No dia seguinte, pela manhã, a mãe de Julia já estava diferente. Enquanto tomavam café, ela esperou o pai sair para o trabalho e atacou de novo, mas agora de forma mais calma e calculada — jeito de quem passou a noite pensando no assunto. — Senta aqui, filha. Quero conversar direito sobre ontem. Julia sentou, o coração acelerado. A mãe colocou a calcinha lavada (mas ainda com algumas marcas fracas) em cima da mesa como lembrete. — Esse homem… você disse que ele é casado. Quantos anos ele tem? Porque pela quantidade de porra que você trouxe pra casa, parece coisa de homem experiente, daqueles que não gozam fácil. Julia engoliu em seco, mas o tesão da noite anterior ainda estava fresco. Ela resolveu usar a brecha: — Ele é mais velho, mãe… bem mais velho. Parado, sabe? Tem uma boa situação, é maduro. Eu gosto disso. Homens da minha idade são meninos, não sabem o que fazem. Ele sabe. Me domina, me fode gostoso e goza muito… como você viu. A mãe ficou em silêncio por uns segundos, visivelmente desconfortável com a franqueza, mas não parou. — Mais velho como? Trinta e poucos? Quarenta? — Ela baixou a voz, quase envergonhada. — Julia, nós somos da igreja. Você sabe o que o pastor fala sobre adultério, sobre se envolver com homem casado… Isso é pecado grave. Você tá se entregando pra um homem que tem esposa em casa. E pela calcinha que eu vi, ele tá te usando como uma vadiazinha mesmo. Julia sentiu um choque de excitação com a palavra “vadiazinha” saindo da boca da mãe. Apertou as coxas e respondeu, voz baixa: — Eu sei, mãe… mas eu gosto. Gosto dele me tratando assim. Ele é bem mais velho que eu, sim. Tem experiência, tem pegada forte. Quando ele goza dentro parece que tá me marcando. Ontem no carro ele me encheu tanto que escorreu o caminho todo pra casa. Por isso a calcinha ficou daquele jeito. A mãe respirou fundo, passando a mão no rosto. O tom dela ficou mais investigativo: — E onde vocês se encontram? É sempre no carro? Ele já veio aqui perto de casa? Eu quero nome, Julia. Ou pelo menos profissão. Se for alguém que a gente conhece da igreja ou da família da sua tia… isso vai acabar mal pra todo mundo. Julia balançou a cabeça, fingindo hesitar: — Não vou falar o nome ainda, mãe. Ele é casado mesmo, e é próximo… mas não é da igreja. Eu juro. Só sei que gosto de homem mais velho, daqueles que mandam e que me fazem sentir mulher de verdade. Desculpa você ter visto aquilo… mas não consigo parar. A mãe ficou olhando fixo pra ela, como se tentasse ler a verdade no rosto da filha. Depois suspirou: — Vou orar por você. E você vai orar também. Isso não pode continuar. Se eu encontrar outra calcinha assim… ou pior, se eu descobrir quem é esse homem, vou ter que tomar atitude. Entendeu? Julia assentiu, mas assim que a mãe virou as costas pra lavar a louça, ela já estava com o celular na mão, enviando tudo pra você: Julia: "Amor… ela me pressionou de novo hoje de manhã. Ficou perguntando idade, nome, onde a gente se encontra. Eu falei que você é bem mais velho, parado, maduro… que eu curto homem mais velho justamente por isso. Ela surtou com a parte da igreja, falou que é adultério, que eu tô sendo vadiazinha… Caralho, quando ela falou isso eu fiquei encharcada." Julia (áudio, voz sussurrada e excitada): "Ela ficou me olhando torto o tempo todo, dizendo que vai orar por mim e que se encontrar outra prova vai tomar atitude. Eu quase contei que é você… mas segurei. Tô com medo mas louca de tesão. Imagina se ela descobre que é o marido da sobrinha dela que tá me enchendo de porra toda vez… Quero te ver logo. Quero que você me foda sabendo que minha mãe tá investigando tudo."
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