O Medo dos Capangas Só Me Deixava Mais Safada Troquei Proteção por Porra na Fuga



Sou a Marina, hoje com meus 26 anos. Sou da cidade de São Paulo. Tenho 1,60 de altura, peso 55 kg, seios e bumbum médios, pele branca e cabelos castanhos como meus olhos. Quem já leu meus contos sabe que sou exibicionista. Adoro me arriscar nas ruas e diversos lugares. O conto que vou relatar aconteceu há 8 anos.

Eu estava fugindo desesperada de Maceió por causa de uma chantagem pesada, enfiada na cabine de um caminhão de carga no meio da madrugada escura do interior de Alagoas. Tudo o que eu tinha no mundo era a minha bolsa e a roupa do corpo — um vestido leve que eu tinha acabado de vestir e, por causa da pressa e da minha safadeza intrínseca, eu estava completamente sem nada por baixo. O medo de ser pega pelos capangas do chantagista fazia meu coração acelerar, mas o pânico e a ansiedade logo começaram a se transformar em um tesão gigante, avassalador. Para mim, a adrenalina do perigo sempre foi o único remédio capaz de anestesiar a minha mente, e eu nem sequer sabia se o escândalo da minha fuga já tinha chegado aos ouvidos da minha família em São Paulo.

Depois de uma transa insana e rústica com o Jorge na boleia, o monstro de metal voltou a rodar pela rodovia escura. Por volta das cinco da manhã, ele encostou o caminhão no pátio de um posto de combustível na beira da estrada. O lugar estava iluminado por lâmpadas fortes, cheio de motoristas e ônibus interestaduais. Eu já estava me preparando para descer, ajeitando o vestido sobre as minhas coxas, quando o meu coração simplesmente parou.

Estacionado um pouco mais atrás, quase na sombra das árvores que cercavam o posto, havia um carro pardo, um sedã escuro e empoeirado. A porta do motorista se abriu e um homem de jaqueta desceu para acender um cigarro. A luz do isqueiro iluminou o rosto dele por um breve segundo. Era um dos homens de confiança do dono do night club de Maceió. O capanga que cuidava da segurança e que sabia exatamente quem eu era.

O pânico me dominou por completo. Em um movimento puramente instintivo, abri a porta do lado do passageiro e pulei da cabine alta direto para o asfalto, antes mesmo que o Jorge pudesse me segurar. Não olhei para trás. Corri com todas as minhas forças na direção oposta, cruzando a linha onde a luz do posto terminava e a escuridão da mata de beira de estrada começava. Me joguei para o meio das árvores e dos arbustos altos, os galhos secos arranhando os meus braços e as minhas pernas conforme eu avançava às cegas no breu total.

Andei por mais alguns minutos até ter a certeza de que estava longe o suficiente. A adrenalina da fuga começou a baixar, dando lugar a uma exaustão absurda. Foi quando meus olhos se acostumaram à penumbra e eu enxerguei a silhueta de uma pedra grande e chata, clareada levemente pela luz da lua. Parecia um lugar seguro para respirar e relaxar.
Sentei-me ali, sentindo a pedra fria contra a minha pele. Meu corpo inteiro queimava. O medo de ser caçada e a umidade do sexo recente com o caminhoneiro criaram um curto-circuito na minha mente. Eu precisava daquela descarga de dopamina que só o risco me dava para não enlouquecer.

Eu devia ter muitos problemas na cabeça, pois comecei a sentir um tesão violento. Me achando segura lá, ignorando que tinha perdido minha carona e estava sozinha.

Segurei as alças do vestido e o puxei para baixo, deslizando o tecido pelo meu corpo até ficar completamente nua no meio da floresta. Sentir o vento da madrugada batendo nos meus seios e arrepiando a minha pele no meio do nada foi um choque elétrico. Abri as pernas em cima da pedra e comecei a me tocar com força, deslizando os dedos no meu clitóris, fechando os olhos e deixando os gemidos saírem abafados na escuridão.

Fiquei me tocando de forma gostosa. Não imaginava que minha viagem iria me tornar um puta louca. Alguém que o tesão tinha mais força que o medo.

Eu estava no auge do transe, quase gozando, quando um som seco cortou o ar à minha direita. Craque. Um galho quebrando. E logo em seguida, o sussurro de vozes masculinas.

O susto me deu um solavanco. Em um segundo, o prazer virou pânico puro. Tentei me levantar em um salto e puxar o vestido que estava largado ao meu lado na pedra, mas o tecido leve ficou preso em alguma coisa. Puxei com força, mas ouvi o barulho do pano rasgando e travando de vez. Não dava para perder tempo. Os passos estavam muito perto.

Deixando o vestido e a minha bolsa para trás, deslizei da pedra totalmente nua, com o coração batendo nas costelas, e me enfiei atrás de um arbusto de folhas largas a poucos metros dali. Me encolhi inteira, colando os meus seios nos joelhos, tentando controlar a respiração.

Pelas frestas das folhas, vi a luz de duas lanternas rasgando o breu. Duas silhuetas masculinas e fortes pisaram na clareira. Eram os capangas do night club.

— Olha aqui, chefe. Tem rastro de gente fresca — um deles falou, jogando o feixe de luz direto para a pedra.

A lanterna iluminou o meu vestido preso e a minha bolsa jogada. O outro homem se aproximou, pegou a bolsa do chão e revirou tudo, jogando meus poucos pertences na terra. Ele segurou o vestido rasgado, cheirou o tecido com um sorriso cínico e olhou ao redor.

— É dela. A puta desceu do caminhão e entrou por aqui. E pelo jeito... a putinha saiu correndo sem roupa. Não deve ter ido longe. Vamos caçar.

Eles se separaram, apontando as lanternas para direções diferentes. Um deles começou a caminhar exatamente na direção do meu arbusto. Sem alternativa e sem roupas para me proteger, eu me arrastei de gatinhas pelo chão batido, usando a escuridão da mata densa para me mover como um animal arisco. Comecei a correr no breu, sentindo os galhos e os espinhos arranharem a minha barriga, minhas pernas e meus seios nus, fugindo desesperadamente dos homens, sem nada no mundo além do meu próprio corpo exposto ao perigo.

O som dos passos pesados daqueles homens esmagando os galhos secos parecia estar colado nas minhas costas. Eu corria sem rumo, tateando a escuridão com as mãos, sentindo o chicotear das folhas e dos espinhos rasgando a pele dos meus seios e das minhas coxas. O feixe de luz de uma das lanternas passou raspando pela minha bunda nua, iluminando a penumbra por um milésimo de segundo.

— Ela correu para cá! Olha o rastro na terra úmida! — um dos capangas gritou, a voz ecoando assustadoramente perto.

O pânico travou a minha garganta, mas o meu corpo reagiu por puro instinto de sobrevivência. Logo à frente, o chão sumiu. Eu escorreguei por uma ribanceira íngreme de terra batida, ralando as minhas costas e as minhas nádegas na descida, até cair com tudo dentro de um pequeno riacho que cortava a mata.

A água era gelada e bateu na altura da minha cintura. O choque térmico na minha pele fez meu corpo inteiro tremer. Ouvindo os homens no topo da ribanceira, não pensei duas vezes: deitei-me na água escura, afundando o meu corpo até o pescoço e colando as minhas costas na lama da margem, embaixo de um emaranhado de raízes expostas.

Fiquei ali, imóvel, submersa na escuridão, deixando apenas o nariz e os olhos para fora da água. Segundos depois, as duas lanternas apontaram para baixo, varrendo a superfície do riacho. Os feixes de luz passavam a centímetros do meu rosto. A adrenalina era tão violenta que o meu coração batia nas costelas como um tambor, mas, na minha mente de exibicionista, a sensação da água fria lavando a porra seca do caminhoneiro e o suor da minha pele, enquanto dois homens armados me caçavam a passos de distância da minha nudez, me causou um arrepio elétrico que fez a minha intimidade pulsar forte debaixo d'água.
— Não estou vendo nada aqui embaixo... Essa puta deve ter seguido o curso do rio ou subido o outro lado — o chefe praguejou lá de cima.

— Vamos voltar para a estrada antes que amanheça.

Eles se afastaram. Esperei o silêncio da mata voltar a reinar para finalmente sair da água. Eu estava ensopada, tiritando de frio, coberta de lama e completamente nua no meio do nada. Subi a margem oposta com dificuldade, usando o som distante dos motores da rodovia como bússola para tentar sair daquele inferno verde.

Depois de andar por longos minutos arrastando os meus pés descalços pela terra, a vegetação começou a abrir. Cruzei uma cerca de arame farpado, passando por baixo com um cuidado extremo para não cortar a minha barriga ou os meus peitos, e avistei a silhueta de uma pequena casa de madeira com uma guarita de sítio logo na beira da estrada. Uma luz fraca brilhava na janela dos fundos.

Era a minha única chance. Corri pelo gramado úmido, sentindo o vento frio da madrugada castigar o meu corpo exposto, e bati desesperadamente no vidro da janela.

Toc, toc, toc.

— Por favor! Socorro! Tem gente atrás de mim! — gritei com a voz trêmula, chorando de frio e de desespero.

A cortina foi puxada de lado e um homem jovem, de uns 28 anos, usando apenas uma bermuda de moletom, olhou para fora. O rosto dele travou em um choque absoluto. Ele piscou várias vezes, sem acreditar que no meio da madrugada, no interior de Alagoas, uma garota paulistana, de cabelos castanhos e completamente nua, estava batendo na sua janela implorando por ajuda.
Ele abriu a porta dos fundos em um segundo e me puxou para dentro pelo braço, trancando a fechadura logo em seguida. O calor do ambiente bateu na minha pele arrepiada. Eu estava ali, parada no meio da cozinha dele, sem um fio de roupa, ensopada, com os meus bicos dos seios acesos pelo frio e a minha bucetinha totalmente exposta e suja de terra, sob o olhar faminto e perplexo de um completo estranho.

— Meu Deus, moça... O que aconteceu com você? Quem está atrás de você? — ele perguntou, a voz falhando enquanto os olhos dele desciam fixos e sem pudor pelas minhas curvas totalmente nuas.

Eu estava trêmula, o queixo batendo de frio e de pânico, mas quando notei a forma como os olhos daquele rapaz devoravam a minha nudez, algo mudou dentro de mim. Eu não tinha roupas, não tinha dinheiro, não tinha documentos e nem sequer sabia se a minha família em São Paulo já estava sabendo daquele pesadelo. Eu estava sem absolutamente nada no mundo. No entanto, em vez de desabar, senti aquela conhecida onda de calor começar a subir pelo meu peito, me deixando intensamente excitada. Eu mesma estranhava a minha própria mente: como eu podia sentir tanto tesão em uma situação limite daquelas? Mas o risco e a vulnerabilidade eram o meu combustível.

Aproveitando o choque dele, dei um passo à frente, colando o meu corpo nu, gelado e sujo de lama direto no peito quente dele. Segurei nos ombros do rapaz, olhando bem no fundo dos seus olhos, e deixei a minha voz sair mansa e manhosa, como uma verdadeira putinha implorando por abrigo.
— Por favor... não me deixa voltar para lá — sussurrei, roçando a minha bucetinha úmida na bermuda de moletom dele e sentindo o pau dele acordar e dar um solavanco de imediato.

— Dois homens armados me caçaram na mata. Eles pegaram tudo o que eu tinha. Eu só tenho o meu corpo... e posso ser sua se você me esconder aqui até o amanhecer.

O rapaz sentiu o volume dos meus seios médios esmagados contra o peito dele e perdeu totalmente a postura de bom moço. O gogó dele subiu e desceu. Ele segurou a minha cintura com força, me empurrando contra o azulejo frio da pia da cozinha.
— Você quer que eu arrisque a minha pele com homens armados, paulistana? — ele disse, com a voz rouca, o hálito quente batendo no meu rosto.

— Isso vai te custar muito caro. Se você quer ficar aqui, vai ter que me servir direito.

— Eu faço o que você quiser... — respondi, dando um sorriso safado e já me ajoelhando no chão da cozinha, sem me importar com a sujeira ou com o perigo lá fora.

Agarrei o cordão da bermuda de moletom dele e a puxei para baixo de uma vez. O pau dele saltou para fora, vermelho, grosso e latejando de tesão. Sem perder tempo, abri bem a boca e engoli aquela piroca até o talo, fazendo um barulho alto de saliva que ecoou pela cozinha escura. Eu o chupava com gula, subindo e descendo os meus lábios castanhos pelo membro dele, usando as minhas mãos para massagear os testículos dele enquanto olhava para cima, sustentando o olhar dele sob a luz fraca da lâmpada. O rapaz gemia alto, enfiando os dedos nos meus cabelos castanhos e empurrando o quadril para a frente, me tratando como uma verdadeira quenga de estrada.

Depois de alguns minutos me usando como um brinquedo oral, ele me puxou para cima pela nuca, me virando de costas e me jogando de bruços em cima da mesa da cozinha, no meio dos pratos e xícaras.

— Empina essa bunda suja de lama, vai! — ele mandou, dando um tapa estalado na minha nádega que me fez soltar um gemido agudo de prazer.

Fiquei de quatro em cima da mesa, escancarando a minha intimidade que já escorria melaço. O perigo de os capangas baterem na porta a qualquer segundo misturado com a minha total nudez fez a minha bucetinha pulsar desesperada. O rapaz veio por trás, segurou os meus quadris com força e enterrou o pau grosso de uma vez só dentro de mim.

— Ahhh, seu gostoso! Me fode! — eu gritei, abafando o som com o braço enquanto ele começava a socar com violência.

Ele metia sem dó, rápido e bruto, fazendo a mesa de madeira ranger alto contra o chão. Eu me sentia a criatura mais vulnerável e safada do mundo, sendo fodida por um estranho em troca de teto, enquanto o meu destino estava completamente selado no escuro daquela noite. Cada estocada funda me jogava mais perto do clímax. O prazer era tão violento que eu perdi os sentidos, apertando as paredes da minha bucetinha no pau dele até explodir em um orgasmo intenso, chorando e gemendo alto na cozinha.

Sentindo a minha contração prender o seu membro, o rapaz deu mais três bombadas brutais e derramou uma carga quente de porra bem fundo no meu útero, desabando exausto em cima das minhas costas nuas e suadas. O meu corpo estava entregue, marcado e lavado de sêmen, mas pelo menos por aquelas próximas horas, eu sabia que estava protegida.

Depois daquela intensidade selvagem na mesa da cozinha, nós desabamos exaustos na cama estreita do Neto. Dormi um sono picado, assombrada por pesadelos de perseguição e pela dúvida sufocante se o escândalo da minha fuga já tinha explodido na minha casa em São Paulo.

Quando abri os olhos, o sol da manhã já rasgava as frestas da janela de madeira, iluminando a realidade fria. O clima de fantasia da madrugada tinha evaporado. O Neto já estava de pé, andando de um lado para o outro, o rosto pálido e suado pelo choque do dia seguinte.

— O sol nasceu. Você não pode ficar aqui. Se os caras desse tal night club resolvem vasculhar a área e te acham na minha casa, eu estou morto — ele disse, a voz trêmula de puro pânico.

Ele abriu o guarda-roupa, puxou uma camisa xadrez de botão dele e jogou em cima de mim.

— Toma. É o que tem. Vamos para o meu carro, vou te deixar na rodoviária da cidade vizinha e você se vira.

Vesti a camisa. No meu corpo de 1,60 m, o tecido grosso ficava enorme; as mangas cobriam minhas mãos e a barra mal escondia a minha bunda e a minha intimidade, que ainda carregava o melaço e o cheiro do sexo da madrugada. Eu estava completamente nua por baixo daquela única peça de roupa. Sem celular, sem dinheiro, sem eira nem beira.

Entramos no Gol antigo dele. O Neto bateu a porta, deu a partida e arrancou em direção à rodovia, segurando o volante com as duas mãos, tenso, a mandíbula travada.

O trânsito da manhã estava pesado na pista. O Neto reduziu a marcha de repente, os pneus rangendo no asfalto quente. A poucos metros de nós, os cones laranjas da Polícia Rodoviária Federal dividiam a pista, e um guarda de óculos escuros e postura rígida observava o fluxo, decidindo quem seria o próximo a encostar.

O Neto estava prestes a ter um colapso. O suor escorria pelo pescoço dele.

— Droga... se eles mandarem encostar, acabou... Você está sem nada, vestida com a minha camisa, sem um documento. Vão me prender achando que é sequestro ou cárcere — ele sussurrou entre os dentes, a voz sufocada pelo medo.

Olhar para o desespero dele, o perigo iminente das viaturas com as luzes piscando e a imensa possibilidade de um escândalo público criaram uma pane geral no meu sistema. O estresse atingiu o nível máximo, o limite do suportável. E, como um mecanismo de defesa perverso da minha mente, o medo virou tesão. Um tesão cego, violento, desesperado. Para aliviar aquela pressão asfixiante, levei a mão trêmula até os botões da camisa xadrez. Abri os três primeiros, deixando meus seios totalmente expostos à claridade do dia. Sem me importar se o policial na pista olharia pelo vidro lateral, enfiei a mão por baixo da barra curta do tecido, tocando direto na minha intimidade que já estava completamente encharcada.

Comecei a me masturbar ali mesmo, no banco do passageiro, esfregando o meu clitóris com força, a respiração saindo curta e manhosa entre os dentes.

O Neto olhou de relance e o rosto dele foi de pânico a uma perplexidade absoluta. Os olhos dele arregalaram, completamente chocado com a minha audácia de estar me tocando, nua por baixo da roupa dele, a trinta metros de uma blitz policial armados até os dentes.
— Você enlouqueceu, sua puta?! — ele sibilou, a voz sufocada pelo choque e pelo pânico.

— Você quer me foder de vez?! Para com isso agora!

— Eu não consigo... — respondi com a voz embargada, os olhos fixos na viatura lá fora enquanto meus dedos se moviam mais rápido no meu clitóris.

— Neto, eu preciso fazer isso... É muito forte, é a única coisa que me faz esquecer que eu posso morrer a qualquer segundo!

Minha bucetinha pulsava e piscava com tanta força que eu quase gozei ali, sob o olhar horrorizado dele. Felizmente, o policial na pista fez um sinal de desdém com a mão, mandando o nosso carro seguir sem parar.

Acho que estava muito abaixada no banco para ele saber o que acontecia dentro do carro.

O Neto acelerou com o coração na boca, mas a cabeça dele já tinha virado um turbilhão. A mistura de medo real, a quebra de expectativa e a minha total falta de pudor no momento mais crítico foram o limite para o rapaz do interior.

Cerca de dois quilômetros após a blitz, antes mesmo de chegarmos à cidade vizinha, o Neto deu uma guinada violenta no volante. Ele jogou o carro para dentro de uma estradinha de terra vicinal, cercada por mato alto de ambos os lados, e pisou no freio com força, fazendo a poeira subir.

Ele respirava fundo, o peito subindo e descendo, os olhos fixos no painel. Depois de alguns segundos de um silêncio tenso, ele destravou a porta do passageiro e apontou para fora, sem me olhar nos olhos.

— Desce.

— O que? Neto, por favor, eu estou sem nada... — comecei, o susto cortando o restinho do transe da masturbação.
— Desce do carro, sua puta! — ele gritou, virando-se para mim, a expressão misturada entre raiva e medo.

— Você é maluca. Você é um perigo ambulante. Quase me fez ser preso ou coisa pior, se o cara do night club te acha comigo eu tô morto! Eu já te dei abrigo, já comi o que queria, agora chega. Fica com a camisa, mas sai do meu carro agora.

Eu o encarei por um segundo, vendo que não havia espaço para discussão. Segurei a barra da camisa xadrez para cobrir o essencial, abri a porta e pulei para o chão de terra batida. Antes mesmo que eu pudesse fechar a porta direito, o Neto arrancou com o Gol, cantando pneu na terra e me deixando para trás em uma nuvem de poeira.

Fiquei ali, parada no meio de uma estrada de terra deserta no interior do Nordeste, o sol da manhã começando a queimar a minha pele. Eu vestia apenas uma camisa xadrez que mal cobria a minha bunda, sem calcinha, descalça, sem um centavo e sem celular. O perigo nunca tinha sido tão real e definitivo. E, olhando para os lados daquela estrada vazia, percebi que a minha jornada de sobrevivência — e de exibicionismo forçado — estava apenas começando.

Foto 1 do Conto erotico: O Medo dos Capangas Só Me Deixava Mais Safada Troquei Proteção por Porra na Fuga

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Medo dos Capangas Só Me Deixava Mais Safada Troquei Proteção por Porra na Fuga

Codigo do conto:
265506

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
26/06/2026

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