Eu não fazia ideia do motivo que levou meu colega a aceitar transar comigo. Talvez o fato de eu poder ser preso. Pelo que entendi, essa possibilidade mexeu com todo mundo ao meu redor.
Mandei meu sagrado áudio de bom dia para meu pai e ele me respondeu:
"Gostei de ouvir sua voz mais animada e relaxada. O que te deixou assim? Fazia tempo que eu não te via com a voz tão boa."
"O senhor não vai gostar, mas finalmente rolou com Salomão e foi incrível, muito melhor do que eu esperava."
"O sentimento é bom, meu filho. Mas a motivação é péssima. Você já leu o que o investigador descobriu sobre esse seu colega?"
"Pai, ainda não tive tempo. Mas o senhor bem que poderia resumir pra mim."
"Eu já te falei que a família dele quase toda já foi presa ou respondeu processo por maltratar mulher e ele vai pelo mesmo caminho com essa esposa dele."
" Só isso? Eu não sou mulher, ele não pode pagar pelos crimes da família e me relacionar com homem bruto tem seus prejuízos."
"Davi, cria juízo! É óbvio que não é só isso. A história de vida toda dele é muito pesada. Pra você ter noção: a esposa dele era casada com um tio dele que batia nela. Os dois filhos mais velhos não são de Salomão e a mais nova pode também não ser dele."
"Pai, isso só conta a favor dele. Viu a titia sofrendo na mão do tio e resolveu assumir. Ainda assumiu os filhos. Ele trata todos como se fossem dele."
"Filho, só lê tudo o que o detetive descobriu, por favor. Quando você encaixa todas as peças, a história fica tensa."
"Te amo, pai! Depois eu tento ler."
Também mandei a mensagem de "Eu te amo" pra Rafaela. O que foi esquisito na minha cabeça. Mandei mais pra cumprir tabela. Eu já não amava Rafaela fazia muitos anos, mas nossa relação era cômoda e existia um amor de amigo muito forte. Mas depois das últimas conversas, até esse amor de amigos ficou abalado.
Vi uma mensagem de Paulo Henrique no meu celular, ele tinha enviado por volta das duas da madrugada. Era uma foto de Thiago dando o cu pra ele. Apesar de não mostrar os rostos, eu conhecia muito bem o corpo de Thiago com todas as suas tatuagens e sabia que quem estava metendo era Paulo.
Fiquei admirado com a velocidade do resultado da investida dele. Eu tinha a impressão de que Paulo estava adorando cumprir minhas ordens.
Quando eu ia levantar pra comer algo, recebi a seguinte mensagem de Salomão:
"Davi, será que Suzana pode almoçar aí? Ela disse que só fala comigo sobre o beijo se for pessoalmente e na sua frente. Eu preciso reconquistar Ana."
Confesso que fiquei muito puto com aquela mensagem. Na minha cabeça a noite anterior tinha sido tão mágica que pensei que teríamos alguns dias só nossos naquela casa. Eu já estava até pensando em dar folga de dias para Clara e inventar um motivo pra não ver Rafaela no final de semana.
Me senti um idiota sendo usado e descartado como se não fosse nada. Resolvi deixar nossa colega almoçar com a gente, mesmo correndo o risco de Salomão perceber que tudo não passou de um plano meu.
Avisei para Clara sobre os convidados para o almoço. Já era 11:30 da manhã quando mandei mensagem pra ela, mas Clara disse que estava tranquilo. Clara começou a puxar conversa comigo:
- Então Davi, foi gostoso transar com ele?
- Foi! - Respondi de forma seca.
- E por que tá assim? Parece que não gostou de algo. - Ela falou me analisando.
- O problema, Clarita, é que a noite foi incrível, a gente quase não dormiu, fizemos sexo de diversas formas, em posições diferentes, até no chão do banheiro a gente transou e foi tudo muito gostoso. Gozei uma três vezes, eu acho e todas com muito tesão... A gente se beijou por muito tempo quando acordamos hoje pela manhã...
- Então foi bom...
- Mas agora ele me manda essa mensagem. - Falei e mostrei a mensagem pra Clara.
- Amigo, tu esperava que ele desistisse da mulher pra ficar contigo?
- Não! Não é isso, também não sou tão trouxa, eu acho. Mas eu esperava ter, pelo menos, mais alguns dias de prazer só com ele. - Falei, deixando exalar minha decepção.
- E o que você vai fazer em relação a essa tal de Suzana? Ela vai falar que foi você que pediu pra ela se aproximar de Salomão. Tu vai negar?
- Não! Vou confirmar. Eu pedi pra ela se aproximar de meu amigo que estava triste e carente, não mandei ela agarrar ele, nem tinha como prever que ele não iria recusar. Além disso eu falei isso para várias pessoas e ela se ofereceu pra ajudar Salomão, só não me disse como iria ajudar.
- Tu é cínico, Davi. - Clara falou, se fingindo de chocada.
- E você gosta. - Falei rindo.
Aproveitei pra agarrar e beijar Clara. Fazia tempo que a gente não dava uns pegas e nosso encaixe era muito bom. Não eram beijos sexuais, não sei explicar. Entre eu e Clara não era fogo ou tesão, era mais por amizade e por gostar do nosso encaixe. Nosso corpo respondia muito bem ao corpo do outro, mesmo meu desejo não estando nela e o desejo dela estando em Rafaela.
Salomão entrou na cozinha e nos pegou no maior amasso. Eu adorei ter sido pego, assim ele não ia ficar achando que eu ia ficar sofrendo por ele. Apesar de que sim, eu estava sofrendo por ele ainda querer voltar pra esposa.
- Com licença, estamos atrapalhando algo? - Salomão perguntou.
- Não. Podem ficar a vontade. - Falei encerrando o beijo. - Não sabia que você tinha a chave daqui de casa.
- Fui eu que dei, porque você estava dormindo e minha ideia era deixar o almoço pronto e sair. - Clara falou.
- Ok. Vamos almoçar que eu acordei faminto. Tive uma noite bem cansativa ontem, perdi muitas calorias que preciso recuperar. - Falei, jogando indireta pra Salomão.
- Eita, Davi. Tu não cansa, não? Acho que tu é movido a sexo. - Suzana falou curiosa, como se estivesse jogando verde pra colher maduro.
- E quem disse que fiz sexo ontem? - Perguntei.
- Está estampado na sua cara. Sem contar que eu vi você durante a festa. Você passou o rodo em metade dos nossos colegas e saiu transando com alguns. - Suzana falou sorrindo.
- Pois é. Eu adoro sexo! Acho que sou realmente viciado nessa porra! Mas vamos almoçar, pode se sentar e se servir. Aqui não tem cerimônia.
Nós quatro almoçamos conversando sobre banalidades. Meus colegas tentaram me informar sobre a aula que perdi, mas eu não quis saber. Após o almoço, abri uma garrafa de vinho tinto e fomos para sala. Salomão disse que não iria beber, mas segurou a taça pra nos acompanhar.
- Então, podem começar a falar. - Falei.
- Suzana, eu bebi muito naquela festa e fui filmado te beijando, mas não lembro como isso aconteceu e se rolou algo a mais entre a gente. - Salomão falou, visivelmente nervoso.
- Pode ficar tranquilo, não fizemos sexo, se essa é sua dúvida. Sexta-feira eu terminei a noite transando com Breno. - Breno era um colega gordinho da nossa faculdade, mas cheio de atitude e bem divertido. - Você recusou minhas investidas, coisa que me deixou muito chateada no momento. - Suzana respondeu, olhando para Salomão.
- Menos mal! Mas como chegamos naquele beijo que Clara filmou? - Salomão perguntou olhando pra Clara no final.
- Então, Davi me pediu pra te animar e eu entendi que era pra ficar contigo. - Suzana falou e Salomão me olhou sério.
- Olha, eu não lembro de ter te pedido pra ficar com Salomão. - Falei, tentando me defender.
- Não. Não pediu mesmo. Inclusive você nem falou diretamente comigo. Você falou no meio de um grupo, disse que estava preocupado com nosso colega e perguntou quem poderia anima-lo. Eu me prontifiquei porque entendi animar como se fosse ficar com ele e, com todo respeito, Salomão, tu é gostoso demais. Mas depois alguns colegas me disseram que não era exatamente isso que Davi quis dizer. Peço perdão. - Suzana falou, realmente triste.
- Em sua defesa, eu realmente poderia ter pedido pra você ficar com ele, porque na minha cabeça ele estava solteiro e precisando aliviar. E nem sei se não foi isso que te pedi... - Falei, mas fui interrompido por Suzana.
- Não, não foi. Você pediu pra animar nosso colega, só isso. Eu que interpretei tudo errado.
- Mas e você, Clara, por que filmou? - Salomão perguntou pra Clara.
Nessa hora eu achei que Clara iria me dedurar e falar que eu que filmei e postei pelo celular dela. Afinal, Clara estava com um olhar de reprovação enorme pra cima de mim.
- Eu sempre filmo as festas aqui pra fazer inveja a minha família que me rejeita por eu ser assumidamente bissexual. - Clara respondeu, bem séria, e tomou um pouco do vinho.
- Isso ferrou com a minha vida! E eu não tive culpa de nada. - Salomão falou, quase chorando.
- Aí Salomão, também não vem querer colocar a culpa em alguém. Desculpa falar, mas quem é casado é você. Quem bebeu além da conta foi você. Quem não devia nem estar no meio desse tipo de festa é você. Você sabia bem que era festa regada a muita bebida, drogas e sexo, se você não consegue resistir é problema seu. - Suzana falou e eu adorei aquilo. Foi difícil segurar o riso.
Nessa hora nós quatro fizemos uma pausa pra beber um pouco do vinho, mas Salomão acabou virando toda a taça e servindo mais.
- Você tem razão! - Salomão concluiu.
- E já que estou sendo sincera, vou falar: Tu ainda deu sorte de não ter acontecido nada pior. Do jeito que alguns estavam loucos naquela festa, era bem capaz de algum dos nossos colegas ter te comido a força e tu nem se lembrar no outro dia. - Suzana falou e eu vi o olhar de pavor de Salomão.
- Você acha que isso aconteceu comigo? - Salomão perguntou.
- Não aconteceu. Depois que você me rejeitou, você saiu pela casa procurando Davi e a gente foi atrás. Você achou ele em um quarto, com dois caras. Você ficou na porta, só olhando e depois foi dormir em outro quarto, mas se tivesse entrado naquele quarto, eu tenho certeza que teria dado para os três. - Suzana falou, rindo no final.
- Lá ele! Eu não sou gay. - Salomão falou, me irritando um pouco.
- Já ouviu falar que cu de bêbado não tem dono? Tua sorte é que eu, o Breno e mais umas colegas ficamos te vigiando. E assistindo aquela foda que estava incrível!!! - Suzana falou e dessa vez eu tive que rir.
- Eu não sabia que tinha plateia. - Falei ainda rindo.
- Nossa! Umas seis ou sete pessoas vidradas em cada movimento até os dois gozarem na sua cara. - Suzana falou empolgada.
A conversa não rendeu muito. Salomão pediu pra Suzana ir falar com Ana, mas Suzana ficou com medo de apanhar de Ana. Eu dei a ideia de Suzana gravar um vídeo apenas explicando para Ana que ela tomou a iniciativa de beijar Salomão e que Salomão não correspondeu. Além de explicar que ficou vigiando nosso colega até ele ir dormir.
Suzana aceitou e gravou o vídeo. Nós mandamos pelo celular de Clara, já que Ana não tinha bloqueado Clara ainda.
De imediato, Ana visualizou e respondeu que não mudava nada. Porque não era pra Salomão ter bebido. E se ele não tivesse bebido nada disso teria acontecido. Ana também lembrou da mensagem anônima que falava justamente sobre Salomão estar traindo ela.
Enfim, fizemos nossa parte. Salomão agradeceu Suzana, que foi embora logo após a resposta de Ana. Clara também disse que iria pra casa, mas tinha feito bolo pra gente.
Eu estava com a situação de Salomão entalada na minha garganta e precisava desabafar. Então chamei ele pra área da piscina, pra fumar um cigarro. Começamos a fumar e eu falei:
- Como você está se sentindo em relação a nós dois? - Perguntei com olhar pra ele.
- Como assim? O que tem pra sentir?
Essa resposta dele me irritou muito, mas eu continuei:
- Salomão, a gente passou a noite transando, você vai fingir que isso não aconteceu???
- Não. Não vou fingir. Aconteceu, foi bom, mas foi apenas uma experiência que eu queria ter com você. Já tive, agora é bola pra frente. Eu vou carregar esse pecado na minha vida até me arrepender verdadeiramente e você vai viver sua vida com sua namorada e seus amantes, como sempre viveu. Nós podemos ser só amigos. Ou não?
- Pra você foi apenas uma experiência?
- Davi, foi uma das melhores experiências da minha vida. Mas eu quero voltar para minha esposa. Eu tinha te falado e foi sua a ideia de procurar Suzana.
- Ok. Então eu vou viver minha vida. - Falei meio irritado.
- Espera aí, você está chateado comigo? Eu sempre deixei claro quem eu sou e quem eu quero ser. - Ele falou meio alto.
- Abaixe o volume! Não estou chateado com você, de você eu sinto pena por não poder ser quem é e não poder fazer o que gosta por estar preso a crenças. Estou chateado comigo. Eu nunca tive paciência pra indecisos. Prefiro o cara que acha que é hétero mesmo comendo um gay, é mais honesto. Você fica tentando se enganar e isso me cansa.
- Não é bem assim, Davi...
- Salomão, você não me deve nada. Vai procurar Ana que eu vou voltar pra minha vida também.
Falei e sai da área da piscina.
Eu estava possesso de raiva. Minha vontade era de enviar para Ana o vídeo que Clara gravou do meu primeiro beijo com Salomão, mas eu sentia que ainda não era a hora.
Resolvi marcar uma suruba para 17:00 horas. Era só o tempo de organizar as bebidas e camisinhas e dos convidados chegarem.
Sai procurando nos meus contatos quem poderia vir para uma suruba em plena terça-feira a tarde. Tive algumas poucas negativas, mas no final o time estava formado: três ex-colegas do curso de direito, sendo um ativo e dois versáteis, o professor Rodolfo de História, que é versátil, Paulo Henrique que também é versátil, e dois primos de terceiro grau que se dizem héteros e são somente ativos com homens.
Na hora que eles foram chegando, vi que Thiago veio junto com Paulo Henrique. Quando fui questionar, Paulo falou que eles estavam em processo de se conhecer melhor, tinham até postado isso nas redes sociais.
Aquilo foi mais um soco no meu estômago. Paulo, até semana passada, se dizia totalmente hétero e agora já estava até postando que estava conhecendo outro homem, isso em menos de 24 horas que começou a transar com Thiago. Já Salomão não tinha coragem nem de admitir pra ele mesmo que estava gostando de alguém.
Falando em Salomão, ele me puxou para uma conversa:
- Davi, o que significa isso? - Ele perguntou bravo.
- Tô vivendo minha vida e hoje eu estava com vontade de provar de tudo um pouco: comer alguém, dá pra alguém, quem sabe fazer uma dupla penetração em alguém, quem sabe receber uma dupla penetração... E se duvidar, hoje eu ainda convido uma mulher para um motel mais tarde.
- Tudo isso porque eu quero ficar com Ana?
- Não, tudo isso porque eu tô com vontade de gozar.
- Dispensa todo mundo que eu te faço gozar. - Eu tremi com aquele convite, mas não poderia ser do jeito que ele quer sempre.
- Agora é tarde. Se quiser participar é só chegar na área da piscina.
Salomão saiu puto da vida em direção ao quarto de hóspedes que ele estava alojado. Eu adorei ver essa cena de ciúmes dele.
A organização da suruba foi simples: apenas informei quem era totalmente ativo, no caso eram três: um colega do direito chamado Fábio, e dois primos: Luis e Leandro. E informei quem era totalmente passivo: no caso só Thiago.
Pois eu, professor Rodolfo, Paulo Henrique e meus outros dois colegas do direito: Everton e Mario, éramos versáteis, totalizando cinco versáteis.
Daquelas pessoas ninguém tinha problema em chupar um pau ou beijar na boca, nem os héteros. Então estava tudo suave.
Preferi fazer a suruba na área da piscina, pois os quartos seriam pequenos pra todo mundo e o interessante era que todos ficassem no mesmo ambiente. E na área da piscina tinham vários locais com colchonetes confortáveis e espreguiçadeiras.
Liguei o som em uma altura boa e mandei meus convidados ficarem a vontade. Tinham coolers espalhados com várias bebidas, além das camisinhas e lubrificantes.
Puxei meu primo Leandro pra um beijo no ritmo da música que estava tocando. Adoro beijar homem hétero, eles sempre tentam forçar mais na pegada. Meu primo já foi apertando minha bunda durante nosso beijo e tentando invadir meu cu com o dedo.
Achei muito cedo pra aquilo, mas quando olhei para o lado o professor Rodolfo já estava chupando o pau de Mario.
Eu não fiquei observando as outras fodas, as vezes eu até passava o olha pra saber se nenhum ativo estava dando o cu, mas me concentrei nas minhas fodas.
Não demorou para meu outro primo Luis chegar por trás de mim, morder meu ombro e começar a roçar o pau em mim, enquanto eu ainda beijava Leandro. Detalhe: Luis e Leandro eram irmãos.
Luis não resistiu por muito tempo a ficar só roçando o pau em mim, até porque a essa altura Everton já estava comendo Thiago bem ao nosso lado e o Professor já estava dando para Mario enquanto chupava Paulo e Fábio.
Meu primo então, tirou minha roupa e começou a chupar meu cu, enquanto eu ainda beijava Leandro. O beijo grego de Luis estava muito bom, mas ficou ainda melhor quando ele começou a enfiar os dedos no meu cu. Eu tinha passado a noite anterior inteira dando o cu, então não foi difícil receber os dedos grossos de meu primo.
Leandro aproveitou meus gemidos para tirar a própria roupa e voltar a me beijar, só que dessa vez masturbando nossos paus levemente.
Meu primo pediu o lugar do irmão porque também queria chupar meu cu. Luis cedeu o lugar, mas veio pra frente, chupar meu pau.
Nesse momento eu estava delirando de prazer, com Leandro chupando meu cu e Luis chupando meu pau. Os irmãos sabiam muito bem trabalhar com meu corpo. Nossos corpos já se conheciam e, diferente dos outros caras da suruba que já foram logo metendo, nós três adoramos as preliminares, com direito a muito beijo, boquete e beijo grego.
Os irmãos ficaram de pé e eu puxei os dois para um beijo triplo. Eu adorava ver os irmãos interagirem durante o sexo. Logo Leandro ajoelhou e começou a revezar o boquete entre meu pau e o pau do irmão. Eu e Luis continuamos nos beijando. Depois foi minha vez de voltar a ajoelhar, Leandro ficar de pé e eu chupar o pau dos dois enquanto eles trocam beijos intensos.
Fiquei revezando entre os dois paus, até que decidi que era hora de ter meu cu preenchido. Escolhi dá primeiro pra Luis, então mandei Leandro deitar na espreguiçadeira, ajoelhei por cima dele, comecei a chupar o pau do meu primo, ficando de quatro em cima da espreguiçadeira. Meu outro primo colocou uma camisinha e veio meter em mim com tudo.
Luis enfiou de uma vez só, me fez gemer de prazer e pedir mais. Meu primo sabia meter, afinal aprendeu comigo. Ele tirava e botava com força, dando murros nas minhas costas.
Leandro pediu pra meter em mim e fez igual o irmão: enfiou tudo com força, só que o pau de Leandro e mais grosso do que o de Luis, então eu senti novamente a invasão no meu cu, mesmo já estando levando rola fazia alguns minutos. Luis ficou ao lado da gente e me ofereceu seu pau pra chupar.
Não demorou e os dois irmãos começaram a gozar, Leandro me comendo forte e Luis na minha boca. Engoli o esperma de Luis e já olhei para o lado, procurando um cu pra invadir. Os dois irmãos deitaram na espreguiçadeira e ficaram se beijando até partirem para próxima também.
Minha visão nesse momentos foi: Mario comendo Thiago de ladinho no chão. Eu nem olhei para os outros, já fui colocando uma camisinha e metendo em Mario bem devagar, pois eu já sabia que o cu de Mario era mais sensível, ainda mais com meu pau de 24 centímetros e grosso.
Assim que eu terminei de meter em Mario e comecei a fazer os movimentos de entra e sai. Senti um pau procurar passagem no meu cu. Nem olhei pra trás, simplesmente levantei um perna pra facilitar a passagem daquele pau que tentava me invadir.
Só depois de muitas entradas e saídas daquele mastro do meu cu que eu fui ver que era Fábio metendo em mim. As metidas de Fábio eram diferentes das metidas dos outros. Fábio era um gostoso, mas era afoito na hora de meter. Como se estivesse desesperado pra gozar. Isso fazia ele ser ainda mais bruto e meter ainda mais forte. Coisa que eu adorava.
Mario gozou e desconectou do meu pau. Thiago não perdeu, trocou a camisinha que eu estava usando e encaixou meu pau no cu dele. Eu estava na missão de fazer Thiago me esquecer, então comecei a meter o mais forte e rápido que eu consegui. Isso fazia o pau de Fábio também me invadir de forma mais rápida.
Como eu estava com vontade de esfolar o cu de Thiago, mandei Fábio procurar outro buraco, coloquei Thiago de quatro no chão, em cima de um colchonete, e comecei a meter com muita força, dando muitos murros e tapas nele, mordendo bem forte o ombro dele e puxando o cabelo daquele grudento.
Thiago gemia alto, chegou a chorar, mas não pediu pra parar, nem pra diminuir. Ele aguentou minhas metidas como um verdadeiro macho. Em pouco tempo Thiago gozou e eu também acabei gozando sentindo os espasmos do cu dele apertar meu pau.
Fiz uma pausa pra beber uma cerveja e dançar. Nessa hora vi Salomão nos observando, mas não liguei. Aproveitei pra dançar e beijar muito. Dancei com quase todos e beijei quase todos também.
Em determinado momento o professor Rodolfo pediu pra dançar um forró comigo, só que eu precisava estar com o pau duro dentro dele. Aceitei e vi outros caras dançando com o pau atolado também. Era algo novo pra mim, mas estava bem prazeroso.
Pedi pra Paulo meter no meu pra eu ter a experiência de dançar com o pau atolado também, mas não gostei porque sendo comido eu não conseguia controlar direito os movimentos da dança.
Então passei a eu meter em Paulo Henrique, enquanto Paulo Henrique metia em Rodolfo, durante a dança. Ficamos alguns poucos segundos assim, mais brincando do que metendo.
Até que Thiago chegou, com a cara fechada e pediu para Rodolfo sair que aquele lugar era dele. Mas Rodolfo não quis sair e disse que chegou primeiro.
Pra não acontecer uma briga entre eles, eu tirei meu pai de dentro de Paulo e puxei Thiago pra meter nele e dançar. Thiago se conformou, mas não gostou de Paulo não ter feito nada.
Depois de um tempo eu quero fazer uma dupla penetração em alguém e o único que se ofereceu foi o professor. Então fomos eu e Paulo fazer essa DP nele.
Paulo deitou no chão, Rodolfo sentou na rola dele e eu meti em Rodolfo. Foi complicado pra meu pau entrar, mas com um pouco de lubrificante, muita paciência e muito gemidos de dor do passivo, meu pau entrou pela metade naquele cu.
Mas a metade de 24 é 12, já estava bom demais pra fazer um estrago naquele cu. Rodolfo tentava rebolar no nosso pau, mas era a primeira vez que ele estava dando pra dois ao mesmo tempo, então a dor era grande.
Paulo logo gozou e precisou sair de dentro de Rodolfo. Luis se prontificou a assumir o lugar de Paulo e assim fizemos. Leandro deitou, Rodolfo foi por cima e eu enfiei por último. Com Leandro dentro os movimentos de Rodolfo ficaram bem melhores. Isso aumentou meu prazer e eu gozei.
Rodolfo não quis mais receber outra DP. Eu não queria mais gozar, ia parar novamente. Mas meus primos pediram pra fazer uma dupla penetração no meu cu e eu deixei.
Salomão ainda estava por ali, observando tudo. Mas nessa hora ele saiu, pelo visto não suportou me ver dando pra dois.
Meus primos já estavam acostumados a meter em mim de toda forma. Então foi bem tranquilo. Deixei os dois meterem até gozarem dentro de mim, sem camisinha porque a gente se conhecia e sabia que nossos exames estavam em dia.
A suruba ainda durou mais um tempo. Eu voltei a meter bem mais tarde e ainda gozei outra vez, sem esperma nessa última, mas com todas as sensações.
Thiago e Paulo Henrique foram meus últimos convidados a irem embora, isso já quase duas da manhã, eles pareciam ter discutido, mas foram embora juntos, depois de um banho demorado só entre eles.
Meus primos pediram pra dormir em minha casa, eu sabia que meu pai não iria gostar, pois meu pai não gosta da família dele, mas eles eram meus primos, netos do irmão mais novo de meu pai, crescemos juntos, então deixei.
Apesar de toda putaria que fiz naquela suruba, eu fui dormir triste, pois meu plano deu errado e eu ainda estava com a sensação de querer mais. Diferente do dia anterior que transei com Salomão e me senti satisfeito.
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Comenta o que achou, estamos chegando na reta final!
Esse capítulo foi repleto de putaria, do jeito que eu gosto de escrever, qual parte mais te excitou? Me conta!
renancachorro