Passados os 15 dias, era um sábado tranquilo. Eu tinha acabado de deixar as crianças na casa da minha mãe e minha esposa estava trabalhando no salão. Estava sozinho em casa quando Julia me ligou. — Oi… tô com o resultado na mão. Posso passar aí? Quero abrir junto com você. — Vem — respondi. Meia hora depois ela chegou. Estava linda, corpo perfeito de ninfeta, usando um vestido leve. Trouxe o envelope fechado. Fiz um lanche rápido pra ela (suco, sanduíche e fruta) e sentamos na sala. Julia estava nervosa, as mãos tremendo um pouco. — Abre você — pediu ela, entregando o envelope. Abri devagar. Li o resultado em voz alta: — “Exclusão de paternidade: 99,99%. O suposto pai não é o pai biológico da criança.” Negativo. O filho não era meu. Julia ficou em silêncio por uns segundos. Depois respirou fundo, com os olhos marejados: — Triste… porque uma parte de mim queria que fosse seu. Mas também feliz… porque agora é mais fácil continuar com a vida que montei. O noivo nunca vai desconfiar. Ficamos em silêncio por um momento. De repente ela olhou pra mim com aquele olhar safado que eu conhecia bem: — Mas agora eu quero você. Aqui. Na sua cama. Na cama que você divide com sua esposa. Subimos pro quarto. Julia abriu a gaveta da minha esposa, escolheu uma lingerie preta sexy — sutiã de renda transparente e calcinha fio-dental — e vestiu na frente de mim. Ficou ainda mais gostosa, os peitos grandes quase transbordando, a calcinha marcando a bucetinha lisinha. — Me fode com ela vestida — pediu, deitando na nossa cama. Não tirei nada. Afastei a calcinha pro lado e meti fundo na buceta dela. Julia gemeu alto, segurando nos lençóis: — Isso… me fode na cama da sua esposa… Fodi ela com força, estocadas profundas, enquanto apertava os peitos por cima da lingerie. Bati na bunda dela algumas vezes, deixando a pele vermelha. Depois virei ela de quatro, puxei a calcinha pro lado de novo e continuei metendo fundo, a lingerie toda bagunçada no corpo dela. — Olha pra onde você tá me fodendo… na cama dela… — provocava Julia, rebolando. Gozei forte dentro da buceta dela, enchendo tudo. Julia gozou junto, tremendo, apertando meu pau. Ficamos deitados um pouco. Ela ainda com a lingerie da minha esposa, porra escorrendo pela coxa, sorrindo: — Mesmo não sendo seu filho… eu continuo sendo sua putinha. Sempre que quiser.
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