Alguns meses depois daquela primeira noite, eu já tinha virado presença constante na casa deles. Ia quase toda semana, às vezes dormia lá, e a relação tinha ficado cada vez mais intensa e natural.
Numa noite de sexta, estávamos os três no quarto. Letícia estava por cima de mim, cavalgando devagar, rebolando gostoso com meu pau bem fundo dentro da buceta molhada. O marido dela estava sentado na poltrona ao lado da cama, assistindo como sempre, com o pau na mão.
Ela estava linda: cabelos ruivos soltos, pele suada, seios balançando no ritmo. Eu segurava a cintura dela, metendo de baixo com estocadas firmes e profundas.
Foi aí que o marido quebrou o silêncio, com a voz rouca de tesão:
— Rodrigo... a gente conversou bastante esses dias. Ela gosta muito de você. Não é só sexo. Tem sentimento.
Letícia parou de rebolar por um segundo, olhou nos meus olhos ainda com meu pau enterrado bem fundo nela e continuou o que o marido estava dizendo:
— Eu quero você como meu namorado, Rodrigo. Namorado de verdade. Quero ter você sempre que eu quiser... dormir com você, sair com você... e claro, continuar sendo fodida por você o tempo todo.
Ela voltou a rebolar devagar, apertando a buceta ao redor do meu pau enquanto falava:
— O que você acha? Aceita ser meu namorado?
Eu segurei firme na bunda dela, meti bem fundo e respondi olhando direto nos olhos dela:
— Aceito.
Letícia sorriu, um sorriso safado e apaixonado ao mesmo tempo, e começou a cavalgar mais forte, quicando no meu pau.
— Então me fode, namorado... me fode enquanto você aceita ser meu.
Eu segurei aqueles quadris e comecei a socar com força por baixo, estocadas longas e pesadas. A buceta dela estava encharcada, escorrendo no meu pau. O marido assistia tudo com um sorriso satisfeito, batendo punheta mais rápido.
— Isso... sou sua namorada agora... me usa quando quiser — gemia ela, quase sem fôlego.
Virei ela de quatro, empinei aquela bunda ruiva e meti fundo na buceta novamente, fodendo com vontade enquanto o marido olhava. Letícia gritava de prazer:
— Mais forte, namorado! Me arromba!
Não aguentei muito tempo. Segurei firme nos cabelos ruivos dela, meti até o fundo e gozei forte, enchendo a buceta da minha nova namorada de porra quente enquanto o marido gozava na própria mão assistindo a cena.
Quando tirei o pau, meu leite escorria da buceta dela. Letícia virou, me deu um beijo molhado e sussurrou:
— Agora você é meu namorado oficial... e eu sou sua puta sempre que você quiser.
O marido completou, ainda ofegante:
— Bem-vindo à família, Rodrigo. Pode usar ela quando quiser. A casa é sua.
A partir daquele dia, Letícia se tornou oficialmente minha namorada dentro daquele arranjo. Eu ia na casa deles, transava com ela na frente do marido, dormia com ela, saía com ela... e o marido curtia cada segundo daquilo.