Naquela madrugada, eu havia escapado por um triz dos capangas de um night club de Maceió que me chantageavam. Deixei para trás meu vestido, minha bolsa e meu celular presos em uma pedra no meio da mata. Consegui abrigo na casa de um rapaz chamado Neto em troca de sexo bruto na cozinha, mas, com o amanhecer e o medo de uma blitz policial, ele acabou me expulsando do carro no meio de uma estrada de terra deserta.
Enquanto caminhava descalça, sentindo a poeira vermelha queimar a sola dos meus pés, a minha mente entrou em um parafuso doloroso. A ficha estava caindo: aqueles homens não iam parar de me caçar. Eles sabiam que eu estava encurralada pela vergonha e que não tinha coragem de procurar a polícia ou de ligar para a minha família em São Paulo para contar a sujeira em que me meti. Se eu não achasse uma ajuda real, seria capturada. Eu sentia uma vergonha dilacerante, um medo asfixiante e um estresse que fazia meu peito doer. Mas o que mais me assustava e me deixava confusa era que, mesmo diante de toda essa desgraça, vestindo apenas aquela camisa xadrez masculina que o Neto tinha me dado e absolutamente mais nada, o tesão que pulsava na minha intimidade nua estava me matando. O risco extremo me incendiava.
Minha única esperança era chegar no lugar que Madruga, havia dito antes de começar a fuga: o irmão dele vivia em um sítio ali naquela região e poderia me esconder. Eu precisava chegar até lá de qualquer jeito.
O barulho de um motor velho interrompeu meus pensamentos. Uma Kombi branca, bastante rodada e com os vidros totalmente transparentes, surgiu sacolejando na estrada. Ergui o braço, deixando a barra da camisa subir de propósito até o limite da minha virilha.
O veículo parou com um solavanco. Na cabine da frente estavam dois homens: o motorista era um senhor de uns 55 anos, de chapéu de palha, e ao lado dele um rapaz mais jovem, de uns 30 anos, com os braços fortes de quem trabalhava na roça. Os dois arregalaram os olhos ao darem de cara comigo ali, no meio do nada, vestida apenas com uma camisa de botão que mal cobria o essencial.
— Moça?! O que aconteceu com você? De onde você saiu? — o homem mais jovem perguntou, debruçando-se na janela, completamente hipnotizado pelas minhas pernas nuas.
Eu sabia que se falasse que tinha capangas armados atrás de mim, eles fugiriam de medo. Precisava de uma história que justificasse a minha nudez e que, ao mesmo tempo, os instigasse a me levar exatamente para onde eu precisava. Dei um sorriso meio sem graça, mordi o lábio inferior e fiz uma cara de garota travessa.
— Vocês não vão acreditar... Eu estava com uns amigos de viagem em um posto na rodovia e inventamos de jogar verdade ou desafio. Eu perdi uma aposta idiota e a punição era me deixarem aqui nessa estrada só com a camisa do meu namorado — menti, mudando o tom de voz para algo bem sensual.
— Só que os idiotas arrancaram com o carro e me largaram de verdade! Estou sem celular e sem rumo. Eu sei que o sítio do irmão de um conhecido meu fica por essa região... vocês me levam até lá?
Para selar o acordo e garantir que eles me ajudariam, dei um passo mais perto da janela da Kombi. Segurei a barra da camisa xadrez com as duas mãos e a levantei devagar até a altura do meu umbigo, revelando a minha barriga lisa, a minha pele branca e escancarando a minha bucetinha totalmente nua e depilada à luz do dia.
— Olha... eles me deixaram sem absolutamente nada por baixo. Me levem até lá que eu pago a carona do jeito que vocês quiserem.
O senhor do volante limpou a garganta com força, o gogó subindo e descendo enquanto os olhos dele quase saltavam das órbitas, fixos na minha intimidade exposta. O jovem deu um sorriso de canto a canto, o pau dele dando um solavanco visível por baixo da calça jeans. Eles morderam a isca por completo.
— Entra... Sobe aqui atrás — o mais jovem disse, abrindo a porta lateral de correr da Kombi com as mãos trêmulas de excitação.
— A gente sabe onde fica esse sítio. Mas o caminho é longo... e você vai ter que começar a pagar essa aposta agora mesmo.
— Eu sei pagar as minhas dívidas — respondi com a voz abafada pelo tesão do medo, subindo na Kombi e sentindo o courinho gelado do banco do meio direto na minha bunda totalmente nua.
A porta de correr bateu com força, me trancando naquele salão traseiro. Pelo retrovisor interno, eu conseguia ver os quatro olhos dos dois homens fixos em mim, me devorando. A adrenalina de estar mentindo para salvar a vida, entregue a dois desconhecidos em uma Kombi com vidros transparentes onde qualquer um na estrada poderia me ver, fez a minha bucetinha pulsar e começar a gotejar de excitação. Levei as mãos aos botões da camisa e comecei a desabotoá-la de cima para baixo, pronta para começar o show com o veículo em movimento...
O motor da Kombi velha roncava alto, fazendo toda a estrutura de metal tremer conforme avançávamos pela estrada de terra poeirenta. O rapaz mais jovem não aguentou esperar. Ele pulou do banco da frente direto para o salão traseiro, caindo sentado no banco de couro bem diante de mim. Os olhos dele estavam fixos nos meus seios médios, que agora estavam completamente expostos pelos botões abertos da camisa xadrez.
— Você é muito abusada... — ele sussurrou, a voz rouca de tesão, enquanto segurava as minhas coxas brancas com as duas mãos e me puxava para o colo dele.
Pelo retrovisor interno, eu conseguia ver os olhos arregalados do senhor que dirigia. Ele não conseguia manter a atenção na estrada; desviava o olhar a cada dois segundos para assistir ao show pelo espelhinho, com a respiração pesada sob o chapéu de palha. O risco de o motorista perder a direção, misturado com o fato de que qualquer trabalhador rural na beira da estrada poderia olhar para dentro daqueles vidros limpos e me ver totalmente nua, fez a minha intimidade pulsar e escorrer melaço.
— Eu disse que sabia pagar minhas dívidas... — respondi, deslizando as mãos pelo peito do rapaz e abrindo o zíper da calça dele.
O pau dele saltou para fora, rígido e latejando. Sem pensar duas vezes, inclinei o meu corpo para a frente e engoli o membro dele por completo. Comecei a fazer um boquete profundo e barulhento, subindo e descendo a cabeça com gula, enquanto segurava as pontas da camisa para trás para que o senhor no volante pudesse ver cada detalhe da minha nudez. O rapaz gemia alto, cravando os dedos nos meus cabelos castanhos e empurrando o quadril contra a minha boca.
Depois de alguns minutos chupando gostoso, ele me segurou pela cintura e me virou de costas no banco da Kombi.
— Agacha aqui... Anda! — ele mandou, a voz trêmula de excitação.
Fiquei de quatro no banco de courinho gelado, empinando bem o meu bumbum médio na direção dele e, consequentemente, na direção do retrovisor do motorista. O rapaz veio por trás e, sem nenhuma delicadeza, enterrou o pau de uma vez só na minha bucetinha completamente encharcada.
— Ahhh! — soltei um gemido agudo, que ecoou por toda a Kombi.
Ele começou a me foder com força, as estocadas brutas fazendo o banco balançar junto com o balanço da estrada de terra. Eu apoiava as mãos no encosto do banco da frente, sentindo a vibração do motor e o calor da pele dele contra as minhas nádegas. Olhei para a frente e dei de cara com os olhos do senhor fixos em mim pelo espelho. Eu dei um sorriso safado para ele, rebolando ainda mais forte no pau do jovem. O estresse e o medo de ser pega pelos capangas sumiram por alguns minutos, anestesiados pelo prazer violento daquele exibicionismo selvagem. O rapaz deu mais algumas bombadas rápidas, gementes, e gozou fundo dentro de mim, me deixando trêmula e ofegante.
Mas o pagamento ainda não tinha terminado. O senhor no volante deu uma guinada na Kombi, encostando o veículo debaixo da sombra de uma árvore grande na beira da estrada deserta. Ele puxou o freio de mão com um barulho seco e olhou para trás.
— Minha vez... — o mais velho disse, os olhos brilhando de luxúria enquanto já desabotoava as próprias calças. — Passa para a frente, garoto. Assume o volante que agora eu vou cobrar a minha parte dessa carona.
O rapaz mais jovem, ainda limpando o suor da testa, deu um sorriso cúmplice, me deu um tapa estalado na bunda e pulou para o banco do motorista. O senhor se acomodou no salão traseiro comigo. A pele dele era rústica, o cheiro de fumo e suor tomou conta do espaço, e a dinâmica mudou completamente. Eu estava ali, entregue ao segundo estranho, sabendo que o caminho até o irmão do Madruga seria cobrado centímetro por centímetro no meu próprio corpo exposto.
O senhor de chapéu de palha acomodou-se no banco de trás, enquanto o rapaz mais jovem pulava para a cabine da frente. Em vez de dar a partida, o jovem simplesmente girou o corpo no banco do motorista, apoiando os braços no encosto para não perder um único segundo do que aconteceria ali atrás. A Kombi continuou parada sob a sombra daquela árvore na beira da estrada deserta, transformando o salão traseiro em um verdadeiro palco.
— Rapaz, olha o tamanho dessa tentação... Se eu soubesse que perder aposta deixava a menina nesse estado, eu jogava todo dia — o mais jovem comentou, com um sorriso de canto a canto, os olhos fixos na minha nudez.
O senhor rústico deu uma risada curta, segurando a minha cintura com as mãos calosas de quem passou a vida na roça. Ele me puxou para o colo dele de uma vez. O contraste da minha pele branca e macia com o corpo robusto e a roupa gasta daquele homem me deixou ainda mais acesa. Olhar para o rapaz na frente nos assistindo de camarote, comentando sobre o meu corpo como se eu fosse um brinquedo, fez a minha intimidade pulsar forte, gotejando no courinho do banco.
— Deixa de conversa, garoto, e olha como se trata uma menina prendada — o mais velho disse, a voz rouca.
Ele puxou a barra da camisa xadrez totalmente para cima, deixando meus seios livres e escancarando a minha bucetinha que já estava lambuzada pelo sexo recente. O senhor nem precisou de muito esforço; ele se posicionou e enterrou o pau grosso de uma vez só dentro de mim.
— Ahhh, meu Deus... — soltei um gemido alto, jogando a cabeça para trás.
O mais velho começou a me foder em um ritmo mais lento, porém muito mais profundo e pesado que o rapaz. A cada estocada, meu corpo balançava, e a camisa xadrez se abria ainda mais.
— Caramba, coroa! Olha como a buceta dela aperta! Dá para ver daqui o melaço escorrendo pelas coxas dela — o jovem na frente comentou em voz alta, batendo no volante de empolgação. — Ela gosta, olha a cara de safada que ela faz olhando para mim!
Eu sustentava o olhar do rapaz da frente enquanto o mais velho me macetava por trás. Eu dava sorrisos curtos entre os gemidos, jogando o meu bumbum médio contra o quadril do senhor para fazê-lo ir ainda mais fundo. Saber que eu estava ali, mentindo para sobreviver, no meio do nada com dois desconhecidos me usando e comentando sobre mim, era o ápice da humilhação e do exibicionismo que a minha mente precisava para esquecer o terror dos capangas.
— Ela é viciada, garoto... Olha como ela rebola — o senhor começou a apertar os meus seios com força enquanto acelerava o ritmo, o suor dele pingando nas minhas costas.
O jovem continuou incitando, rindo e dando instruções lá da frente: — Vai, coroa, enterra tudo! Deixa ela marcadinha para aprender a não perder mais aposta na estrada!
O prazer daquela exposição foi tão violento que minhas paredes vaginais sugaram o pau do mais velho com força. Soltei um grito agudo, gozando com tudo enquanto agarrava o encosto do banco. O senhor soltou um gemido cavernoso, deu mais três estocadas brutas e descarregou uma jorrada quente de porra bem fundo no meu útero.
Ficamos os dois arfando ali atrás, sob os aplausos e risadas do rapaz da frente. Eu estava completamente lavada, suada e exausta, vestindo apenas aquela camisa aberta.
O mais velho limpou a testa com as costas da mão, ajeitou as calças e me deu um tapa estalado na bunda.
— Pronto, divida paga e carona garantida. Passa para a frente, garoto, vamos levar a menina até o sítio do irmão do Madruga antes que o sol esquente demais.
O rapaz deu a partida na Kombi velha, que voltou a sacolejar pela estrada de terra. Ajeitei a camisa no corpo para cobrir o essencial, sentindo o sêmen escorrer pelas minhas pernas nuas, sabendo que estava cada vez mais perto do meu destino — mas sem saber o que me esperava quando chegasse lá.




