Com minha nova identidade quis foder muito: A Camareira Sem Vergonha de Propriá

Sou a Marina, hoje com meus 26 anos. Sou da cidade de São Paulo. Tenho 1,60 de altura, peso 55 kg, seios e bumbum médios, pele branca e cabelos castanhos como meus olhos. Quem já leu meus contos sabe que sou exibicionista. Adoro me arriscar nas ruas e diversos lugares. O conto que vou relatar aconteceu há 8 anos.

A viagem de volta para São Paulo era para ter sido direta, mas o fantasma do meu passado em Maceió viajava na poltrona ao lado. Na primeira parada grande do ônibus, em um posto de conveniência na beira da rodovia, criei coragem. Caminhei até um orelhão e disquei o número da casa dos meus pais. Meu coração batia na garganta. O telefone chamou uma, duas, três vezes... e ninguém atendeu. Tentei mais duas vezes e apenas o silêncio do sinal de chamar ecoou no meu ouvido. Aquela ausência de resposta me paralisou. A dúvida se instalou como uma doença na minha mente: será que os capangas do night club já tinham enviado os vídeos? Será que minha família tinha descobri-lo toda a podridão e decidido me apagar das vidas deles?

O pânico e a vergonha de encarar a realidade em São Paulo me sufocaram, mas, no segundo seguinte, uma onda avassaladora de adrenalina atingiu o meu peito. Se a Marina tinha sido destruída pela verdade, a Gabriela estava mais viva do que nunca. Aquela rejeição presumida virou o estopim perfeito para eu abraçar de vez a minha nova identidade. Eu não ia voltar correndo. Eu ia descer na próxima cidade e ver até onde a "Morena" de cabelos curtos e pele bronzeada de urucum podia ir.

Seguindo a rota que descia do Nordeste em direção ao Sudeste, acabei desembarcando em Propriá, a primeira cidade de Sergipe logo após cruzar a ponte sobre o Rio São Francisco. Era um ponto de entroncamento rodoviário movimentado, cheio de viajantes e com algumas pousadas rústicas que atendiam quem cruzava a divisa. Usando os documentos falsos que o irmão do Madruga conseguiu, mudei meu nome para Gabriela e bati na porta da Pousada do Sol. O dono, um homem de meia-idade chamado Agenor, olhou para o meu visual misterioso, minhas pernas douradas e me contratou na hora como camareira. O salário era simples, mas incluía alojamento nos fundos. Era tudo o que eu precisava para juntar dinheiro e colocar minhas fantasias em prática.

A pousada exigia que as funcionárias usassem um uniforme: uma saia azul-marinho rodada até os joelhos e uma blusa branca de botões. Obviamente, seguindo o vício que adquiri na estrada, eu nunca usava calcinha por baixo daquela saia. A sensação do tecido batendo direto contra os meus lábios vaginais a cada passo que eu dava limpando os chalés me mantinha em um estado constante de excitação.

No meu terceiro dia em Propriá, um hóspede me chamou a atenção. Era um engenheiro civil que estava na cidade a trabalho, um homem alto, de porte atlético e olhar imponente. Ele ocupava o chalé número 4. No fim da tarde, sabendo que ele estava dentro do quarto descansando com a porta entreaberta, peguei o meu carrinho de limpeza, troquei o lençol extra pelos braços e bati na porta, pedindo licença para arrumar as toalhas.

Ele apenas assentiu, deitado na cama de casal com o notebook no colo, sem me dar muita atenção. Era o cenário perfeito. Entrei e comentei a fingir que organizava a bancada de TV, que ficava exatamente na linha de visão dele. Meu coração disparou, o estresse do risco se misturando com o tesão puro do exibicionismo.

Aproximei-me da cama para trocar as fronhas dos travesseiros extras. De propósito, em vez de me abaixar dobrando os joelhos, eu me curvei para a frente, apoiando o peso do corpo na beirada do colchão. Com uma das mãos, puxei sutilmente a barra da saia azul para cima, fingindo que o tecido estava prendendo na minha perna.

A saia subiu até a altura da minha cintura, revelando perfeitamente o meu bumbum médio e as minhas coxas totalmente bronzeadas. Pelo reflexo do espelho do guarda-roupa, vi o exato momento em que o engenheiro travou os olhos na minha nudez escancarada. Eu estava completamente nua por baixo, com a minha intimidade raspada e visivelmente úmida brilhando sob a luz do abajur. Mantive a pose por alguns segundos intermináveis, fingindo que ajeitava o travesseiro, deixando que ele absorvesse cada detalhe da camareira safada que abusava do perigo bem na frente dele.

O silêncio do quarto foi quebrado pelo som do notebook sendo fechado com força sobre a cama. Virei o rosto de leve, ainda curvada sobre o colchão com a saia erguida, e encontrei o olhar do engenheiro fixo na minha bunda. Um sorriso cínico e surpreso brotou nos lábios dele, misturando deboche com um desejo imediato.
— Mas que audácia é essa aqui no meu quarto, camareira? — ele disse, a voz grave e pausada ecoando no ambiente. Ele se levantou e deu dois passos lentos até ficar a poucos centímetros de mim. Ele esticou o dedo indicador, tocando de leve o plástico do pequeno retângulo preso ao meu peito.

— Deixa eu ver... Gabriela, não é? É o que diz no seu crachá.

Ele soltou uma risada curta, os olhos descendo do meu peito direto para a minha nudez exposta.

— Você entra aqui com essa pose de moça comportada, mas está sem calcinha por baixo desse uniforme, me mostrando essa bunda bronzeada e essa bucetinha completamente molhada?

O meu coração parecia que ia rasgar o meu peito de tanta adrenalina. Ouvir um homem culto e imponente verbalizando a minha safadeza com tanta crueza fez a minha intimidade contrair e gotejar uma gota pesada de tesão direto no lençol que eu fingia arrumar. Em vez de me cobrir ou pedir desculpas como uma mulher normal faria, o exibicionismo psicológico da minha nova identidade tomou conta de mim. Eu queria ser a putinha que ele estava vendo.

— É que estava muito calor para trabalhar... — respondi em um assunto atrevido, sustentando o olhar dele por cima do ombro enquanto empinava ainda mais o bumbum na direção dele, deixando a saia azul totalmente amontoada na minha cintura.
— Calor, sei... Você é uma putinha muito da sem-vergonha, isso sim — ele disse, esticando a mãozona para dar um tapa estalado e firme na minha nádega esquerda, fazendo a pele arder e estalar.

— Olha como você está piscando e babando para mim. Veio arrumar o quarto ou veio dar para o cliente, Gabriela? Porque se for para limpar o chalé desse jeito, eu vou querer o serviço completo todo dia.

O tapa e as palavras dele estouraram os meus limites. Eu balancei o quadril com o impacto, soltando um gemido manhoso que entregou de vez o meu jogo. Sem dizer mais nada, ele segurou a minha cintura com força, me puxando para trás com violência e me colando contra o corpo dele. Senti o volume rígido da sua calça pressionar direto contra a minha bunda nua.

Ele desabotoou a calça rapidamente com uma das mãos, enquanto a outra apertava meu pescoço de leve, mantendo minha cabeça fixa para frente, me forçando a olhar para o nosso reflexo no espelho do guarda-roupa.

— Olha lá no espelho, Gabriela. Olha você de quatro, de saia levantada, sendo fodida por mim — ele sibilou no meu ouvido.

Sem qualquer preliminar, ele empurrou o pau grosso e latejante de uma vez só dentro de mim. O impacto me fez soltar um grito agudo que ecoou pelo chalé de Propriá. A sensação de preenchimento foi tão violenta que minhas pernas fraquejaram, mas ele me segurou firme pelos quadris, ditando um ritmo forte, bruto e sem pausas.

Eu estava completamente entregue. Esfregava minhas mãos no lençol, rebolando contra ele a cada estocada, entregando toda a safadeza que a Morena tinha dentro de si. O som molhado dos nossos corpos se chocando se misturava com os elogios sujos que ele continuava a falar no meu ouvido, me chamando de vagabunda e elogiando o aperto da minha bucetinha. Ver a mim mesma naquela posição pelo espelho, sabendo que qualquer outra funcionária ou o próprio seu Agenor poderia passar no corredor e ouvir meus gemidos pela porta entreaberta, me levou ao limite do prazer.

Não aguentei muito tempo. A mistura do risco de ser pega com a crueza daquele sexo me fez explodir em um orgasmo violento, que contraiu minhas paredes vaginais prensando o membro dele. O engenheiro soltou um rosnado alto, cravou os dedos na minha cintura com tanta força que deixaria marcas, e descarregou uma jorrada quente e profunda dentro de mim, me dando mais três estocadas intensas antes de desabar o peso do corpo nas minhas costas.

Ficamos arfando por um tempo, unidos pelo suor e pelo sêmen que começava a escorrer pelas minhas coxas bronzeadas. Ele se afastou devagar, ajeitando a roupa com um sorriso satisfeito no rosto, e tirou duas notas de cem reais do bolso, jogando-as em cima da cama.

— Pelo excelente trabalho de limpeza, Gabriela. Amanhã quero o quarto arrumado no mesmo horário — ele disse, piscando para mim.

Ajeitei minha saia azul, cobrindo o corpo, e peguei o dinheiro com os dedos trêmulos de tesão e exaustão. Saí do chalé 4 com o carrinho de limpeza, sentindo o líquido dele escorrer pelas minhas pernas livres, com a certeza absoluta de que a estrada ainda me traria muitas histórias sob aquela nova identidade.

No dia seguinte ao nosso primeiro encontro, o calor parecia ainda mais sufocante. Minha intimidade ardia e pulsava, revivendo cada estocada que o engenheiro havia me dado no Chalé 4. Como prometido, no fim da tarde voltei ao mesmo quarto para o "serviço de limpeza". Mas dessa vez, eu queria ir além. Assim que fechei a porta atrás de mim e ouvi o clique do trinco, olhei para o homem sentado na cama e decidi chutar o balde. Tirei o crachá, desabotoei a blusa branca do uniforme e a joguei no chão. Depois, abri o zíper da saia azul-marinho e a deixei cair, ficando totalmente nua na frente dele. Minha pele, agora muito bronzeada pelo sol e pelo urucum do sítio, contrastava com as marcas claras do sol antigo. Meus seios estavam com os bicos rígidos pelo tesão e pela adrenalina do risco.

O engenheiro soltou um assobio longo, os olhos brilhando de cobiça. Não houve conversa. Ele se levantou, me segurou com força pelos quadris e me jogou de bruços contra a bancada de madeira da TV. Fiquei de quatro, com o bumbum médio empinado bem na direção dele, completamente desprotegida e exposta. Ele abriu a calça rapidamente e, sem qualquer preliminar, enterrou o pau grosso até a raiz na minha intimidade encharcada. Soltei um gemido alto, espalmando as mãos na madeira enquanto ele começava a me foder de pé, com estocadas brutas e profundas que faziam as garrafas de água mineral e os copos sobre a bancada chacoalharem ritmicamente.

O que nós não esperávamos era a desconfiança do seu Agenor. O dono da pousada vinha notando o tempo excessivo que a nova camareira passava naquele chalé específico.

No meio de uma estocada forte, a maçaneta girou com tudo e a porta bateu contra o batente com um estalo seco. O trinco velho não tinha segurado. O seu Agenor entrou com uma prancheta na mão e travou o passo no meio do quarto. A cena refletida no espelho do guarda-roupa era escandalosa: eu estava totalmente nua, de quatro, com as costas arqueadas e o engenheiro enterrado até a raiz na minha bunda bronzeada.

— Mas que pouca vergonha é essa no meu estabelecimento?! — o chefe berrou, a voz rústica de homem do interior ecoando pelas paredes do chalé.

O engenheiro parou o movimento por um segundo, mas continuou com o pau todo enfiado dentro de mim. Em vez de me assustar ou tentar me cobrir, uma onda de deboche e sensualidade tomou conta de mim. Eu não tinha mais medo de chantagem de ninguém; se eu perdesse aquele emprego, tudo bem, o mundo era imenso. O que importava ali era foder gostoso. Olhei bem nos olhos do seu Agenor pelo espelho, arqueei ainda mais as costas e soltei um risinho provocante, rebolando a bunda contra o quadril do engenheiro.

— O que foi, seu Agenor? Veio fiscalizar se o quarto está bem limpo? — provoquei, a voz saindo perigosamente manhosa enquanto eu assistia ao choque dele se transformar em puro desejo.

O seu Agenor deu dois passos lentos para dentro do quarto, chutando a porta para fechar atrás de si. Ele não parecia mais horrorizado; seus olhos miúdos, vermelhos e cheios de malícia devoravam a minha nudez integral. Ele ergueu a prancheta onde guardava a cópia do meu documento falso e deu um tapinha de leve no papel com os dedos.
— Então a Gabriela, a moça comportada que veio pedir emprego com essa carinha de santa, é uma puta de beira de estrada? — o velho sibilou, soltando um sorriso cínico.

— Sabe, Gabriela... Esse seu documento aqui tem uma assinatura bem estranha. Se eu ligar para a polícia rodoviária agora para checar quem você é de verdade, o que será que eles vão achar de você no sistema, hein?

Eu soltei uma gargalhada gostosa, deliciando-me com a tentativa dele de me encurralar. Apertei a buceta com força ao redor do pau do engenheiro, fazendo o homem dar um estalo com a língua.

— Pode ligar, seu Agenor. Chame quem o senhor quiser. Mas antes de eu ir embora, o senhor não prefere ver de perto como eu trabalho bem? Eu admito que sou uma putinha sem-vergonha mesmo... e sabe o que é melhor? Não estou cobrando nada para agradar os clientes da sua pousada. Olha como eu sou uma funcionária dedicada...

Minhas palavras cheias de safadeza e o meu total descaramento destruíram qualquer postura profissional do velho. O seu Agenor jogou a prancheta em cima da cama e começou a puxar o cinto da calça social gasta com pressa, os olhos fixos nos meus seios médios. Ele olhou para o hóspede, que assistia a tudo com um sorriso de canto de boca.

— Engenheiro, não para não. Continua fodendo essa safada com força. Eu vou pegar a minha parte por cima agora mesmo. Quero ver se essa boca é tão boa quanto essa bunda.

O comando duplo acendeu o meu exibicionismo ao nível máximo. O engenheiro deu uma risada rouca e voltou a se mover com força bruta, segurando meus quadris e me estocando sem dó contra a madeira da bancada. O seu Agenor se aproximou por trás, colando o corpo velho, pesado e suado nas minhas costas nuas. Ele enfiou a mãozona pela minha frente, espremendo um dos meus seios com tanta força que deixou os dedos marcados na pele dourada, enquanto usava a outra mão para puxar meus cabelos pretos e curtos para trás, me obrigando a erguer o rosto.
— Olha o tamanho dessa cachorra, engenheiro... Olha como ela gosta de ser usada pelos dois ao mesmo tempo — o seu Agenor falava alto no meu ouvido, a respiração quente e cheirando a fumo de rolo. Ele libertou o membro dele e o empurrou contra a minha bochecha.

— Já que você gosta de agradar, abre a boca e chupa aqui, Gabriela. Mostra toda essa sua dedicação. Abre!

Com o engenheiro me estraçalhando por baixo, me fazendo rebolar freneticamente a cada impacto pesado no meu bumbum totalmente descoberto, eu abri a boca e engoli o membro do meu chefe com toda a sensualidade que eu tinha. O sexo era bruto, sujo, mas carregado de uma luxúria deliciosa. Eu adorava a dinâmica de ser o centro das atenções daqueles dois homens em Propriá. O engenheiro acelerava o ritmo, batendo o quadril com força nas minhas nádegas, fazendo um som molhado e obsceno que ecoava pelo quarto abafado, enquanto o seu Agenor segurava minha cabeça com força, ditando o ritmo da minha boca.

— Isso, chupa tudo, sua Morena sem-vergonha! — o velho Agenor rústico dizia, dando tapinhas na minha cara com a ponta dos dedos. — Olha como ela engole bem, engenheiro! Essa aí nasceu para ser puta de alojamento!

— Ela é viciada, seu Agenor! A buceta dessa Gabriela parece que vai engolir o meu pau de tão apertada! — o engenheiro respondeu, arfando alto e desferindo estocadas ainda mais profundas que batiam no fundo do meu útero.

Eu estava completamente no limite. O som dos corpos se chocando, os insultos sujos e o risco de qualquer outra camareira passar no corredor e ouvir tudo me levaram ao delírio do prazer. Gozei três vezes seguidas, chorando alto de tanto tesão e exaustão, sentindo minhas paredes vaginais esmagarem o engenheiro em espasmos violentos. No ápice da minha entrega, o seu Agenor soltou um rosnado alto, segurou meus cabelos com força total e descarregou uma jorrada quente e espessa diretamente na minha boca, me fazendo engolir tudo enquanto eu saboreava o meu triunfo. Logo em seguida, o engenheiro soltou um ronco longo, cravou as unhas na minha cintura e despejou um jato massivo e quente no fundo da minha intimidade, me dando mais três estocadas de misericórdia antes de parar, exausto.

Eles se afastaram devagar, rindo e ajeitando as calças, completamente satisfeitos e orgulhosos do que tinham feito. O engenheiro tirou duas notas de cem reais do bolso e jogou em cima do colchão bagunçado para mim. Ele se despediu do dono e saiu do quarto para tomar um banho.

Fiquei caída sobre a bancada, tentando recuperar o fôlego, com o sêmen deles escorrendo pelas minhas pernas bronzeadas. Foi quando o seu Agenor, em vez de me mandar ir embora ou me ameaçar, fechou o zíper da calça lentamente, cruzou os braços e olhou para o meu corpo estirado com um olhar puramente comercial e impressionado.
— Gabriela... junta as tuas roupas e se limpa — o velho disse, a voz agora mais calma, mas firme. — Depois que o expediente acabar, eu quero você na minha sala administrativa nos fundos da recepção. Nós precisamos conversar. Quero fazer um acordo com você.

Eu pensava que iria me mandar embora, mas um acordo... o que será?

Foto 1 do Conto erotico: Com minha nova identidade quis foder muito: A Camareira Sem Vergonha de Propriá

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Com minha nova identidade quis foder muito: A Camareira Sem Vergonha de Propriá

Codigo do conto:
265947

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
02/07/2026

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