Era uma tarde de quarta-feira comum quando recebi a mensagem de Dona Ana: “Vem aqui em casa às 14h. Tem uma surpresa pra você. Roberto sabe e aprova. Entra pela porta dos fundos como sempre.” Cheguei pontualmente, sem fazer ideia do que me esperava. Entrei pela cozinha e fui para a sala. Dona Ana estava lá, cabelos brancos soltos, óculos finos, vestindo um vestido simples de algodão. Mas não estava sozinha. Sentada no sofá ao lado dela estava uma senhora que eu nunca tinha visto. Margarida. Uns 63 anos, casada há 38 anos com um engenheiro que viajava muito a trabalho. Cabelos grisalhos curtos e bem penteados, óculos de armação escura, corpo cheinho, seios grandes e quadris largos. Usava uma blusa florida e uma saia na altura dos joelhos. Parecia nervosa, mas seus olhos brilhavam de curiosidade. — Esse é ele, Marga — disse Ana com um sorriso discreto. — O amigo de quem te falei. Margarida me olhou de cima a baixo, corando um pouco. — Ana me contou umas coisas... Não sei se acredito, mas... faz muito tempo que não sinto um homem de verdade. Meu marido mal me toca mais. O clima ficou tenso. Eu sentei entre as duas. Ana colocou a mão na minha coxa sem cerimônia, subindo devagar até apertar meu pau por cima da bermuda. Margarida observava tudo em silêncio, respirando mais fundo. — Ele é bom mesmo — comentou Ana, como quem conta uma novidade qualquer. — Me fode quando eu preciso, enche bem... e Roberto gosta de ver. Margarida mordeu o lábio inferior. Não disse nada, mas não saiu do lugar. Ana se levantou, foi até a janela, fechou as cortinas e voltou. Sem pressa, ela se ajoelhou na minha frente, puxou minha bermuda para baixo e começou a me chupar devagar, com vontade. Os cabelos brancos balançavam enquanto ela mamava. Margarida assistia tudo, as mãos apertando a própria saia, visivelmente excitada. — Quer tocar? — perguntou Ana, tirando o pau da boca por um segundo. Margarida hesitou só um instante. Esticou a mão tremendo e segurou meu pau, sentindo o peso e o calor. Depois se aproximou e, ainda tímida, deu uma lambida na cabeça. Logo estava chupando junto com Ana — revezando, uma na boca, outra nas bolas. Duas senhoras maduras, casadas, me mamando com fome acumulada. Depois de alguns minutos, Ana se levantou e sentou no sofá ao meu lado. — Quero que você foda ela primeiro. Ela precisa. Margarida se levantou, tirou a saia e a calcinha com as mãos trêmulas. A buceta dela era peludinha, já molhada. Sentei ela no meu colo, de frente para mim. Segurei aqueles quadris cheios e desci ela devagar no meu pau. Ela soltou um gemido longo quando entrei inteiro. — Ai... que delícia... — sussurrou, começando a rebolar devagar. Fodi ela assim, no sofá, enquanto Dona Ana assistia ao lado, tocando a si mesma e incentivando: — Isso... mete fundo nela. A Marga merece. Margarida gozou primeiro, tremendo inteira, apertando meu pau com a buceta. Depois eu a coloquei de quatro no tapete, ao lado de Ana que ficou na mesma posição. Meti na buceta da Margarida com força, estocadas firmes e ritmadas. Ela gemia mais baixo que Ana, mas com muito tesão. Seu Roberto apareceu silenciosamente na porta do corredor. Sentou na poltrona de sempre, abriu a calça e ficou assistindo, sem interromper. Margarida viu ele ali, ficou vermelha, mas não parou de rebolar contra mim. — Goza dentro... por favor... — pediu ela, quase sem voz. Não aguentei. Segurei firme na cintura dela e enchi sua buceta de porra quente, jatos longos e grossos. Quando tirei, o leite escorreu pela coxa dela. Dona Ana se aproximou, passou os dedos na buceta da amiga, recolheu um pouco do meu gozo e mostrou para Margarida. — Bem-vinda ao clube — disse Ana, sorrindo. Margarida, ainda ofegante, ajustou os óculos e falou baixinho: — Meu marido nunca pode saber... mas eu quero repetir isso. Seu Roberto, da poltrona, apenas assentiu com a cabeça, satisfeito.
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