Mais tarde, já em casa, recebi uma notificação no WhatsApp. Era de Dona Ana. Um vídeo de 3 minutos.
Abri.
A câmera estava posicionada na sala deles. Dona Ana aparecia exatamente como eu a deixei: legging preta, cabelos agora soltos e bagunçados, óculos um pouco tortos. Ela estava inclinada sobre o sofá, empinando a bunda. Roberto, atrás dela, puxou a legging para baixo. Meu gozo branco e grosso escorria abertamente da buceta inchada dela.
— Olha o que seu amante deixou aqui dentro... — disse ela, olhando para a câmera com voz safada.
Roberto sorriu, tirou o pau já duro e esfregou na entrada melada. Depois enfiou tudo de uma vez, misturando meu leite com a buceta dela. O som era obscenamente molhado. Ele começou a foder com força, segurando a cintura dela, fazendo os seios balançarem.
Dona Ana gemia alto:
— Ele me encheu todinha antes de te entregar... tá sentindo o leitinho dele enquanto me fode?
Roberto metia cada vez mais rápido, o creme branco escorrendo pela coxa dela a cada estocada. Ele deu uns tapas na bunda madura e gemeu:
— Tá tão cheia... delícia de putinha.
No final do vídeo, ele segurou firme, meteu bem fundo e gozou dentro dela também, adicionando mais porra na buceta já lotada. Quando tirou o pau, um rio grosso e misturado de gozo escorreu dela, pingando no chão da sala. Dona Ana virou o rosto para a câmera, sorriu e mandou um beijo.
A mensagem que veio junto com o vídeo era simples:
Dona Ana:
“Roberto quis gravar pra você ver depois. Cheguei em casa toda gozada por você… e ele adorou. Quer vir amanhã pra me encher de novo?”
Fiquei duro só de assistir o vídeo pela terceira vez.
A putinha de cabelos brancos agora era dos dois… e eu estava completamente viciado nisso.