é uma mulher e além do mais, preciso te dizer que sou bissexual.
E nos beijamos, desta vez com ela própria erguendo a saia – e o que vi ali, sem nenhum pentelho naquela pele tão branca, era assustador: uma enorme e grossa jeba com um cabeção vermelho, absolutamente reta parecendo uma régua, já babando de tesão! Ajudei a tirar sua saia e começamos um 69 com ela por cima de mim e eu olhando aquele cuzinho branquinho, naquela bunda inacreditável, enquanto mamava sua rola grossa e seu saco caia por cima de meus olhos!
Lubrifiquei meu pau, a pus de quatro e o apontei em sua portinha, mas ela pediu:
- Só dei o cuzinho uma vez, pra um namoradinho que sabia meu segredo, me comeu e sumiu… faz devagarinho…
Seu cuzinho era absurdamente apertado e mesmo com todo o lubrificante que usei, tive dificuldades em meter meu cabeção naquele buraquinho tão estreito! Mas logo ela se soltou, seu cuzinho se alargou um pouco e ela começou a gostar e gemer! Mesmo com todo o tesão eu me controlava para fazer devagar, com medo de machucá-la, e isso a fez gemer ainda mais, levando ela a loucura e fazendo com que seu cuzinho se alargasse cada vez mais e conseguisse, afinal, engolir meu pau inteiro! E como era quente!
Por fim, comigo quase gozando, senti minha piroca ser empurrada pra fora de seu cu – era sinal de que ela também conseguia orgasmos anais! Eu a forcei pra dentro e deixei ela gozando por um bom tempo, até que eu não aguentei mais e enchi aquele pequeno buraquinho com todo o meu leite!
Logo depois fiquei de quatro mostrando meu cu depiladinho pra ela, que encostou a enorme cabeça de sua grossa piroca na portinha, parou e me disse:
- Amor… sou virgem de pau… nunca fiz…
- Então experimenta… faz como eu fiz em você, acho que vai gostar…
Ela sorriu e foi metendo aos poucos sua gigantesca jeba – por isso a saia! – em meu cu, e a senti grossa, quente e chegando no fundo, me proporcionando um prazer diferente ao saber que meu cu tirava a virgindade daquele pau enorme!
Por fim a senti inchar, crescer e cuspir muito leite em meu cu. Leite quente, farto, que me encheu todo. E ela desabou com seus peitinhos em minhas costas, arfando, ainda gemendo e feliz!
Na verdade namoramos durante todo seu periodo na faculdade e somente quando ela viajou para os Estados Unidos para fazer Pós Graduação é que nos separamos.
Até hoje sinto falta daquele doce anjinho, quase gótica, de rosto lindo, pele macia, bunda arrebitada e pau enorme...


