Fugindo do amigos da minhã mãe de Maceió. Acabei precisando da ajuda de estranhos e eles gostaram.



Sou a Marina, hoje com meus 26 anos. Sou da cidade de São Paulo. Tenho 1,60 de altura, peso 55 kg, seios e bumbum médios, pele branca e cabelos castanhos como meus olhos. Quem já leu meus contos sabe que sou exibicionista. Adoro me arriscar nas ruas e diversos lugares. O conto que vou relatar aconteceu há 8 anos.

A minha situação tinha piorado muito com a chantagem e a ameaça daquele homem. Para não me ferrar de vez, deixei tudo o que tinha para trás, saí apenas com a roupa do corpo e a minha bolsa. O Madruga me ajudou a ir para a rodoviária e pegar um ônibus. Saí correndo de Maceió e fui me embrenhar pelo interior de Alagoas.

Eu carregava comigo apenas o celular simples que o Madruga conseguiu para mim. Ele era o meu único contato com o mundo, o único que poderia me avisar se tinha alguém atrás de mim. A última mensagem dele me indicava um lugar para ir, e ele reforçou para eu me segurar e evitar de sair pelada como de costume, pois em cidade pequena seria fácil demais de ser pega.

Desse primeiro destino, peguei outro ônibus e, depois, fui conseguindo caronas. Eu já tinha me metido antes em enrascadas, mas nenhuma se comparava àquela. Eu me encontrava no meio do nada, suja, faminta e exausta. Para piorar, as caronas tinham sumido.

Foi quando vi um lago do outro lado de uma cerca. Não pensei duas vezes. Passei pelos arames, fui para trás de uma árvore frondosa, me despi por completo e, com um pedaço de sabonete que carregava na bolsa, tomei um banho e lavei a minha roupa de corpo, estendendo os panos nos galhos para secar sob o sol.

A fome estava me castigando. Olhei para o lado e vi um pé de goiaba carregado. Subi no tronco nua mesmo e comecei a colher e comer as frutas ali em cima. Essa foi a minha falha.

Não demorou muito, ouvi uma voz vinda de baixo enquanto eu mordia uma goiaba:

— Que faz assim descascada aí em cima, moça?

Olhei para baixo assustada. Eram dois homens, de uns 40 a 50 anos, de pele morena do sol da roça.

— Desculpa, moços. Parei para tomar um banho e comer alguma coisa — respondi, tentando manter o tom firme, como se fosse a coisa mais normal do mundo uma garota paulistana estar nua em cima de uma árvore no meio do nada.

— Se continuar pelada aqui dentro da propriedade, vamos ter que chamar os guardas da fazenda — disse o outro.

Desci da árvore na hora e o desespero bateu. Pedi para eles não fazerem aquilo.

— Moço, me desculpa, por favor. Só me deixa ficar aqui quietinha até a minha roupa terminar de secar.

Mesmo implorando, eu não fazia menção de me cobrir. Estava de pé na frente deles, nua, deixando que me olhassem.

Eles me encaravam de cima a baixo, e um deles falou, impressionado:

— Você não sente vergonha nenhuma de ficar assim, peladinha na nossa frente?

— Não só isso... Com essa pele clarinha e esse sotaque, com certeza você não é dessas bandas aqui de Alagoas.

— Eu já fiquei nua muitas vezes na frente dos outros, não quero mentir para vocês — confessei, sentindo aquela pontada familiar de tesão pelo rastro de perigo. — Só preciso de ajuda, moços. Eu suplico.

Os dois se olharam e começaram a rir da situação.

— Hahaha! Cada pessoa que aparece por aqui e cada história esquisita.

— Pega as tuas coisas e vem com a gente — disse o mais velho. — Lá no nosso alojamento tem lugar coberto para deixar a tua roupa secar. Se você ficar aqui no tempo, o pessoal da ronda vai te ver, e nós é que iremos perder o emprego se os guardas descobrirem que não te denunciamos.

Agradeci com o coração na boca e fui caminhando ao lado deles, completamente nua, recolhendo minha bolsa e os panos úmidos.

No caminho, um deles deu um passo mais perto, me mediu de lado e soltou:

— Você tem um corpo muito gostoso, paulistana.

Dei um sorriso safado de lado, sentindo o calor do olhar dele na minha pele.

— Obrigada.

— Sempre gostei que me olhassem — confessei, dando um leve rebolado enquanto caminhávamos pelo mato. — Mas ouvir um elogio desses, quando estou assim, completamente nua na frente de dois homens feitos, me deixa ainda mais acesa.

Os dois se olharam de canto, com os olhos brilhando de desejo, percebendo que eu não era uma garota comum perdida na estrada. O clima mudou na hora. O mais jovem, que tinha os braços fortes do trabalho na roça, deu um passo mais caloroso para o meu lado, quase roçando o corpo dele na minha pele branca e nua.

— Então você gosta de provocar, é? — ele perguntou, com a voz mais grossa, sem conseguir tirar os olhos dos meus seios médios que balançavam levemente com o andar. — Uma santinha com cara de paulistana, mas que esconde uma tremenda de uma safada.

— Se eu não gostasse, já teria dado um jeito de me cobrir com as roupas úmidas — respondi, parando a caminhada por um segundo e jogando meus cabelos castanhos para trás, empinando os peitos bem na direção deles. — Mas olhem para mim... Ficar peladinha no meio do nada, sentindo o vento e o olhar de vocês queimando o meu corpo, é o meu maior vício.

O mais velho soltou um riso abafado, mas dava para ver o volume crescendo por baixo da calça jeans surrada dele.

— Rapaz... Desse jeito a gente não chega nem no alojamento — ele comentou, passando a mão grossa e calejada pela testa, tenso de tesão. — Você é muito puta, moça. Entrar na nossa terra desse jeito, sem vergonha nenhuma, e ainda atiçar dois homens que estão há dias no cabo da enxada...

— E vocês vão fazer o que comigo? Chamar os guardas ou me dar o abrigo que prometeram? — perguntei, fazendo um biquinho safado e dando as costas para eles, caminhando um pouco mais à frente e rebolando a minha bunda de tamanho perfeito bem na cara deles.

Eu sabia o poder que tinha e, mesmo com todo o medo da chantagem que havia ficado para trás em Maceió, aquele momento ali era meu. O tesão que subiu pelas minhas pernas ao ver aqueles dois homens rústicos completamente dominados pela minha nudez apagou qualquer cansaço. Eu estava entregue ao perigo, e adorando cada segundo.

Assim que cruzamos a porta do alojamento rústico — uma casinha simples com cheiro de madeira e terra —, o mais jovem nem esperou eu colocar a bolsa no chão. Ele veio por trás e envolveu a minha cintura com aqueles braços fortes, colando o corpo dele, quente e duro, na minha bunda nua. Um arrepio gostoso subiu pela minha espinha.

Virei o rosto para o lado, olhando nos olhos dele, e não resisti. Segurei a nuca dele e o puxei para um beijo de tirar o fôlego. A boca dele tinha gosto de sol, um jeito bruto e faminto que me deixou completamente molhada na hora. Eu enfiava a língua com vontade, gemendo baixinho contra os lábios dele, esquecendo o mundo lá fora.

Enquanto a nossa boca pegava fogo, o mais velho não ficou só olhando. Ele deu um passo à frente, com os olhos vidrados no meu corpo, e esticou aquelas mãos grossas e calejadas do trabalho na roça. Primeiro, ele apertou meus seios médios com força, fazendo os bicos ficarem ainda mais duros entre os dedos dele. Depois, a mão dele foi descendo pela minha barriga, lenta e firme, até dar um tapa estalado na minha bunda, que ecoou na salinha.

— Que paulistana gostosa, meu Deus... — o mais velho sussurrou, a voz trêmula de tanto tesão.

Ele se ajoelhou na minha frente enquanto eu continuava agarrada no pescoço do mais novo, me desmanchando no beijo. Senti os dedos compridos e rústicos dele afastarem minhas pernas com suavidade e tocarem direto na minha intimidade, que já estava ensopada. Quando o polegar dele começou a massagear ali com força, meu corpo inteiro deu um solavanco.

Eu estava exatamente onde gostava: nua, entregue, sendo usada e adorada por dois homens compenetrados em me fazer de putinha no meio do nada. O tesão era tão esmagador que as minhas pernas fraquejaram, e eu sabia que aquela noite estava apenas começando.

Assim que o mais velho começou a me tocar ali embaixo, o tesão explodiu de vez na salinha do alojamento. Eu quebrei o beijo com o mais novo, já respirando arfante, com a boca suja de saliva e os olhos revirando.

Nenhum dos dois perdeu tempo. Em um segundo, ouvi o barulho dos zíperes abrindo e as calças jeans surradas caindo até os joelhos. Os dois caceteiros já estavam completamente duros, apontando para cima, grossos, escuros de sol e latejando de tanto tesão acumulado.

Olhar para aqueles dois paus enormes bem na minha frente me deu uma onda de eletricidade. Eu não aguentei. Caí de joelhos no chão batido do alojamento, sem me importar com a sujeira, e abri bem as pernas, jogando a minha bunda nua para trás.

— Meu Deus, que delícia... — balancei a cabeça, olhando vidrada para os membros deles. — Eu estava desesperada atrás de um cacete desses! Que falta me fazia um pau de verdade!

Segurei o pau do mais novo com as duas mãos, sentindo as veias saltadas e o calor da pele dele. Abri a boca e engoli de uma vez, enfiando até o fundo da garganta. O gosto de homem da roça, forte e suado, me deixou ainda mais louca. Comecei a chupar com vontade, fazendo um barulho molhado que ecoava nas paredes da sala, enquanto subia e descia a boca com gula.

O cara soltou um gemido cavernoso, segurando o meu cabelo castanho com força para ditar o ritmo, me empurrando com tudo para dentro de mim.

Enquanto eu engolia o mais novo, o mais velho deu um passo para o lado e colou o pau dele, enorme e cabeçudo, direto na minha bochecha. Ele começou a esfregar a glande melada de melaço na minha boca e nos meus olhos, rindo da minha safadeza.

— Chupa, sua puta paulistana! Engole tudo! — ele falava, a voz rouca de puro tesão. — Você não queria pau? Olha o tamanho disso aqui!

Eu tirei a boca do primeiro por um segundo, deixando um fio de saliva escorrer pelo meu queixo, e agarrei o pau do mais velho com a língua, lambendo desde os bagos até a cabeça, deliciando-me com a visão daqueles dois homens me usando daquele jeito rústico no meio do nada. A fuga de Maceió e todo o medo tinham sumido; agora eu era só uma putinha faminta entregue ao prazer mais sujo daquela fazenda.

Depois de deixar os dois paus deles completamente babados com o meu oral, as minhas pernas já estavam tremendo de tanto tesão. O mais novo me puxou pelos braços com aquela força rústica e me jogou por cima de uma cama de solteiro que ficava no canto do alojamento, com um colchão simples e cheiro de mofo que só me deixava mais acesa.

Não precisei ouvir nenhuma ordem. Instintivamente, já fiquei de quatro no colchão, empinando a minha bunda média e branquinha bem na direção deles, arreganhando as pernas com as mãos para mostrar que eu estava completamente aberta e encharcada.

— Olha só como essa paulistana já está toda aberta para a gente... — o mais velho disse, dando um tapa estalado que deixou a marca dos dedos dele na minha nádega.

O mais novo nem esperou. Ele veio por trás, segurou firme na minha cintura com aquelas mãos calejadas e, de uma vez só, enterrou o cacete grosso e cabeçudo em mim. Soltei um grito agudo, um gemido que ecoou nas paredes de madeira. Era um pau de verdade, bruto, que entrou me rasgando de tanto tesão. Ele começou a meter com força, no ritmo da roça, fazendo a cama velha ranger alto a cada estocada.

Eu cravava as unhas no lençol, jogando a cabeça para trás, completamente entregue. Foi quando o mais velho deu um passo à frente e subiu na cama, ficando de pé bem na frente do meu rosto. A piroca dele, latejando e cheia de veias, ficou cara a cara comigo.

— Não para não, sua puta! Continua trabalhando! — ele mandou, segurando o meu cabelo castanho com força e empurrando o pau dele direto na minha boca enquanto o outro continuava me arrombando por trás.

Eu mal conseguia respirar, revezando entre os gemidos abafados com o pau do mais velho na minha garganta e o impacto do mais novo estraçalhando a minha retaguarda. O contraste da minha pele branca com aqueles corpos morenos e suados me deixava louca. Eu fazia questão de olhar nos olhos do que estava na minha frente, deixando a saliva escorrer, mostrando o quanto eu amava ser usada daquele jeito.

— Vocês... vocês metem muito melhor que os caras da cidade... — consegui balbuciar quando o mais velho tirou um pouco o pau da minha boca. — Me fode mais... me trata como a putinha que eu sou!

O ritmo ficou frenético. O mais novo dava estocadas tão violentas que o meu corpo inteiro balançava na cama, e o mais velho voltou a enfiar tudo na minha boca, revezando as posições logo em seguida para os dois aproveitarem cada centímetro do meu corpo gostoso.

Foi no meio desse rala e rola insano, com o quarto tomado pelo cheiro de suor, sexo e saliva, que um barulho vindo de fora cortou o ar.

Fren, fren, fren... O som de passos pesados esmagando as folhas secas e o feixe de uma lanterna passando de leve pela fresta da janela do alojamento.

Os guardas da fazenda estavam fazendo a ronda.

O pânico bateu forte no meu peito, mas junto com o medo, o meu exibicionismo explodiu de uma forma avassaladora. O risco de a porta ser aberta a qualquer segundo e me pegarem ali, nua, sendo fodida por dois funcionários da propriedade, fez a minha intimidade contrair com uma força absurda.

Os dois homens também perceberam o perigo. Em vez de pararem, o medo de serem pegos fez o tesão deles transbordar. O que estava atrás de mim segurou a minha bunda com as duas mãos e começou a socar com um desespero delicioso, rápido e violento, enquanto o da frente enfiava o pau até o fundo da minha garganta, os dois gemendo baixinho, tentando segurar a voz.

— Vou gozar, vou gozar na tua cara, paulistana! — o da frente sussurrou com a voz trêmula, enquanto os passos lá fora pareciam chegar mais perto da porta.

Eu fechei os olhos, sentindo as estocadas finais lá atrás me levarem ao maior orgasmo da minha vida. Meu corpo inteiro espasmo na cama bem no momento em que o mais novo deu a última bombada e descarregou uma porrada de leite quente bem fundo dentro de mim. Quase ao mesmo tempo, o mais velho puxou o pau da minha boca e começou a jorrar jatos grossos e quentes de porra por todo o meu rosto, sujando meus cabelos castanhos, minhas bochechas e escorrendo pelo meu peito.

Ficamos os três estirados ali, arfantes, no silêncio da casinha, enquanto a luz da lanterna lá fora se afastava lentamente. Eu estava exausta, completamente lavada de suor e porra, mas com um sorriso safado no rosto. Aquela enrascada no meio do nada tinha sido a melhor da minha vida.

O susto dos passos do guarda lá fora foi sumindo aos poucos, até que o silêncio da noite no interior de Alagoas voltou a tomar conta do alojamento. Ficamos ali largados na cama por uns minutos, tentando recuperar o fôlego. Eu estava completamente estirada, com o peito subindo e descendo, o corpo mole e lavada de suor e da porra quente deles que começava a secar na minha pele branca.

Os dois se levantaram com calma, puxando as calças jeans para cima, mas sem fechar o zíper. O mais novo pegou um pano meio úmido que estava num canto e voltou para a cama. Em vez de só me estender o pano, ele mesmo começou a me limpar, passando o tecido de um jeito grosso, mas gostoso, pelas minhas bochechas e descendo pelo meu pescoço, enquanto o mais velho ficava de pé no pé da cama, devorando a minha nudez com os olhos, com o cacete ainda meio bobo balançando para fora.

— Você é um perigo, paulistana. Se o fiscal entra aqui, estávamos todos lascados — o mais velho disse, dando um risinho malicioso. — Mas valeu cada segundo da enxada de amanhã.

Sorri de lado, sentindo o tecido da minha roupa, que eles tinham estendido, finalmente seco. Me levantei da cama rebolando e comecei a me vestir devagar, sabendo que os dois não piscavam me olhando colocar a calça e a blusa. A minha pele ainda ardia de tesão.

Foi quando enfiei a mão na bolsa para guardar o sabonete e o meu coração congelou. O celular simples que o Madruga tinha me dado estava vibrando no silencioso. A tela brilhava no escuro.

Abri a mensagem com os dedos tremendo. Era ele: "Marina, sai daí agora. O cara do Night Club descobriu que você desceu no meio do caminho. Ele tem conhecidos na região e já mandou o aviso nos postos de gasolina atrás de uma paulistana de cabelo castanho. Não fica na rua."

O pânico voltou com tudo, apagando na hora o relaxamento do orgasmo. Olhei para os dois homens com o rosto pálido.

— O que foi, moça? Viu assombração? — o mais novo perguntou, mudando a fisionomia ao ver o meu desespero.

— Tem gente atrás de mim... Gente perigosa de Maceió. Eles descobriram que estou por essa região. Eu preciso sumir daqui antes do amanhecer, por favor — supliquei, segurando o braço dele.

Os dois se olharam, sérios. Eles sabiam que se o bicho pegasse para o meu lado dentro daquela fazenda, o deles também estaria na reta. O mais velho coçou a cabeça, pensativo, e olhou para o relógio de pulso.

— Daqui a pouco, por volta das três da manhã, o caminhão que puxa a carga de cana e fruta passa aqui na estrada dos fundos. O motorista é o Jorge, compadre meu. Ele vai direto para a divisa, cortando por dentro para fugir da fiscalização principal. É o teu passe para sair do estado sem ninguém te ver.

Eu quase chorei de alívio. Juntei minhas poucas coisas na bolsa enquanto as horas voavam.

Quando deu o horário, os dois me guiaram no breu total da madrugada pelas trilhas de terra até a beira da estrada deserta. Não demorou muito, os faróis altos de um caminhão pesado rasgaram a escuridão. O mais velho foi na frente, fez sinal e o monstro de metal parou fazendo barulho nos freios a ar. Ele subiu no estribo, cochichou algo com o motorista, que olhou para trás pelo retrovisor tentando enxergar na penumbra. Jorge deu um aceno com a cabeça.

— Tudo certo. Ele te deixa na rodoviária da próxima grande cidade fora da rota deles — o mais velho disse, voltando até mim.

Olhei para os dois homens que tinham me dado abrigo, comida e o melhor sexo dos últimos tempos. O exibicionismo e a safadeza falaram mais alto do que o medo por um segundo. Antes de subir na boleia, olhei bem nos olhos dos dois, segurei a barra da minha calça e a puxei um pouco para baixo, empinando a bunda na direção deles no escuro da estrada e revelando que, com a pressa e a safadeza, eu tinha guardado a calcinha molhada na bolsa.

— Estou viajando completamente sem nada aqui embaixo... — sussurrei com a voz safada, vendo os olhos dos dois brilharem no escuro e o motorista lá em cima esticar o pescoço, já engolindo em seco com o painel do caminhão iluminando o meu rosto. — Obrigada pela ajuda, moços.

Subi os degraus da cabine sentindo o olhar de três homens queimando as minhas pernas. Bati a porta do caminhão e o Jorge engatou a marcha. A viagem na cabine seria longa, escura e, pelo jeito que o motorista já me olhava de canto de olho, cheia de novos riscos bem gostosos.

Foto 1 do Conto erotico: Fugindo do amigos da minhã mãe de Maceió. Acabei precisando da ajuda de estranhos e eles gostaram.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fugindo do amigos da minhã mãe de Maceió. Acabei precisando da ajuda de estranhos e eles gostaram.

Codigo do conto:
265230

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
24/06/2026

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