Eu estava fugindo desesperada de Maceió por causa de uma chantagem pesada, enfiada na cabine de um caminhão de carga no meio da madrugada escura do interior de Alagoas. Tudo o que eu tinha no mundo era a minha bolsa e a roupa do corpo — um vestido leve que eu tinha acabado de vestir e, por causa da pressa e da minha safadeza intrínseca, eu estava completamente sem nada por baixo. O medo de ser pega pelos capangas do chantagista fazia meu coração acelerar, mas o pânico e a ansiedade logo começaram a se transformar em um tesão gigante, avassalador. Para mim, a adrenalina do perigo sempre foi o único remédio capaz de anestesiar a minha mente.
A cabine era alta, quente, iluminada apenas pelas luzes esverdeadas do painel do caminhão. Ao meu lado, o Jorge mantinha as mãos firmes no volante, os olhos fixos na estrada deserta, mas eu sentia a respiração dele pesada desde que eu tinha subido.
Olhei para ele de lado, fingindo inocência, e quebrei o silêncio com a voz mansa:
— Seu Jorge... Vai demorar muito para a gente chegar na próxima cidade?
Ele deu uma olhada rápida de canto de olho, me medindo de cima a baixo antes de responder com aquela voz grossa de quem passa a vida na estrada:
— Vai sim, menina. Pelo menos umas quatro horas de chão batido e asfalto escuro até a divisa. A viagem vai ser longa.
Aproveitei a deixa. Dei um sorriso safado e mudei de posição no banco do passageiro, cruzando as pernas devagar e deixando o tecido do vestido subir um pouco pelas minhas coxas brancas.
— Poxa... Quatro horas é bastante tempo. Será que eu posso fazer alguma coisa para passar o tempo e me distrair? O cansaço e o nervosismo estão acabando comigo.
Jorge deu um risinho de lado, apertando o volante um pouco mais forte.
— E o que seria essa "coisa", paulistana? O que você quer fazer aqui em cima?
Olhei bem nos olhos dele, deixando a luz do painel bater no meu rosto, e soltei com total naturalidade:
— Eu quero me tocar, seu Jorge. Quero me masturbar bem aqui do seu lado enquanto você dirige. Tudo bem para você?
O homem engoliu em seco na hora, e deu para ver o gogó dele subir e descer. Ele não disse uma única palavra, apenas assentiu com a cabeça, fixando os olhos na estrada com uma tensão absurda.
Sem perder um segundo, segurei a barra do meu vestido e a puxei para cima, até a altura do meu umbigo. Abri bem as pernas no banco do passageiro, expondo a minha intimidade, lisinha e já brilhando de suor e desejo na penumbra da cabine. Comecei a passar os dedos lentamente pelos meus lábios, massageando o meu clitóris com vontade e deixando um gemido baixinho escapar, sabendo que o motorista estava prestes a enlouquecer ao meu lado.
O som molhado dos meus dedos massageando a minha intimidade começou a ecoar pela cabine, misturando-se com o ronco pesado do motor. Eu olhava para o Jorge e via o perfil dele tenso, a mandíbula travada e os olhos travados na estrada, mas a respiração dele estava tão alta que parecia que ele estava correndo uma maratona.
— Olha para mim, seu Jorge... — provoquei, com a voz bem mansa e manhosa, arrastando o dedo indicador bem em cima do meu clitóris e abrindo ainda mais as pernas no banco do passageiro.
— Está gostando do que está vendo? Olha como eu já estou molhada por sua causa.
O homem deu uma olhada de lado de tirar o fôlego. O olhar dele desceu direto para a minha bucetinha exposta sob a luz esverdeada do painel. Ele engoliu em seco, a voz saindo grossa e meio rouca:
— Você não tem vergonha nenhuma mesmo, né, paulistana? Uma menina bonita dessas, se esfregando desse jeito na frente de um homem que mal conhece... Você quer me enlouquecer no volante?
— Eu já disse que sou viciada nisso, seu Jorge... — dei um gemido um pouco mais alto quando enfiei dois dedos bem fundo em mim, sentindo o meu próprio calor.
— E aposto que você também está adorando. Olha o tamanho do volume que está subindo na sua calça.
Ele deu um riso abafado, o tesão falando mais alto que a pose de motorista sério.
— É... você não está errada não. O bicho aqui atrás do zíper já está querendo rasgar o jeans por causa dessa tua safadeza. Se você quer tanto passar o tempo, sai dessa poltrona e vem resolver o meu problema aqui.
Aquilo foi música para os meus ouvidos de exibicionista. Sem pensar duas vezes, segurei as alças do meu vestido leve e as puxei para baixo, descendo o tecido pelas minhas curvas até deixá-lo jogado no banco. Fiquei completamente nua ali na cabine, sob o painel iluminado.
Me ajoelhei no chão da cabine, colando o meu peito branco e nu na perna dele enquanto o caminhão continuava roncando a 80 km/h na rodovia escura. Com as mãos ágeis, abri o zíper da calça dele e puxei o cacete dele para fora. Era um pau de caminhoneiro de verdade: grosso, comprido, escuro de sol e já completamente duro e latejando de tanto tesão acumulado.
— Meu Deus, seu Jorge... que delícia de cacete — sussurrei, olhando para aquela piroca enorme bem na altura dos meus lábios.
— Então chupa, sua puta... engole tudo enquanto eu seguro esse bicho na pista — ele mandou, a voz trêmula, passando a mãozona calejada pelo meu cabelo castanho.
Abri bem a boca e engoli de uma vez, enfiando a cabeça dele até o fundo da minha garganta. O gosto forte de homem da estrada me deixou ainda mais louca. Comecei a fazer um oral bem sujo e molhado, subindo e descendo com gula, fazendo um barulho de saliva que ecoava por toda a cabine. O Jorge enfiava os dedos no meu cabelo, ditando o ritmo, enquanto tentava manter os olhos no asfalto. A adrenalina de estar nua, fazendo um oral com o caminhão em movimento no meio do nada, fez a minha bucetinha começar a pulsar e piscar de tanto tesão.
Não demorou muito, o Jorge deu um gemido cavernoso e começou a reduzir as marchas do caminhão, jogando a carreta pesada para o acostamento de um recuo completamente escuro e deserto da rodovia. Ele puxou o freio de mão com força — Tssssssss — e desligou os faróis altos, deixando apenas o motor ligado, tremendo a estrutura toda.
Ele olhou para baixo, para mim, com os olhos vermelhos de puro desejo.
— Chega de brincar na frente, paulistana. Agora a gente vai terminar isso direito lá atrás.
Ele se levantou e me puxou pelos braços com aquela força rústica, me jogando direto para a cama que ficava na parte de trás da boleia. O espaço era apertado, abafado e com cheiro de estrada, o cenário perfeito para a safadeza que vinha a seguir.
O Jorge me jogou de quatro naquela cama estreita da boleia. O motor do caminhão continuava ligado, roncando forte e fazendo o colchão inteiro vibrar embaixo dos meus joelhos, o que parecia massagear a minha intimidade e me deixar ainda mais louca.
Antes de vir para cima, ele esticou o braço e puxou de vez a cortininha da janela lateral da cabine, deixando o vidro exposto para o acostamento escuro da rodovia.
— Fica aí bem colada no vidro para você ver a estrada, sua paulistana safada — o Jorge sussurrou no meu ouvido, a voz rouca e grossa de puro tesão.
— Se passar outro caminhão com farol alto, vai ver essa tua bunda branca empinada aqui atrás.
Aquele risco absurdo de exibicionismo foi o estopim. Olhar para o asfalto deserto lá fora sabendo que eu estava completamente nua, prestes a ser fodida por um caminhoneiro que mal conhecia, fez a minha bucetinha piscar e escorrer melaço no lençol.
Sabia que não deveria fazer isso, pois significava deixar uma trilha para os que me perseguiam, mas não consegui conter meu tesão e desejo de ser vista e usada.
O Jorge veio por trás com tudo. Ele segurou a minha cintura com aquelas mãos imensas e calejadas e, sem aviso, enterrou o cacete grosso e cabeçudo de uma vez só dentro de mim. Soltei um gemido alto que bateu no vidro da janela. O pau dele me preenchia inteira, bruto e quente, estraçalhando o meu útero a cada estocada forte. Ele começou a socar com vontade, no ritmo pesado da estrada, fazendo o meu corpo inteiro balançar contra a parede da boleia.
— Toma o que você estava procurando, sua puta! — ele falava, dando tapa estalado na minha bunda que deixava a pele vermelha.
— Ficou se esfregando e se tocando no meu volante, agora aguenta o rojão!
— É isso, seu Jorge... me fode com força! — eu implorava, virando o rosto para trás para tentar beijá-lo, com a saliva escorrendo.
— Me usa como a sua putinha da estrada!
No meio do rala e rola, ele me virou de costas na cama com aquela força rústica e mandou:
— Senta aqui no meu pau agora e comanda o ritmo, que eu quero ver esses teus seios balançando.
Subi em cima dele, encaixando aquela piroca latejando bem fundo em mim, e comecei a cavalgar com força, jogando meus cabelos castanhos para trás e gemendo alto, abafando o som do próprio motor. O Jorge olhava para cima vidrado, apertando meus peitos com força, deixando as marcas dos dedos dele na minha pele clara.
Mas nós sabíamos que o tempo era curto. Estávamos parados em um recuo escuro e o perigo dos capangas ou da polícia rodoviária ainda rondava a minha mente. Essa adrenalina do medo misturada com o prazer fez o tesão chegar ao limite.
O Jorge me mudou de posição mais uma vez, me deixando de quatro e colada no vidro novamente, e começou a dar as últimas bombadas, rápidas, violentas e desesperadas. Eu sentia o pau dele inchando dentro de mim, e a minha bucetinha começou a contrair com tanta força que eu desabei no colchão, tendo um orgasmo violento que fez minhas pernas tremerem inteiras.
Sentindo que eu tinha ido ao limite, o Jorge deu a última estocada funda, soltou um urro cavernoso e puxou o pau para fora bem na hora do tiro. Ele segurou o cacete e começou a jorrar jatos grossos, quentes e brancos de porra por toda a minha bunda e pelas minhas costas, me lavando completamente com o seu leite.
Ficamos ali caídos por dois minutos, arfantes no abafado da boleia. Eu estava exausta, marcada de suor e coberta de porra, mas com a alma lavada. O Jorge limpou o pau na calça, me deu um beijo estalado na bochecha e disse que era hora de botar o monstro de metal para rodar de novo antes que o dia clareasse. Limpei o excesso com o meu vestido mesmo e me ajeitei no banco, pronta para o resto da fuga, sabendo que aquela estrada ainda tinha muita história para render.





Parabens belo conto... fotos reais suas ficaria um T...
Oie. Esse tipo de aventura parece ser muito divertida. Parabéns! Bxos.