Meu nome é Rodrigo, hoje tenho 34 anos e sou da Zona Oeste do Rio. Mas o meu início no swing foi aos 21 anos, numa noite que nunca mais esqueci. Era uma festa na casa de um casal de amigos de infância, em Campo Grande. Eles namoravam desde a adolescência e estavam juntos até hoje. A casa tava cheia, todo mundo bebendo, rindo, mas conforme a noite foi avançando, as pessoas foram embora. Eu morava um pouco mais longe e eles insistiram pra eu ficar. — Fica, Rodrigo! Dorme no sofá mesmo, amanhã a gente toma café junto — disse ela, com aquele sorriso que eu conhecia desde moleque. Aceitei. Tomei um banho, vesti só uma cueca preta e me deitei no sofá da sala. Estava quase pegando no sono quando ouvi passos. Levantei o olhar e quase tive um infarto. Era ela. Vestindo uma lingerie vermelha extremamente sexy, transparente nos lugares certos, que marcava perfeitamente o corpo dela: 1,75m, ruiva natural, pele clara, seios médios firmes, cintura fina e uma bunda empinada de matar. Aos 20 anos, ela estava simplesmente gostosa pra caralho. — Vem dormir com a gente no quarto — disse ela, estendendo a mão, com um olhar que não deixava dúvida. Fiquei sem reação, mas levantei. Quando entramos no quarto, o marido dela (meu amigo de infância) estava sentado na cama, só de bermuda, com um sorriso tranquilo. Eles abriram o jogo na hora. — Rodrigo, a gente curte swing faz um tempo — disse ele calmamente. — E ela sempre teve uma fantasia antiga com você... desde a adolescência. Se você topar, a gente vai curtir pra valer hoje. Não pensei duas vezes. Eu já estava com o pau duro só de olhar pra ela naquela lingerie. Começamos a nos beijar no meio do quarto. Beijo quente, molhado, cheio de tesão acumulado. Desci pro pescoço, depois pro peito, chupei aqueles mamilos rosados com vontade. Fui descendo, tirei a calcinha dela devagar e abri aquelas pernas longas. A buceta dela já estava encharcada, inchada, brilhando. Comecei a chupar com fome. Língua no clitóris, depois descendo e enfiando na entrada molhada. Desci mais e comecei a lamber o cuzinho rosado também. Ela gemia alto, segurando minha cabeça: — Caralho, Rodrigo... você chupa bem pra porra... Chupei buceta e cu dela por uns bons 20 minutos, alternando, enfiando a língua fundo, sugando o clitóris. Ela tremia inteira, rebolando na minha cara. De repente as pernas dela apertaram minha cabeça e ela squirted forte, jorrando na minha boca e no meu rosto, gemendo alto enquanto gozava. — Ai meu Deus... eu gozei tanto... Olhei pro marido. Ele estava sentado na cadeira ao lado da cama, pau na mão, assistindo tudo com tesão. Não esperei. Virei ela de quatro na cama e meti tudo na buceta molhada de uma vez. Comecei a foder forte, fundo, enquanto ela gemia feito uma puta. Depois cuspi no cuzinho e comecei a arrombar também. O cu dela era apertado, quente e guloso. O marido assistia tudo em silêncio, batendo punheta, vendo a mulher dele ser comida pelo amigo de infância. No final, eu estava metendo fundo no cu dela, segurando aqueles cabelos ruivos. Quando não aguentei mais, meti até o talo e gozei forte, enchendo o cuzinho dela de porra quente, jato atrás de jato. Ela gozou novamente, tremendo, o cu piscando no meu pau. Caí ao lado dela na cama, ofegante. O marido sorriu, satisfeito, e disse: — Bem-vindo ao swing, Rodrigo. Daquela noite em diante, tudo mudou. Aquela foi só a primeira de muitas vezes com eles.
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