A ansiedade imperava em mim. Afinal, minha programação para aquela tarde era investir um pouco mais em Salomão, saber se ele já tinha ficado com outros homens, nem que seja beijado da forma intensa que me beijou, e saber qual o nível de ambição dele. Eu só precisava de um tempo com ele.
Novamente eu me encontrava no mesmo campo do sonho anterior. Eu já conhecia o caminho, então fui caminhando até o local do casamento, mas dessa vez estava tudo mudado. Eu só reconhecia os convidados do lado de Rafaela, do outro lado eu só conhecia três rostos, os filhos de Salomão. Continuei me aproximando, ainda sem entender muito, até que esbarro com Clara, fazendo o caminho contrário. Ela está aos prantos, totalmente desestabilizada. Quando nosso olhar se cruza, ela fala:
- Tudo isso é culpa sua!
Minha vontade era de perguntar o que é culpa minha e quem eram os noivos, se por acaso era Salomão. Porém, assim como no outro sonho, não consegui controlar minhas palavras e falei:
- Rafaela merece ser feliz com quem ela quiser.
Clara riu e falou:
- Você diz isso porque ainda não viu com quem seu amado Salomão está.
Clara olhou para trás, na direção do altar. Olhei imaginando que Salomão seria o noivo, mas na verdade Ana era a noiva de Rafaela e Salomão estava beijando Fernando, isso mesmo, nosso professor Fernando.
Meu desespero foi imediato. Meu coração queria explodir de tão rápido. Olhar o objeto do meu desejo beijando outra boca me provocou uma série de sentimentos obscuros: raiva, inveja, dor, tristeza e um vazio existencial sem tamanho.
Eu sabia que Salomão não era meu, então eu não poderia cobrar nada dele, mas minha vontade era de chegar lá e acabar com aquela cena, destruir tudo e matar Fernando por ousar encostar no homem que eu tanto desejava.
Ao mesmo tempo, eu me perguntava: De onde surge esse ciúmes doentio de Salomão? Será meu pai e Rafaela estavam certos?
Não, claro que não. Mas eu nunca senti ciúmes nem de Rafaela, quem dirá de um homem que eu tinha conhecido a tão poucos dias.
Eu ainda estava perdido em pensamentos, quando sinto a boca de Clara me chupando, mas surpreendentemente eu não estava no clima para sexo e comecei a falar:
- Para Clara, não tô no clima.
Comecei a repetir isso sem parar... Até que acordo e vejo que realmente estou sendo chupado, mas por minha namorada.
- Amor, o que faz aqui?
- Vim te fazer uma surpresa. Mas, pelo visto você estava sonhando que tava transando com Clara. - Ela falou, fingindo ciúmes. - Espero que eu também esteja nesse seu sonho. - O sorrisinho veio no final.
- Estava sim, mas no meu sonho você ia casar com Ana, esposa de Salomão. Clara estava tentando me animar.
Rafaela riu escandalosamente.
- Até que a Ana não é de jogar fora, conversei alguns segundos com ela. - Rafaela parou por alguns segundos e depois continuou. - É uma mulher sofrida, não vive feliz. Precisei convencê-la de que sou sua namorada para poder entrar, tive que mostrar um vídeo nosso fazendo amor. - Rafa começou a rir muito. - Ana quase morre do coração! Gostei dela! Mas jamais te trocaria para ficar com uma mulher.
- É bom saber, porque no meu sonho parecia outra coisa. - Falei fingindo tristeza.
- Pois deixa eu te animar da mesma forma que Clara fazia no seu sonho.
Rafaela voltou a me chupar e fizemos um amorzinho gostoso. Nada muito intenso, nenhuma posição sexual complexa... Foi quase um papai e mamãe, mas foi bem gostoso. Transar com Rafaela era sempre bom, ela conhecia meus pontos de maior tesão e eu também sabia o que fazer pra ela ter orgasmos múltiplos sem muito esforço.
Tomamos banho juntos e eu comi o cu dela debaixo do chuveiro. Rafa adora dar o cu, ela diz que eu me empolgo mais. Talvez ela esteja certa e tenham bons motivos pra isso, mas não vem ao caso agora.
Saímos do banho, já era quase uma da tarde. A família de Salomão já estava almoçando.
- Não conseguimos te esperar. Ana precisa voltar agora a tarde.
- Tudo bem! As crianças aproveitaram a piscina?
- Muito! Não queriam sair pra tomar banho! - Ana respondeu enquanto ajudava a filha caçula a almoçar.
Sentamos a mesa para almoçar. A comida estava maravilhosa, eu quase não consegui continuar a conversa porque não queria parar de comer.
- Fico feliz que seus filhos aproveitaram esse calor que está fazendo! Então, Salomão. Você leva Ana e seus filhos e volta pra gente ter aula de violão.
- Nem pensar! - Rafaela me interrompeu. - Tirei meu dia de folga pra ficar contigo. Já fizemos um amor gostosinho e agora vamos fazer um amor mais pesado.
Percebi o olhar de Salomão sobre mim. Não consegui ler a intenção daquele olhar, mas era fixo.
- Isso que é fôlego! - Ana comentou.
- Eu adoro! Nada melhor do que fazer amor com o amor da sua vida! O corpo inteiro sente! - Rafaela falou, olhando fixamente para Ana. Por um segundo, eu senti Ana estremecer.
- Concordo contigo! A conexão entre pessoas que se amam é muito mais intensa. Os momentos íntimos de fazer amor se tornam mais especiais.
Salomão falou aquilo e eu vi a vergonha no rosto de Ana. Parece que sexo era um assunto complicado entre eles. Eu não sabia dizer ao certo, mas pelo que vi nas câmeras durante a foda dos dois, Ana não gostava muito do assunto. Talvez até por esse motivo que meu subconsciente colocou ela como lésbica, casando com Rafaela no sonho.
Tínhamos esquecido que os filhos de Salomão estavam observando tudo e bem atentos. Mas a filha do meio nos lembrou de sua presença.
- Mas amor não se faz, já vem feito. A gente só sente!
Rimos daquele comentário e concordamos.
- Davi, então você poderia me emprestar o valor do transporte de volta? Eu realmente estou no limite de gastos desse mês. - Salomão falou.
- Que nada! Você vai no meu carro e amanhã, antes de ir para faculdade, você passa aqui em casa, me pega e a gente vai junto pra faculdade.
- Perfeito! Mas o carro não vai te fazer falta? Eu não quero incomodar.
- Nada! Pelo visto eu não vou sair de casa hoje!
Eu, Salomão e Rafa rimos, já Ana ficou sem graça.
- Mas eu tô anotando cada gasto para te pagar um dia. Não sei exatamente quanto deu lá no hospital, mas depois eu ligo perguntando o valor de cada procedimento que minha filha fez.
- Já disse que não precisa. Dinheiro não é uma preocupação nossa e você, na condição de meu filho, deveria aproveitar isso.
Enfim, o almoço foi tranquilo e descontraído. Mas eu não estava nem um pouco feliz por ver meus planos se desfazendo mais uma vez.
Os filhos de Salomão realmente não queriam sair da piscina. Eles já queriam vir no final de semana, mas como teria festa na sexta-feira e no sábado eles tinham compromisso, acabamos marcando para outro dia.
Quando ficamos sozinhos, eu fui direto ao assunto com minha namorada:
- O que você tem contra Salomão?
- Meu amor, você está completamente apaixonado por ele.
- Não, não estou.
- Seu olho brilha quando fala com ele, sua voz ganha um tom melódico só de falar o nome dele... você está de quatro pra ele e não é no bom sentido.
- Amor, ele é só mais uma conquista sexual. Foi por isso que você veio de Salvador hoje?
- Sem dúvidas! Eu preciso marcar meu território! Você não pode ficar sozinho com ele.
- O que tem de tão errado nele? Por que eu não posso dar uns pegas nele? A gente sempre fez isso e sempre deu certo.
- Dessa vez é diferente. Você nunca se interessou de verdade antes. Mas vamos lá: esse colega vive de que? Como ele sustenta a família?
- Ele já me disse isso. Salomão foi demitido do emprego que trabalhava fazia uma década e ganhou um bom dinheiro por isso. Ele também tá recebendo algum auxílio do governo, não entendi direito, é tipo um salário por ter perdido o salário. Depois ele vai tentar os auxílios da faculdade para quem é pobre e vai completar a renda fazendo alguma coisa lá. Além disso, Ana tá trabalhando enquanto os filhos estão na escola.
- Tudo muito momentâneo! Ele pode querer se aproveitar do seu dinheiro.
- Ah Rafaela, você está passando dos limites!
- Não vou brigar com você! Mas vou marcar presença direto.
- Pois você só me atrapalhou. Eu ia dar o bote hoje e acabar com essa história, mas você adiou o momento perfeito. Agora vou precisar de mais tempo para conseguir outro momento perfeito para fisgar Salomão.
- Não tente se enganar. Porque a mim tu não engana. Tu não vai querer uma vez só, Davi. Tu vai querer por muito tempo.
- A gente nem sabe se ele fode bem. Pelo que eu sei, Ana não gosta muito de dar pra ele.
- Mas você fode muito bem e pode compensar se ele tiver essa falha.
- Eu fodo bem?!!!
Comecei a beijar Rafaela e passamos a foder de forma bem intensa. Foi puro tesão, não preciso entrar em detalhes aqui, mas meu pau ficou assado de tanto que fodi Rafaela. Claro que, depois da terceira gozada, precisei tomar um azulzinho, mas transar com Rafaela valia apena.
A noite saímos para comer pizza e ficamos namorando um pouco. Não voltamos a conversar sobre Salomão. Eu estava realmente chateado com toda aquela intervenção na minha vida. Rafaela iria viajar de madrugada porque tinha aula pela manhã. Quando faltava pouco tempo para ela viajar, chamei minha namorada para uma conversa séria:
- Rafa, precisamos conversar e por favor me deixa terminar de falar. Nosso relacionamento funciona porque você me deixa livre. Desde o começo, nosso acordo sempre foi que seriamos a prioridade um do outro, mas também seriamos livres, completamente livres.
Eu falava devagar, em um tom de amenidade.
- Mas amor, nesse caso é diferente. Até teu pai concorda comigo que esse cara não presta...
Rafa estava nervosa, falava rápido e mexia as mãos.
- E eu presto?!! Eu não sou um ser frágil e inocente em busca de romance! O perigo sou eu!!!
Falei alto, rápido e em um tom bem estupido.
- Nesse caso...
Ela tentou falar algo, mas eu cortei.
- Para! Para de se meter na minha vida! Se for pra eu me foder, deixa eu me foder! - Fiz uma pausa e continuei. - Eu vou ser bem direto e objetivo: Se você continuar se metendo a gente vai precisar reanalisar os termos do nosso namoro.
Rafaela levou um choque, arregalou os olhos e me olhou seriamente.
- Você vai terminar comigo por causa dele? É esse o nível de importância que eu tenho na sua vida?
Ela já estava quase chorando.
- Não. Eu não quero terminar contigo. Você sabe que é o amor da minha vida, dentro do meu conceito de amor, que eu nunca vou ter com outra pessoa o que temos... Mas eu não quero ser controlado dessa forma, nunca vou aceitar isso, nem vindo de você.
- Davi, você não está vendo isso com a clareza necessária.
Rafaela já estava aos prantos nesse momento, mas eu não poderia permitir que alguém me controlasse daquela forma.
- Rafa, você mandou a Clara vir me viajar. Depois veio pessoalmente me viajar. Combinamos nunca nos meter nos casos um do outro. Eu não vou aceitar você tentar me controlar.
- Ok, mas você vai se lembrar desse dia e vai se arrepender muito.
- Assim espero!
Puxei minha namorada para um abraço apertado. Ela estava resistente, mas acabou me abraçando e chorando nos meus braços.
Rafa foi viajar e eu voltei a dormir. A conversa tinha sido bem tensa, mas necessária. Eu precisava que ela não tentasse atrapalhar meus planos novamente.
Pela manhã, acordei com meu celular tocando. Era Salomão, ele já estava na porta da minha casa. Clara já estava lá em casa, então mandei ela abrir a porta para Salomão. Fui tomar banho, me arrumar e tomei café. Salomão ficou me esperando na área da piscina. Durante o café, Clara puxou assunto comigo:
- Davi, Rafa ligou pra mim. Ela saiu daqui chateada.
- Não se mete, Clarita. Por favor.
- Davi, você vai jogar anos de relacionamento solido com a mulher da sua vida por causa...
- Pode parar bem aí. Primeiro que não terminamos. Tivemos apenas uma conversa bem séria. Segundo que ela estava querendo me controlar e você sabe que nem meu pai me controla.
- Ela te ama!
- Amor não justifica tudo. Eu não sou animal de cativeiro, eu sou livre e ela sempre soube.
Parei aquela conversa porque já estava atrasado para faculdade. Antes de ir para faculdade, fui até a área da piscina, fumar um cigarro junto com Salomão. Eu não tinha tanto costume de fumar, mas sabia que era o vício de Salomão, então fui na esperança dele me seguir e dito e feito. Acendi um cigarro e logo ele pediu um também. Fumamos em silêncio e nos encarando. Eu poderia jurar que estava rolando um clima entre a gente, mas logo ele interrompeu falando que precisávamos ir para faculdade.
Decidi ir de moto, assim poderia sentir o corpo de Salomão bem próximo ao meu. E, posso dizer que dessa vez Salomão parecia estar mais grudado ao meu corpo. Talvez isso indicasse algo.
Era dia da nossa apresentação, não ensaiamos muito, mas estávamos preparados e o assunto era fácil. A apresentação foi tranquila, todos amaram nossa parodia sobre Massas de ar. Salomão obteve muitas atenções e isso me deixou com ciúmes. Todos ficaram falando sobre a voz e a postura dele.
Por volta das onze horas, Paulo Henrique me chamou para conversar.
- Davi, eu vim te devolver seu relógio. Não vale apena ser obrigado a dar o cu por causa de um relógio.
- Eu não te obriguei a nada! Te dei uma escolha. Mas vai me dizer que não foi bom?
Paulo começou a gaguejar.
- Não importa se foi bom. Eu não sou gay, Davi. Não quero viver essa vida.
- Tudo bem! Mas você ainda está na minha mão, devolvendo o relógio ou não. Tenho as gravações ainda.
- Eu não vou ficar dando o cu pra você! Se for assim pode me denunciar.
Paulo não tinha muita convicção na sua fala.
- E quem disse que eu quero te comer? Já fiz isso, foi gostosinho estourar seu cu. Mas já deu, literalmente. Eu quero ter um capanga, alguém que faça um trabalhinho duvidoso quando eu precisar.
- Eu não sou burro, Davi! Não vou cometer outros crimes para encobrir um furto leve.
- Um furto leve na casa do filho de uma cara bem rico. Cara rico que pode te livrar de outros supostos crimes, se for necessário.
- Já entendi. Eu tô morrendo de ódio de você, mas não sou burro. Ficar ao seu lado é mais lucrativo.
- Literalmente. Amanhã tem festinha lá em casa. Só não vai me roubar novamente.
Falei sorrindo e Paulo ia saindo, mas voltou.
- Quer saber? Se eu não vou me livrar de você, quero foder seu cu.
Ri por dentro! Era obvio que Paulo Henrique estava querendo foder comigo. Cada célula do corpo dele exalava desejo.
- Vamos para o banheiro.
Um segurança da faculdade se aproximou de nós e falou:
- Vocês falam muito alto. Não vão foder no banheiro. Eu levo vocês para o lugar que ficam os seguranças.
- A troco de que? Eu não vou te dar meu cu. - Paulo Henrique falou, mais baixo dessa vez.
- Eu posso dar para os dois, inclusive ao mesmo tempo. - Falei.
Eu até tinha tara em comer seguranças, mas meu pau estava ardendo ainda, depois de tanto foder com Rafaela. Então resolvi utilizar apenas meu cu com os dois.
Fomos para o local onde os seguranças da faculdade descansam. Paulo e o segurança estavam tímidos para começar, então eu ajoelhei, tirei as calças dos dois e comecei a chupar aqueles dois paus a minha frente.
O segurança era um negão, alto e forte, muito musculoso mesmo. Achei que ele teria um pau colossal, mas era um pau até que comum, menor que o meu e mais fino também. O dele deveria medir uns 18 centímetros e ele estava se gabando demais.
Mas fiz meu trabalho com maestria. Comecei a mamar os dois como se eu fosse uma puta sedenta por pau, coisa que eu era em muitas ocasiões.
Engoli uma rola de cada vez, mas sempre masturbando a rola que não estava na minha boca. Meu boquete era tão bom que Paulo Henrique gozou na minha boca.
O esperma dele era docinho, engoli tudo e lambi os lábios. Vi a expressão de surpresa de Paulo e sorri.
Paulo precisava de um tempo para se recuperar, mas aquele segurança estava só começando. Ele me puxou pelo braço, me colocou de pé com a cara na parede, abaixou minhas calças e começou a chupar meu cu.
Ele tinha uma barba e sabia muito bem como usar na hora de chupar meu cu. Eu estava muito excitado. O cara pegou no meu pau e ficou surpreso.
- Puta que pariu! Com um pau desse tamanho é um desperdício você ser passivo.
- Quem disse que sou passivo? Faço de tudo na cama.
- Feliz daqueles que gostam de pau e provam isso aqui. Mas eu não sou passivo.
- Azar o seu. É muito gostoso. O cu é uma zona de prazer gigante.
- Chega de conversa. Vou meter em você.
- Pode enfiar de uma vez só, sem pena. Eu adoro.
Ele colocou uma camisinha e enfiou tudo de vez. Adorei sentir aquela rola me rasgando, eu realmente sinto muito tesão pelo cu. E aquele cara sabia meter e dominar muito bem. Comecei a gemer de prazer.
A gente tinha pouco tempo para trepar, então ele começou a meter muito rápido, comigo ainda de pé. Ele meteu por mais algum tempo e Paulo falou:
- Deixa eu meter também.
- Só depois que eu gozar. - O segurança respondeu.
- Caralho! Eu vim aqui pra meter e não pra ficar assistindo. - Paulo falou, meio irritado.
- Eu tenho a solução: tu me come e ele te come. Um trenzinho. - Dei a ideia.
- Eu topo, mas só porque preciso gozar novamente, mas não sou gay.
Era muito obvio que Paulo queria sentir uma rola no cu novamente. Então fizemos, deitamos no chão, de ladinho. Paulo começou a me comer e o segurança começou a comer Paulo. Meu colega gemia pra caralho e de tesão.
Paulo Henrique não demorou para gozar. O segurança também queria gozar, mas queria gozar na minha boca. Então ele tirou a camisinha e me deu seu pau pra chupar. Chupei por alguns poucos segundos e senti os jatos de porra invadirem minha boca. Era tanto esperma que quase engasguei, tive que ser muito habilidoso para não deixar escapar nenhuma gota.
Eu também queria gozar e o segurança se ofereceu para me chupar. Eu sabia que aquele papo de não ser passivo não colava muito. Quem olha para meu pau duro fica com tesão na hora.
Ele ajoelhou na minha frente e começou a me chupar. Tentei segurar ao máximo porque estava muito bom, mas foi difícil conter o tesão. Acabei gozando na boca do cara que eu nem sabia o nome.
Não senti a dupla penetração que eu queria, mas vi meu colega dando para um negão e isso foi bem excitante também.
Após a foda, eu aproveitei para tomar um banho rápido no banheiro dos seguranças. Meu colega e o segurança não quiseram tomar banho.
Quando terminei já era meio dia. Passei na sala de aula, peguei minhas coisas e fui para o estacionamento pegar minha moto. Salomão estava me esperando lá, ao lado de minha moto.
- Davi! Eu já estava quase desistindo de te esperar. Pensei que já tinha ido para casa.
Vi que ele estava bem curioso, mas resolvi não falar o que estava fazendo.
- Ainda estou por aqui. Você quer falar comigo?
- Quero, mas posso deixar para outra hora se tu tiver ocupado. Estou vendo que tomou até banho, está de cabelos molhados.
Ele não queria perguntar e eu não ia responder sem uma pergunta.
- Não! Já resolvi tudo o que tinha que resolver. Sou todo seu.
- Posso almoçar na sua casa novamente? Eu sei que já te explorei demais esses dias, mas é que vou precisar entregar uma encomenda de toalhas que minha irmã borda, mas a pessoa só vai estar disponível a partir das duas da tarde.
- Perfeito! Eu ia almoçar sozinho hoje, agora tenho sua companhia!
Mandei uma mensagem para Clara, informando que precisava da casa livre para receber uma pessoa. E queria uma garrafa de vinho na mesa.
Fomos na minha moto e novamente Salomão grudou em mim. Eu estava adorando todo aquele contato.
Chegamos em casa e a comida estava pronta e na mesa. Tinha até o vinho já em cima da mesa, faltava apenas nos servimos.
Começamos a comer. Salomão não queria beber o vinho, mas no final ele não resistiu e tomou um pouco, só para me acompanhar.
Após o vinho, ele parecia mais solto, mais leve:
- Davi, desculpa se eu tiver sendo muito invasivo. Tu ficou com nosso colega Paulo?
Eu ri, sabia que ele estava morrendo de curiosidade.
- Ficamos sim. Ele me comeu gostoso.
- Mas ele é hetero.
- Hoje em dia só é 100% hetero quem nunca experimentou o prazer que é ficar com um homem. Ter um cu apertando seu pau é a melhor sensação do mundo.
- Davi, tu tem uma namorada linda e que gosta de sexo. Cheguei a ouvir vocês transando ontem meio dia e os dois gemiam muito. Você parece gostar da coisa.
Eu estava adorando toda aquela curiosidade de Salomão. Ainda mais depois do beijo.
- Eu adoro foder com a Rafaela, ela me entende na cama. Ela adora dá o cu também e faz tudo o que eu peço, sem frescura.
- Então por que tu não fica só com ela? Não é como se tu não gostasse.
- A questão é que eu também adoro um macho. Adoro sentir o cheiro de suor de um homem trabalhador. Adoro comer um cu e ouvir um gemido rouco de macho. Também adoro muito dar meu cu para um homem roludo, que sabe dominar e me fazer sofrer em cima de um pau. Enfim, eu adoro todo tipo de sexo.
- Sortudo é você. - Vi o desejo nos olhos dele, eu acho.
- Tu nunca experimentou comer um cu de homem?
Ele ia responder, mas o celular dele começou a tocar. Era a irmã dele mandando ele levar a tal encomenda em outro local. Salomão saiu agitado e eu deixei ele ir no meu carro. Até porque ele só poderia voltar para cidade dele no ônibus de cinco da tarde.
Aproveitei para tomar um banho, fazer a chuca e vestir um short bem curto. Fiquei tomando o restante do vinho enquanto ele não chegava.
Quando ele chegou, percebi os olhares dele para minha bunda, mas não recebi nenhum comentário. Ofereci vinho, mas ele recusou dessa vez porque queria chegar em casa sem o cheiro da bebida.
Depois de alguns minutos conversando sobre a faculdade e nossos professores, resolvi atacar: chamei meu colega pra fumar um cigarro na piscina. Após a primeira tragada eu já falei:
- Se quiser repetir o que fizemos ontem nessa mesma piscina, fique a vontade. - Falei com voz sensual e dei outra tragada no cigarro. Já meio alegre por causa do vinho.
- Davi! - Ele falou meio sério, em tom de repreensão, e ficou me encarando. Eu fiquei com medo de ter passado do ponto.
- Ah! Para, Salomão!!! Essa é nossa piada interna. Não quer dizer que a gente precise realmente se beijar. Eu sei que você não quer, mas isso não me impede de te perturbar.
- Não é isso! O problema é que eu quero! Eu fiquei pensando nisso cada segundo desde nosso beijo. Foi bom pra disgraça! - Ele falou rápido e baixo, como se fossem palavras que ele não conseguisse conter. E deu uma longa tragada no cigarro.
- Então qual o problema? Eu nunca vou recusar um beijo de um homem!
- O problema é que você é gay e eu não quero te iludir. Também não quero sexo. Eu só quero beijar. Matar a parte que não tenho em casa. - Mais uma vez as palavras pareciam fugir dele.
- Se esse é o problema, não se preocupe! Eu posso me conter e fazer apenas o que você quiser.
- E se um dia eu quiser tudo? - Meu coração quase parou quando ouvi aquilo dele.
- Tudo o que você quiser. - Falei já encarando os lábios dele.
Ele não falou mais nada!
Salomão me tomou em seus braços fortes e me beijou intensamente. Eu poderia facilmente me acostumar com aquela pegada e aqueles beijos!!!
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Espero que gostei e comente.
Assim como Davi, comecei a estudar esse ano. Vou aproveitar que a faculdade entrou em recesso junino e adiantar o conto, mas vou ficar na expectativa de receber comentários.
renancachorro