Minha chefe, Dona Larrisa, atacou de coach um tempo, lá pra 2014, formou um grupo que alcançou umas 12 mulheres que se reuniram com ela para aprender a empreender com ela ou aperfeiçoar seus negócios.
Mulheres de todo tipo, algumas lindas, aquelas loironas, branconas, cara e jeito de madame, mortas de gostosas, daquelas que ficam paradas em julho em Salinas ao lado de carros caros. Mas não foi essa a questão, no meu suporte ao programa, me chamou atenção Rita, uma mulher parda, de 1,65 aproximadamente, beleza amazônica, cabelo castanho, luzes discretas que puxavam um pouco de loiro, pele firme, típica das coras bem cuidadas e muito gostosas de Belém, ela era séria, mais ríspida pela vida de labuta que trilhou e que melhorou quando ela se juntou com um cara que vendia várias coisas no comércio e com muita lenha pra queimar investiu no restaurante e loja de roupa delas.
Apesar do jeito mais fechado dela, a preferi em vez das “patroas” de traços europelizados, mais peruas e que claramente dariam abertura se fizesse a coisa certa pra elas. A escolha pela Rita era obvia, as coxas e o rabo daquela mulher eram coisa de louco. As coxas eram bem firmes, malhadas, com curvas de enlouquecer, complementadas por um rabão, desenhado, aquela bunda esculpida na academia saltava aos olhos quando ela colocava o vestido preto bem ajustado, elegante, até o joelho, de alças grossas, nada vulgar, mas não deixava de ser um espetáculo, o que se repetia com a saia estilo evangélica, cinza, de tecido, um pitelzinho, que desenhava seu corpo e fica também muito bom com a calça preta social bem ajustada, muito gostosa.
Como todas, ela gostava da minha prestatividade e constante elogios a elas todas, mas nunca deu maior abertura, mas segui firme até que a oportunidade veio, com a necessidade dela de gerar notas fiscais. “Edu, vc entende dos sistemas da SEFIN?” disse ela direta e objetiva como sempre foi “estou com cliente empresa que faz as prestações de conta bem forma e preciso regularizar umas notas com eles”. Vendo aquela oportunidade de diamante, marquei de ir na loja de roupa delas, que tinha computador e era mais sossegado que o restaurante, disse que era por causa do tumulto, mas a verdade era que eu queria ficar num clima mais intimista com ela.
Dito e feito, a estratégia deu certo e fui fingindo os problemas de sistema para ir voltado lá de vez em quando, uma quarta, na outra semana um terça e sexta, até que passados uns 6 meses, a amizade deu um certo e entre uma “a senhora é brava”, “acho bonito sua humanidade com funcionário”, “a senhora nasceu com talento para ser empresária”, ela foi se deixando levar pela admiração que, por sua postura rígida, quase ninguém chegava nesses assuntos com ela. Mas ao que parece ganhei pontos, mas a cereja do bolo veio quando ela vivenciou uma crise, por seu companheiro estar com uma amante “mais fixa”, diferentes dos casinhos que ele sempre tinha e ela sabia por alto, agora ele tava a deixando de canto.
Ela tava mexida, tristinha, ela não se largava, mas tava usando menos maquiagem, as roupas mais comuns e sem a valorizar. Eu percebi, não falei nada, mas um diz levei par ela um “ferreiro rochê” pequeno, daquele de trens bombons e disse q pensei q ia querer dois, mas um foi suficiente então guardei pra ela o outro. Ela sorriu valorizando o gesto, mas nada demais. A gratidão se repetiu por organizar o e-mail, instalar um programa de controle de estoque e dar umas dicas de marketing no instagram.
Eu sabia que aquela fase ia passar e a chance também, então eu precisava dar uma investida, o que não poderia passar da saída delas após receber uma renomada influencer de Belém para um almoço. Montei todo o aparato para tornar aquele encontro uma palestra de negócios, todas gostaram, o evento foi bacana então elas começaram a comer doces e salgados finos e beber vinho e champagne, já fui sem carro propositalmente e esperei ela cair na isca de me ver mexendo no uber (tava só fingindo pedir carro), então após 2 outros oferecerem carona ela também viu e me disse pra ir com ela na Tracker dela, se eu esperasse mais uma “meiahorinha”, o que aceitei obviamente.
Ela tava com um macacão branco, bem colado no busto e cintura e que soltava no quadril, se tornado largo, mas obviamente incapaz de esconder aquele cú imenso e saboroso, chique e gostosa na medida certa, então coloquei as coisas no banco de trás e já ia sentar por lá mesmo até que ele disse “vem aq na frente comigo Edu”. Fui, mas diz o tipo tímido e desconcertado, era a estratégia escolhida pra ela, cantar ela sem parecer maldoso, tentando mostrar responsabilidade com o trabalho, todas coisas que ela valorizava.
Altinha do “happy hour” ela indagou sorridente “porque assim tão quietinho?”, então comecei “pensando em como resolver um problema”, embarcando ela indagou “o que, posso te ajudar?” e eu disse “acredito que não”. E ela: “não quer me contar? De repente, te dou uma luz”. E eu lancei “A sra já é quem mais ajudou, isso é até injusto, a sra ter que resolver”. Ela se assustou “Aí meu Deus, agora eu fiquei curiosa, me conta essa história direito Edu”. Investi com medo, mas sabendo que era uma boa chance: “Vou ter q parar de trabalhar pra sra”, olhando para os meus pés, bem triste. E ela: “Mas o que aconteceu, tô pagando pouco, alguém te fez algo?”. E eu disse: “Nada disso, a culpa é minha, eu errei”. E ela ficou me olhando preocupada, pois levava o negócio dela muito a sério e gesticulou com a mão e dando uma socadinha com a cabeça pra cima como quem pergunta “o que?”. Então soltei mesmo “acho que confundi as coisas e não seria bom eu ficar perto da senhora”.
Rita deu uma gargalhada, diferente de seu quase sempre controle e descrição, olhando para cima e parecendo se divertir com a situação. “Do que você tá falando Edu?” ela me perguntou ainda rindo. Finalizei pra ver o que colhia: “Ah dona Rita, a sra é uma mulher muito bonita, acabei não resistindo e acho que há atração muito forte, com o que não posso concordar, não posso desrespeitá-la”. E ela indagou: “Mas Edu, o que você faria? É todo certinho aí, deixa de besteira”. E eu disse pra me posicionar e ser mais que claro “Dona Rita, sou homem, não esqueça, sinto coisas de homem”. Ela entendeu e tentou desconversar pra se esquivar: “Entendi. Mas Edu, com tanta mulher toda montada de linda lá, que você viu tanto assim em mim meu filho, pelo amor de Deus?”. Expliquei a cantando, já que ela deu a deixa: “A senhora disso tudo, elas são “montadas”, não é o que mais aprecio, toda natural, pele firme, cheia de curvas e com postura de mulher mesmo, prefiro-a mil vezes”. Ela fez cara de espanto e disse: “nossa, fico lisonjeada, que gentil da sua parte, se eu puder retribuir seu carinho, por favor me diga”. Vendo que ela deu outra deixa, não desperdicei a chance e fui ousado então: “retribuir? A senhora que tá falando sobre isso, eu to me comportando”. Ela deu outra gargalhada olhando pra cima, nada rasgado, mas divertido sim, ela curtiu a situação e deve ter se surpreendido com a minha sinceridade.
“Você é bom moço Edu, outros tempos, ias ver o que eu ia fazer contigo”, disse a Rita dando 3 tapinhas na minha coxa. O que percebendo outra deixa, dei em cima dela de novo: “Pensa em uma coisa que eu ia querer muito descobrir”, a respondi dando uma secada no corpo dela, dos seios ao meio das pernas. “Taí, nunca pensei, mas você caladinho, atira mais certo que muito abestado que sai “metralhando” adoidado e que não sabe chegar na mulher, tô quase te dando uma chance só pela iniciativa, a questão é dar conta Edu, se for igual uns e outros ai de 2 minutos, tô passando a vez...” Então finalizei: “só tem um jeito de descobrir”, mostrando pra ela no celular o instagram do motel Mirage, que era no rumo da minha casa.
“Mas rapaz, só pela tua graça, vou te dar uma lição”. Disse Rita, agora não dando tapinhas, mas passando a mão aberta na minha coxa esquerda, indo e voltando algumas vezes” e seguiu dirigindo até o motel me fazendo ameaças e contando vantagem da loba que era tempos atrás: “Ah Edu, tu não sabe com quem mexeu, lá na minha rua me chamavam de quebra rola, de tanto que eu fodia quicando na pica de macho, mas a fase passou e me ajeitei, tava quieta hein, tu que mexeu comigo, bora ver se tu se dá conta a titia aqui”. Ela falava sorrindo pra mim e eu só sorria pra ela balançando a cabeça e secando muito aquele corpo tesudo.
Meu amigos, Rita tava com tudo em cima, como muito bem sugeriam suas curvas marcadas nas roupas. Fui tomar banho primeiro, a fiquei esperando, ela se banhou e voltou de toalha enrolada, veio andando e rebolando bem gostosa na minha direção, então chegando na minha frente deixou cair a toalha e soltou um “ops” provocante, exibindo um corpão digno de uma menina de 20 anos no seu auge, com uma calcinha branca rendada e seios desnudos eu coloquei a mão em sua cintura a olhando deslumbrado com aquilo, ela então, sedutora e instigante, me chamou, “vem, vamos começar”, me atraindo como um imã ao fazer o gesto de convite apenas com o dedo indicador.
Me levantei e fui beijá-la, o que ela não desviou e comecei um encontro de lábios, calmo e suave, sentido aquela boca de lábios cheios na medida certa, ela se entregou no beijo, deixando a cabeça de lado e colocando os braços no meu ombro, não demorou muito, as línguas já se cruzaram e as cabeças iam de um lado para o outro. As minhas mãos da cintura, já desceram para a bunda e que bunda! Aquele rabo era todo volumoso e apetitoso, a bunda dela era bem redonda e preenchida, muito gostosa de pegar apalpando de todo jeito, baixando a mão até sentir aquelas coxas bem grossas e da mesma forma volumosas, que tesão aquela mulher, que se permitiu e desceu os braços do meu pescoço e passeou pelo meu peito e braços, numa ficação bem gostosa e apaixonada, de nos amantes que por um caso estavam se entregando a um momento promissor.
Não me aguentei e parti pra cima dela, a puxando contra meu corpo, esfregando meu pau duro nela, segurando forte seus seios, chupando o pescoço, descendo pro colo e chegando nos peitos, mamando bastante aquelas duas mandas grandes, não eram grandões de melão, mas não eram pequenos de maça também, eram como uma manga rosa grande, bons de pegar e chupar, não cabia tudo na boca, mas eu abocanhava como se tentasse isso, enquanto seguia apatolando muito aquele rabão com as minhas mãos.
Ela se excitou bastante e então a empurrei pra cama, fiquei de pé a olhando toda e vendo seu olhar de tarada fui tirando aquela linda e delicada calcinha fio dental de renda branca, que belezura, mas que deu espaço para uma buceta suculenta e lisinha, que abocanhei sem pena, vindo dando beijos e chupões, na barriga, nas coxas, na virilha, com força e intensidade, até chegar os lábios do xiri e aí frear e com calma indo tocando meus lábios beijando aquela buceta, pra criar o clima, como quem pede permissão, fui lentamente dando um beijo naquela delicia e aos poucos introduzindo também minha língua, não molenga, nem enrijecida, mas fazendo movimentos fluídos que a foram encharcando cada vez mais.
Rita era uma mulher que sabia foder, não havia dúvida, ela se contorcia e fazia movimentos e falava safadeza, de vez em quando olhando o serviço, apreciando e passando a língua nos lábios, segurando minha cabeça e as vezes a empurrando para ser mais fundo, o lençol molhou de tanto que ela escorreu eu tava com a cara toda lambuzada, aquilo tava muito gostoso, então ela me puxou pra cima dela e fui a beijando, loucamente, de um jeito quente, sentido toda a língua dela dentro da minha boca e a invadindo com toda a minha língua, ao mesmo tempo que sentia a buceta molhada dela e ia roçando.
Ficamos uns bons 3 minutos nisso, até que ela colocou a mão no meu pau e o sentido duro como uma pedra, ficou passando na sua buceta e forçando para dentro, não a parei de beijar, ela se jogava pra cima e gemia gostoso, até que não se aguentando mais ela me intimou “posso assim?” fazendo referência a estar sem camisinha, só respondi “mas com toda a certeza tesuda, quero sentir assim molhadinha e quentinha”. Rita mordeu os lábio e foi metendo meu pau dentro a sua buceta, deslizando suavemente pra dentro, enquanto me olhava nos olhos e, como ela não me havia chupado, apesar de deslizar fácil por ela cheia de mel, mas deu pra sentir um pouco do atrativo, bem de leve, da pelo com pele, que tesão!
Ela era macia, molhada e quente, então começamos um papai e mamãe calmo, até que já sentia a minha perna, que tava batendo um pouco na bunda dela, molhada, ela tava tão excitada que continuava escorrendo, eu já metia mais forte, sem nenhuma pena, entrava gostoso, ela gemia mais intensamente, me puxava mais forte, abria mais as pernas, tava indo até as bolas, como uma estava fincando no terreno da construção e rápido e acelerado, era envolvente sim, mas era uma foda, Rita gostava e sabia foder, eu era o felizardo.
A coisa desandou, comecei a socar freneticamente na Rita, muito forte, minha perna batia palma na bunda dela, que tava com as pernas bem abertas pra cima, querendo me sentir todo, ela não se aguentou, tava com muito tesão, devia ser o tempo sem o marido, já que estavam se estranhando, então ela começou a me instigar “vai Edu, vai Edu, assim, continua, vai” e gemendo e me querendo até que ela começou a urrar e se contorcer e tremer, sim, ela gozou no meu pau, Rita tava querendo e se permitiu tanto e segurei a onde, apesar da intensidade que deu tempo dela gozar, com a buceta vermelha e inchada de tanta madeirada, Rita tava escorrendo muito mel e deliciada na minha rola.
O êxtase foi diminuindo e o ritmo então a beijei e a fui virando na cama, a empinando, colocando de quatro como eu tanto queria, me abaixei e dei uma chupadas ainda, de baixo pra cima nela, beijando muito a buceta, mas chupando o cu também, que era saboroso e convidativo, até que me levantei, fiz pressão pra ela encostar a cabeça no colchão e meti na buceta dela, rola pra dentro, bem molhada entrou fácil, devagar no começo, mas não demorou pra ela querer mais e mais forte, então eu tava fudendo ela pelo rabo, até que ela não aguentou e pediu o que ela tanto queria, enquanto abria a bunda com as duas mãos em pediu “Edu, põe no cu, mete tua rola no meu cu, não aguento mais esperar, me enraba, me fode pelo buraco eu to maluca já.
Pedido feito e atendido, não dava pra acreditar, a minha pica ia deslizando, lentamente, a cabeça, devagarzinho, entrando e alargando aquele orifício, que cu gostoso, que sensação boa, apertado, mas que ao mesmo tempo permitia toda a minha rola o ir habitando, até que chegou nas bolas e eu só parei e ela começou a piscar o cu, se acostumando com meu pau e o sentido e ele latejando de tanto tesão. Que cena, aquela rabuda de quatro, se rebolando e eu vendo meu pau todo dentro do cuzão dela, aquilo merecia um quadro na sala de casa.
Então os serviços começaram, mas já não tinha nenhum respeito nem resquício de relação profissional, eu tava dando cada tapa monstro na bunda da Rita, ela me chamava de puto e pedia mais forte, mais fundo, ela dizia “vai filho da puta, eu quero ser arrombada, me fode, mete forte, acaba com meu cu que eu quero ficar sem sentar” “ai caralho isso”, eu não tinha pica suficiente pra isso tudo, mas me dei bem, socava sem pena, metia tudo, me acabava me jogando pra frente pra entrar tudo no cu da Rita, que gostoso, levantei uma das pernas pra ajudar na força e a segurar mais um pouco de tempo.
Tava enrabando a Rita gostoso, metendo com tudo no rabão dela, o cu dela era suculento e guloso, queria e recebeu todo meu pau, mas o guerreiro foi abatido, quase uma hora fudendo de todo jeito com aquela mulher, eu era um herói, missão cumprida, então segurando pelo quadril da potranca cravei tudo no cu da Rita com gosto e maldade boa de putaria, querendo acabar com ela, até que jorrei pra dentro do cu, muito gala grossa, meu pau pulsava e cu da Rita piscava, que putaria, que foda, que mulher mais linda e cuzeira, meti muito no cu dela e ela não só aguentou como queria mais ainda...
Rita foi uma foda daquelas, todo suados nos deitamos um pouco e nos recompomos, até nos arrumarmos e irmos embora, ganhei tudo quando ela me confessou estar com o cu ardido, que delicia de se ouvir, deu um tapa na bunda dela a apalpando e soltando o ultimo beijo daquele momento que infelizmente não se repetiu, mas deixou muita saudade...
Quem quiser imaginar a Rita, lembrada da cantora Kelly Key, disso que estamos falando, um tesão de mulher gostosa e eu peguei e pelo cú!

A empresaria q 9 acaso ainda irá me apresentar q delícia q Epicura hummm