DONA ANA E EU SOMOS DESCOBERTOS

Depois de algumas semanas como putinha secreta, Dona Ana e eu estávamos cada vez mais ousados. Ela me chamou novamente numa tarde de quinta-feira. O marido, Seu Roberto, supostamente tinha saído para jogar buraco com os amigos no clube do condomínio.
Entrei pela porta dos fundos como sempre. Assim que cheguei na sala, Dona Ana já estava esperando: cabelos brancos soltos, óculos finos, vestindo apenas uma camisola curta de renda vermelha que mal cobria a bunda. Ela me agarrou pelo pescoço e me beijou com fome.
— Rápido, amor... tô pingando — sussurrou.
Não perdemos tempo. Tirei a roupa ali mesmo e a coloquei de quatro no tapete da sala. Levantei a camisola, cuspi na buceta dela e meti tudo de uma vez. Dona Ana gemeu alto, rebolando contra mim enquanto eu socava forte. Depois mudei pro cuzinho, que já estava acostumado e engolia meu pau com facilidade.
— Isso... fode o cu da sua putinha... — gemia ela, os cabelos brancos balançando.
Estava no meio da foda, metendo fundo no cuzinho dela, quando ouvimos a voz calma vinda do corredor:
— Eu sei de tudo.
Congelamos. Seu Roberto estava parado na porta da sala, com o celular na mão. Na tela, via-se claramente a imagem ao vivo da câmera de segurança da sala — ele tinha instalado uma nova e esquecido de avisar a esposa.
Dona Ana ficou pálida, ainda com meu pau enterrado no cu dela.
— Roberto... eu... — começou ela.
Ele levantou a mão, interrompendo. O rosto dele não mostrava raiva. Mostrava algo diferente... excitação contida. Aos 68 anos, magro, de barba branca bem aparada, ele respirou fundo e disse:
— Faz tempo que eu desconfiava. Vi os vídeos dos outros dias. No começo fiquei com raiva... mas depois... percebi que ver vocês dois me deixa louco de tesão. Nunca vi a Ana tão molhada e safada assim em anos.
Ele se sentou na poltrona em frente, abrindo o zíper da calça devagar.
— Continua. Quero ver.
Dona Ana olhou pra mim, ainda chocada, mas o tesão falou mais alto. Ela começou a rebolar de novo no meu pau, agora sabendo que o marido assistia. Eu voltei a meter, mais forte, fazendo os seios dela balançarem enquanto Seu Roberto tirava o pau dele (já duro) e começava a se masturbar devagar.
— Olha como ela gosta... — murmurava ele. — Fode o cuzinho dela bem fundo. Ela adora.
A situação me deixou ainda mais excitado. Segurei os cabelos brancos de Dona Ana como rédea e comecei a arrombar o cu dela com força, estocadas longas e pesadas. Ela gemia sem vergonha agora:
— Ele tá me vendo... ai meu Deus... tô gozando!
O cuzinho dela apertou forte ao redor do meu pau enquanto ela gozava. Eu não aguentei. Meti até o fundo e enchi o cu dela de porra quente, jorrando bastante enquanto Seu Roberto assistia tudo, batendo punheta cada vez mais rápido.
Quando tirei o pau, o gozo escorreu do cuzinho arrombado dela, pingando no tapete. Dona Ana, ofegante e com os óculos embaçados, olhou pro marido.
— Você... aceita mesmo? — perguntou baixinho.
Seu Roberto sorriu, ainda com o pau na mão:
— Aceito. Mas com condições. Eu quero assistir sempre que possível. Às vezes posso até participar... se vocês quiserem. Ana, você virou a putinha dele... e eu gosto disso.
Ela se aproximou do marido, ajoelhou e começou a chupar o pau dele, ainda com meu gozo escorrendo do cu. Eu fiquei assistindo, pau semi-duro, enquanto ela mamava o marido com a mesma fome que mamava o meu.
Daquele dia em diante, o sigilo acabou. Agora eu ia na casa deles abertamente. Seu Roberto muitas vezes ficava na poltrona, assistindo ou gravando, enquanto eu fodia sua esposa de cabelos brancos de todas as formas — buceta, cu, boca — e ele gozava vendo a putinha dele ser bem usada.
Dona Ana nunca esteve tão feliz e safada.

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Comentários


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autordesconhecido Comentou em 06/07/2026

Assim é muito melhor, todo mundo goza...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
DONA ANA E EU SOMOS DESCOBERTOS

Codigo do conto:
266317

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/07/2026

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