Dona Ana, uma senhora de uns 65 anos, bem cuidada, corpo ainda firme e curvas generosas que o tempo tratou com respeito. Cabelos grisalhos bem arrumados, pele bronzeada e um sorriso que misturava doçura com algo mais... malicioso. Vinha com o netinho pela mão, um menino agitado da idade da minha filha. Eles começaram a brincar juntos na grama. Ela sentou bem do meu lado, cruzando as pernas com elegância.
— Que dia lindo, né? — começou ela, puxando conversa.
Conversamos sobre os netos, o condomínio, a vida. A voz dela era suave, mas os olhos desciam cada vez mais. De repente, senti sua mão discreta tocar minha coxa. Depois, subiu devagar até o volume na minha bermuda. Meu pau reagiu instantaneamente, endurecendo sob o tecido leve. Ela apertou de leve, com um sorriso safado, e sussurrou:
— Hum... gostei do que senti. Quer levar sua filha pra brincar com o neto lá em casa? Tem um pula-pula novo no quintal.
Não precisei pensar duas vezes. As crianças ficaram animadas com a ideia. Fomos até a casa dela, um sobrado aconchegante. Enquanto os pequenos pulavam e riam no quintal, eu entrei para pedir um copo d’água. Dona Ana fechou a porta da cozinha atrás de mim.
Ela estava transformada. Tinha tirado o vestido leve e agora usava apenas uma lingerie preta rendada, transparente o suficiente para mostrar os mamilos escuros e a calcinha mínima. Aos 65 anos, ela era toda inteira: seios ainda fartos, cintura marcada, bunda empinada e coxas grossas.
— Meu marido só chega daqui a umas duas horas... — disse ela, aproximando-se e ajoelhando-se na minha frente com fome nos olhos.
Ela puxou minha bermuda para baixo e meu pau saltou, duro e latejando. Dona Ana não perdeu tempo. Segurou com as duas mãos e enfiou na boca com vontade, chupando como se não fizesse aquilo há anos. Gemidos abafados escapavam enquanto ela lambia a cabeça, descia até as bolas e voltava a mamar com força, babando tudo. Parecia uma mulher sedenta.
Eu a levantei, tirei o sutiã rendado e deitei ela no sofá da sala. Abri suas pernas e mergulhei o rosto entre elas. A buceta dela estava inchada, molhada e com um cheiro delicioso de mulher madura. Chupei o clitóris devagar, depois lambi os grandes lábios e desci até o cuzinho rosado e apertado. Ela ficou louca, segurando minha cabeça e rebolando contra minha língua.
— Ai, que delícia... faz tempo que ninguém me chupa assim... — gemia ela.
Dona Ana não aguentou mais:
— Me fode... me fode agora.
Coloquei ela de quatro no sofá primeiro. A buceta dela estava encharcada, escorrendo. Entrei devagar, sentindo o calor apertado me envolver. Comecei a meter com força, o som molhado ecoando na sala. Ela rebolava contra mim, pedindo mais. Fodi gostoso, fundo, segurando aqueles quadris maduros.
Depois de um tempo, ela olhou para trás com olhos vidrados:
— Agora no cu... quero sentir você me arrombar o cuzinho.
Cuspi no buraco apertado, esfreguei a cabeça do pau e empurrei devagar. Ela soltou um gemido longo e profundo quando entrei inteiro. O cuzinho dela era quente, apertado e guloso. Comecei a foder com ritmo, cada vez mais rápido, enquanto ela massageava o próprio clitóris. Os gemidos dela eram cada vez mais altos.
— Goza dentro... enche meu cu de leite, por favor!
Não aguentei. Segurei firme na cintura dela e meti fundo, explodindo um gozo grosso e quente bem no fundo do seu cu. Ela tremeu inteira, gozando junto, o cuzinho piscando ao redor do meu pau.
Ficamos ofegantes no sofá por alguns minutos. Ela se virou, me deu um beijo molhado e sussurrou:
— Podemos repetir sempre que quiser, querido. Meu marido viaja bastante...
Lá fora, as crianças ainda pulavam inocentes no pula-pula, sem imaginar o que a avó safada tinha acabado de fazer comigo.
Dona Ana... uma senhora de respeito por fora, uma puta deliciosa por dentro.
Cabelos brancos e de óculos
Pensou por 2s
Aqui vai a versão atualizada do conto erótico, com os detalhes que você pediu (cabelos brancos e óculos):
Era um sábado ensolarado no condomínio. Eu estava sentado no banco da praça com minha filha, aproveitando o final de semana dela comigo. Foi então que Dona Ana apareceu, caminhando devagar com o netinho pela mão. Aos 65 anos, ela era uma senhora elegante: cabelos totalmente brancos, bem cuidados e brilhantes sob o sol, óculos de armação fina que davam um ar intelectual e ao mesmo tempo sexy. O corpo ainda firme, seios generosos, quadris largos e uma bunda que chamava atenção mesmo com o vestido leve que usava.
Eles começaram a brincar na grama. Ela sentou bem ao meu lado, cruzando as pernas. Logo puxou assunto, a voz suave e educada. Enquanto conversávamos sobre os netos e a vida no condomínio, sua mão direita foi descendo discretamente pela minha coxa até parar sobre o volume da bermuda. Apertou de leve, sentindo meu pau endurecer rápido sob seus dedos. Atrás dos óculos, os olhos dela brilhavam com malícia.
— Que tal levar sua filha pra brincar com meu neto lá em casa? Tem um pula-pula novinho no quintal... — sugeriu, com um sorriso safado.
As crianças adoraram a ideia. Assim que chegamos, os pequenos correram para o quintal. Entrei na casa para pedir um copo d’água e Dona Ana trancou a porta atrás de mim.
Em poucos segundos, ela tirou o vestido. Estava usando uma lingerie preta rendada, contrastando lindamente com a pele madura e os cabelos brancos soltos. Os óculos ainda no rosto, ela parecia uma professora safada pronta para dar uma aula particular.
— Meu marido só chega daqui a umas duas horas... — murmurou, ajoelhando-se na minha frente.
Ela puxou minha bermuda para baixo e segurou meu pau com vontade. Os cabelos brancos balançavam enquanto ela mamava com fome, enfiando fundo, lambendo as bolas e chupando a cabeça com gemidos abafados. Parecia que fazia tempo que não provava um pau duro daquele jeito. Os óculos embaçavam levemente com o esforço.
Eu a levantei, tirei o sutiã e deitei ela no sofá. Abri suas pernas e mergulhei o rosto entre elas. Chupei sua buceta molhada, lambi o clitóris inchado e desci até o cuzinho apertado. Dona Ana segurava minha cabeça com as duas mãos, rebolando contra minha língua, os cabelos brancos espalhados no sofá.
— Ai, que delícia... chupa meu cu também... — pedia, gemendo.
Não aguentei mais. Coloquei ela de quatro e meti na buceta encharcada, fodendo com força enquanto segurava aqueles quadris maduros. Ela rebolava contra mim, pedindo mais. Depois, olhou para trás por cima dos óculos:
— Agora no meu cuzinho... quero você bem fundo.
Cuspi no buraco rosado, pressionei a cabeça do pau e entrei devagar. O cuzinho dela era quente e apertado. Comecei a foder com ritmo crescente, os cabelos brancos balançando a cada estocada. Ela massageava o clitóris, gemendo cada vez mais alto.
— Goza dentro... enche meu cu de leitinho quente!
Segurei firme na cintura dela e explodi, jorrando um gozo grosso e abundante bem no fundo do seu cu. Dona Ana tremeu inteira, gozando junto, o cuzinho piscando ao redor do meu pau.
Ofegantes, ela se virou, ajustou os óculos no rosto e me deu um beijo molhado, os cabelos brancos caindo sobre os ombros.
— Pode voltar sempre que quiser, querido. Meu marido viaja bastante...
Lá fora, as crianças continuavam pulando inocentes no pula-pula, sem fazer ideia da avó safada de cabelos brancos e óculos que eu acabara de foder gostoso.