Sem Calcinha sob o Vestido de Chita: Virei puta dos clientes do chalé com minha nova identidade.



Sou a Marina, hoje com meus 26 anos. Sou da cidade de São Paulo. Tenho 1,60 de altura, peso 55 kg, seios e bumbum médios, pele branca e cabelos castanhos como meus olhos. Quem já leu meus contos sabe que sou exibicionista. Adoro me arriscar nas ruas e diversos lugares. O conto que vou relatar aconteceu há 8 anos.

O expediente na Pousada do Sol havia terminado, mas o verdadeiro teste da minha nova identidade estava prestes a começar. Depois de me limpar no alojamento dos fundos e trocar o uniforme por um vestido de chita florido bem solto — e, claro, completamente sem calcinha —, caminhei até a sala administrativa do seu Agenor, escondida atrás da recepção barulhenta de Propriá.

Bati duas vezes na porta de madeira compensada. A voz rústica do velho respondeu do outro lado, ordenando que eu entrasse. A sala era pequena, abafada, com cheiro de café velho e fumo de rolo. Seu Agenor estava sentado atrás de uma mesa de ferro antiga, com a minha prancheta de documentos falsos bem na sua frente. Quando fechei a porta, ele ergueu os olhos miúdos e me encarou de cima a baixo, fixando o olhar no decote do meu vestido.

— Senta aí, Gabriela — ele disse, apontando para a cadeira de plástico. — Estava aqui pensando no show que você deu ontem no Chalé 4. Você tem gogó e tem coragem, menina. Outra camareira estaria chorando, implorando para não ser demitida ou presa, mas você... você desafiou o patrão enquanto o hóspede te rasgava por baixo. Admitiu que é uma putinha de carteira assinada.

Eu dei um sorriso de canto de boca e mudei minha postura na cadeira. Em vez de me encolher, joguei as costas para trás e cruzei as pernas lentamente, com toda a calma do mundo. O movimento fez o tecido leve do vestido subir pelas minhas coxas bronzeadas de urucum, deixando um rastro generoso de pele dourada bem na linha de visão dele. Comecei a balançar o pé de leve, fazendo o chinelo estalar baixinho, enquanto sustentava o olhar chocado e faminto do velho. Eu não tinha o menor medo. Se ele quisesse me mandar embora, a estrada era enorme.

— Eu não minto sobre o que eu gosto, seu Agenor — respondi, apoiando os cotovelos nos joelhos e inclinando o tronco para a frente. O movimento escancarou o meu decote, deixando meus seios médios quase saltando do tecido. — E o senhor não parecia nem um pouco infeliz enquanto eu te agradava.

O velho engoliu em seco, os olhos grudados no meu peito, e soltou uma gargalhada rústica para disfarçar o nervosismo, batendo a mão na mesa.

— É por isso mesmo que nós dois vamos nos entender muito bem. Eu sou um homem de negócios, Gabriela. E negócios funcionam quando a gente junta a fome com a vontade de comer. Propriá é terra de passagem. Toda semana entra aqui fazendeiro com dinheiro no bolso, caminhoneiro dono de frota, engenheiro de obra pública... Homens que passam dias longe de casa e que pagam muito bem por uma distração de qualidade.

Ele se inclinou para a frente, apoiando os cotovelos na mesa, os olhos brilhando de ganância e luxúria.

— O acordo é o seguinte: você continua fichada aqui como camareira. De dia, limpa os quartos e circula com aquele uniforme azul que te deixa com a bunda de fora. Mas quando eu selecionar um hóspede VIP, um sujeito de bolso cheio, eu vou te dar o sinal. Você vai entrar no chalé dele para "levar toalhas limpas", mas o serviço vai ser completo. Você vai fazer o que fez ontem, com a mesma safadeza.

Para provocar ainda mais, descruzou as pernas devagar, afastando um joelho do outro o suficiente para que o caimento largo do vestido de chita desse uma pista clara de que não havia absolutamente nada por baixo. Passei a ponta dos dedos delicadamente pelo meu próprio pescoço, descendo pelo colo até tocar a borda do decote, vendo o pomo de adão do velho subir e descer com a minha audácia.

— E o que eu ganho com isso, além de foder gostoso com homens que sabem mandar? — perguntei, deixando minha voz soar extremamente mansa, arrastada e lasciva. — Sabe, seu Agenor... Para mim isso tudo é perfeito, porque a verdade é que eu adoro foder sem compromisso. Não quero romance, não quero cobrança. Quero homem decidido me pegando de jeito na hora em que eu bem entender, me usando até cansar, e depois ir embora com o bolso cheio. Eu nasci para essa sem-vergonhice.

— Você ganha proteção — o chefe respondeu, a voz quase falhando, os olhos fixos na brecha entre as minhas pernas. — Eu mantenho esse seu documento falso guardado no meu cofre, ninguém mexe com você na cidade e você tem um teto seguro. Sobre o dinheiro: eu vou cobrar caro desses homens, por fora da diária. O acerto vai ser em dinheiro vivo. Sessenta por cento fica comigo, que sou o dono do ponto e quem arruma os clientes, e quarenta por cento vai direto para a sua mão, sem ninguém saber. Em dois meses nessa dinâmica, você junta mais dinheiro do que a Marina e a Gabriela juntas veriam em um ano de trabalho comum.

A proposta dele bateu direto na minha intimidade, fazendo meu corpo gotejar intensamente contra o assento áspero da cadeira de plástico. Ter o meu próprio patrão controlando meu corpo, ditando as regras de quem ia me possuir e me transformando na putinha exclusiva daquela pousada era o ápice do meu fetiche de submissão e exibicionismo. Eu seria a camareira comportada aos olhos dos outros funcionários, mas a égua de luxo dos hóspedes ricos do seu Agenor.

Levantei-me devagar da cadeira, rebolando o quadril de propósito. Caminhei até a mesa de ferro dele e me inclinei totalmente sobre ela, apoiando as duas mãos na madeira gasta. Fiquei cara a cara com ele, a poucos centímetros do seu rosto, deixando o perfume barato e o cheiro do meu próprio tesão invadirem as narinas do velho, enquanto meu decote desabava na frente dele.

— Negócio fechado, seu Agenor... — sussurrei, umedeceu os lábios com a ponta da língua e olhando bem no fundo dos olhos dele. — Mas com uma condição: o senhor escolhe os homens, mas eu escolho como vou atiçar cada um deles. Quero que eles fiquem loucos, babando e implorando, antes mesmo de encostarem a mão no meu corpo.

Seu Agenor soltou o ar com força pelo nariz, completamente dominado pelo jogo, e esticou a mãozona rústica e calejada para dar um tapa estalado e firme na minha coxa nua por baixo do vestido.

— Você faz o que sabe fazer de melhor, Gabriela. Amanhã chega um grande produtor de algodão da Bahia. Ele vai ficar no Chalé 7. Esteja pronta.

No dia seguinte, a expectativa do que estava por vir me deixou elétrica o tempo todo. Passei o dia cumprindo as obrigações da pousada, mas a minha mente estava focada na noite. Quando o expediente finalmente acabou e a maior parte dos funcionários foi embora, voltei ao alojamento dos fundos para me preparar para a minha estreia sob o comando do seu Agenor.

Eu não ia de uniforme. O plano era muito mais ousado. Escolhi a roupa mais provocativa e sensual que tinha na mala: um vestido preto de alcinha, extremamente curto e colado ao corpo, feito de um tecido fino que marcava perfeitamente a silhueta dos meus seios e do meu bumbum médio. Por baixo, absolutamente nada. Nem calcinha, nem sutiã. Minha pele branca brilhava com um óleo de banho perfumado, e os cabelos castanhos curtos emolduravam o meu rosto com um ar de puro deboche.

Por volta das dez da noite, seu Agenor bateu de leve na minha porta. Quando abri, ele me olhou de cima a baixo, engolindo em seco ao ver o tamanho da minha ousadia.

— Puta que pariu, Gabriela... Você quer infartar o baiano antes mesmo de o negócio começar? — o velho sussurrou, a voz rouca de desejo.

Dei uma voltinha lenta na frente dele, deixando o vestido subir ainda mais nas minhas coxas, e passei a mão pela cintura, olhando-o com deboche.

— E aí, seu Agenor? Gostou? Fiquei bem putinha do jeito que o senhor queria? Se achou demais, me avisa, porque se o senhor não gostou eu posso ir totalmente pelada agora mesmo — provoquei, soltando um risinho abafado ao ver a cara de bobo dele.

— De jeito nenhum, está perfeita. Vamos logo antes que eu mude de ideia e te coma aqui mesmo — ele resmungou, me puxando pelo braço.

Enquanto caminhávamos lado a lado pelas sombras da pousada em direção ao Chalé 7, a adrenalina do exibicionismo corria nas minhas veias como fogo. Aproximei meu rosto do ouvido do meu chefe e comentei em um sussurro lascivo:

— Sabe, seu Agenor... Eu só espero que esse baiano tenha um cacete bem gostoso para mim. Gosto de homem grande e decidido, que saiba o que fazer com uma mulher como eu.

Entramos sem bater, usando a chave mestre do patrão. O quarto estava na penumbra, iluminado apenas pelo abajur de canto. Sentado em uma poltrona de couro, estava o produtor de algodão da Bahia: um homem robusto, de meia-idade, com uma corrente grossa de ouro no pescoço e um copo de uísque na mão. Ele nos encarou com um sorriso cínico e imponente.

— Então essa é a famosa camareira que você me prometeu, Agenor? — o baiano disse, o sotaque arrastado misturando deboche e cobiça enquanto me devorava com os olhos. — Rapaz, o estoque de algodão de lá de casa não tem a maciez que essa pele branca parece ter.
— Eu te disse que o serviço aqui era diferenciado, coronel — seu Agenor respondeu, fechando a porta com o trinco e encostando-se na parede, cruzando os braços para assistir.

— Mostra para ele, Gabriela, o que você sabe fazer. Faz um show para o nosso cliente VIP.

A ordem do meu chefe acendeu o meu vício. Eu estava no centro das atenções de dois homens poderosos, controlada por um e desejada pelo outro. Dei dois passos lentos até o centro do quarto, parando a poucos metros da poltrona do fazendeiro. Sustentei o olhar dele com total descaramento, umedecendo os lábios com a ponta da língua.

Comecei o striptease devagar, ao som do silêncio pesado do quarto e do gelo batendo no copo do baiano. Levei as mãos às alcinhas do vestido preto. Olhando fixamente para o produtor de algodão, deslizei a primeira alça pelo meu ombro, deixando o tecido ceder e revelar o topo do meu seio esquerdo. O bico já estava completamente rígido pelo tesão da exposição.

— Olhe para isso, Agenor... A bicha é abusada — o baiano comentou em voz alta, dando um gole longo no uísque sem desviar os olhos de mim. — Olha como o bico do peito dela acende só de ser olhada.

Olhei para ele por cima do ombro, arqueando as sobrancelhas com desdém e malícia:

— Isso aqui não é nada, coronel. Espere até ver o resto. Minha pele acende inteira quando sei que tem homem rico e poderoso me secando desse jeito.

— Eu te avisei, coronel. Essa aí é viciada em se mostrar — o seu Agenor atiçou lá de trás, a respiração já perceptivelmente acelerada.

Soltei uma gargalhada gostosa, totalmente entregue à minha faceta mais sem-vergonha, e encarei os dois com deboche:

— Viciada é pouco, seu Agenor. A verdade é que eu já fiquei pelada na frente de tantos homens na minha vida que eu nem conseguiria contar. Não caberiam todos aqui na pousada, mesmo se o senhor usasse todos os quartos de uma vez só para acomodar a plateia. Eu adoro ficar peladinha, sabiam? Especialmente para estranhos, para homens que nunca me viram e que ficam babando sem saber o que fazer com tanta carne.

Dito isso, joguei a outra alça. O vestido preto escorregou pelo meu tronco, revelando meus seios médios e fartos, balançando de leve enquanto eu rebolava o quadril com lentidão. O tecido desceu pelas minhas curvas até se amontoar nos meus pés, deixando-me completamente nua no meio do chalé. Minha pele bronzeada de urucum se destacava sob a luz âmbar do abajur.

Para levar os dois ao delírio, decidi mostrar a minha total falta de vergonha. Dei as costas para o fazendeiro e me curvei completamente para a frente, apoiando as mãos nos joelhos. Fiquei na posição de quatro mais escandalosa possível, empinando meu bumbum médio direto na direção do rosto do baiano, abrindo as pernas o suficiente para que a minha intimidade totalmente raspada e visivelmente brilhante de lubrificação ficasse escancarada no reflexo do espelho e diante dos olhos deles.

— Puta que pariu, Agenor! Olha o tamanho da safadeza dessa morena! — o baiano exclamou, levantando-se da poltrona com o pau já marcando agressivamente a calça. — A bicha se abre sem a menor timidez! Olha como essa bucetinha está piscando para mim, pedindo ferro!

Virei o rosto de lado, olhando para ele por entre os meus cabelos curtos, mantendo a bunda empinada e provocando alto:

— Ela está piscando porque sabe que o senhor tem o que ela quer, coronel. Vai ficar aí só olhando ou vai vir tirar o atraso com a camareira? Mostra que o homem da Bahia sabe dar conta de uma vagabundinha paulista!

— Ela é uma cachorra de alojamento, coronel. Gosta do perigo — o seu Agenor sibilou, aproximando-se lentamente, incapaz de continuar apenas olhando.

— Sou mesmo, seu Agenor! E se o senhor continuar aí parado só falando, vai perder a melhor parte do show — rebati, rebolando o quadril em círculos lentos, fazendo um som úmido que atiçou ainda mais os dois.

Eu adorava ouvir cada palavra suja e responder à altura. Sentir o impacto psicológico dos elogios crús e da luxúria deles fazia o meu corpo gotejar intensamente, sujando o chão de cimento do chalé. Eu era a putinha sem compromisso que eles queriam ver.

O fazendeiro não aguentou mais. Ele caminhou até mim, segurando as minhas nádegas com as duas mãos pesadas e calejadas, apertando com tanta força que deixou os dedos marcados na minha pele branca. Ele desabotoou a calça rapidamente, libertando um membro grosso e latejante. Sem qualquer aviso ou preliminar, ele me puxou pela cintura e enterrou o pau de uma vez só, até o talo, na minha intimidade encharcada.

Soltei um grito agudo de puro êxtase que ecoou pelo quarto. O impacto foi violento, bruto e rústico. O baiano começou a me foder de pé, ditando um ritmo forte e sem pausas, fazendo o meu corpo balançar inteiro. Minhas mãos buscavam apoio na beirada da cama, enquanto eu rebolava freneticamente contra o quadril dele, entregando toda a safadeza que tinha dentro de mim.

— Isso, Gabriela! Rebola nessa pica baiana, sua safada! — o empresário rústico gemia no meu ouvido, puxando meus cabelos curtos para trás enquanto me estocava com força total. — Segura ela aí, Agenor! Quero ver essa boa trabalhar também!

O seu Agenor, que já estava com o pau de fora e babando de tesão assistir à cena, entrou no jogo imediatamente. Ele ficou na minha frente, segurando o meu queixo com força e empurrando o seu membro direto contra os meus lábios. Eu abri a boca sem hesitar, engolindo o meu chefe com toda a sensualidade que tinha, enquanto o baiano me estraçalhava por trás.

O som dos corpos se chocando, os gemidos abafados pela minha boca cheia e as conversas sujas entre os dois me levaram ao limite absoluto da sanidade. Eu era o depósito de prazer daqueles dois homens de negócios. Gozei consecutivamente, sentindo minhas paredes vaginais esmagarem o membro do fazendeiro em espasmos violentos. O baiano soltou um urro alto, cravou as unhas nos meus quadris e despejou uma jorrada massiva e quente no fundo do meu útero, dando mais três estocadas brutas de misericórdia. Logo em seguida, o seu Agenor descarregou profundamente na minha boca, completando o massacre de luxúria no Chalé 7.

O silêncio que se seguiu no Chalé 7 era pesado, quebrado apenas pelas nossas respirações descompassadas e pelo som do baiano se servindo de mais um gole de uísque, rindo sozinho, impressionado com o estrago. Fiquei um tempo ajoelhada no chão de cimento, com o sêmen deles escorrendo pelas minhas coxas bronzeadas, saboreando a exaustão deliciosa que aquele massacre havia me causado.

Seu Agenor, limpando o suor da testa com a manga da camisa, caminhou até a mesa de cabeceira e pegou um maço grosso de notas de cem reais que o fazendeiro já havia deixado separado. O velho contou o dinheiro com os olhos brilhando de ganância, separou a parte dele e jogou quatro notas de cem direto no colchão bagunçado, bem na minha frente.

— Seu pagamento, Gabriela. Quatrocentos reais em dinheiro vivo por uma hora de diversão — seu Agenor disse, a voz rústica voltando ao tom comercial. — E o coronel aqui já avisou que amanhã quer bis.

Olhei para as notas na cama e depois para os dois, soltando uma risada abafada e cheia de deboche. Levantei-me devagar, sem a menor pressa de me cobrir, deixando que eles apreciassem as marcas dos dedos do baiano na minha bunda e o líquido que ainda brilhava nas minhas pernas. Peguei o dinheiro com a ponta dos dedos, usei as notas para acariciar o meu próprio colo e olhei bem nos olhos do patrão.

— Eu disse ao senhor que nasci para a sem-vergonhice, seu Agenor... — sussurrei, guardando o bolo de notas dentro da bolsa preta que estava no chão. — Quatrocentos reais para foder gostoso com homens decididos e ainda ver a cara de babo de vocês dois? Esse é o melhor emprego do mundo.

Caminhei até o vestido preto amontoado no chão, puxei-o para cima e o vesti com um único movimento fluido. Sem calcinha, sem pressa e com os lábios vaginais ainda pulsando e ardendo pelo sexo bruto, dei as costas para eles. Antes de sair, parei na porta, olhei por cima do ombro com um sorriso lascivo e pisquei para o fazendeiro:

— Até amanhã, coronel. Vá descansando, porque a camareira paulista gosta de serviço pesado.

Saí do chalé e caminhei sob o céu estrelado de Propriá em direção ao meu alojamento. O vento frio da noite batia por baixo do meu vestido curto, refrescando a minha pele dourada de urucum. Eu estava exausta, marcada e suja, mas com o bolso cheio e o ego nas nuvens. O acordo com o seu Agenor estava apenas começando, e eu mal podia esperar para ver quem seria o próximo estranho que imploraria para me ver pelada.

Foto 1 do Conto erotico: Sem Calcinha sob o Vestido de Chita: Virei puta dos clientes do chalé com minha nova identidade.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sem Calcinha sob o Vestido de Chita: Virei puta dos clientes do chalé com minha nova identidade.

Codigo do conto:
267121

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
13/07/2026

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