Depois de tomar um banho rápido no meu apartamento (mas sem tirar toda a porra que ainda escorria dela), Larissa se arrumou, vestiu o vestidinho e voltou pra casa da mãe no bloco ao lado. O bebê estava dormindo tranquilamente. Pouco tempo depois, Marcos chegou para buscá-la, como combinado. Ela estava com as pernas ainda fracas, a boceta e o cu latejando, inchados e cheios da nossa porra. Sentada no sofá da sala da mãe, ela sentia tudo escorrendo devagar na calcinha. Quando Marcos entrou, deu um beijo rápido na esposa e pegou o bebê no colo. No caminho de volta pro apartamento deles, Larissa estava quieta, mas o tesão da tarde ainda queimava forte. A ousadia do que tinha feito com nós três deixou ela ainda mais safada. No elevador, sozinhos, ela colou o corpo no dele. — Amor... hoje eu fiquei pensando em umas coisas — murmurou ela, passando a mão na virilha dele. Marcos ergueu a sobrancelha. — Que coisas? Ela mordeu o lábio, olhando pra ele com aqueles olhos pidões e safados. — Eu tava imaginando... e se a gente brincasse com mais gente? Tipo... você me fodendo junto com outros dois caras. Eu quero ver você participando, me vendo sendo comida por mais paus. Ou até você e mais dois me usando ao mesmo tempo. Eu aguento... hoje eu me senti tão puta, tão desejada. Marcos parou o elevador no andar deles, mas ficou parado, olhando pra ela como se tivesse levado um tapa. — O quê?! — a voz saiu mais alta do que ele queria. — Você tá falando sério, Larissa? Depois de tudo que aconteceu com aquele vizinho, você ainda quer mais? Agora quer dois caras me ajudando a te foder?! Ela tentou se aproximar, passando a mão no peito dele. — Amor, foi só uma fantasia... mas me deixou molhada só de imaginar. Você podia ver eles me comendo, depois me comer também. Eu sou sua, mas... Marcos abriu a porta do apartamento com raiva, quase batendo. — Não. Eu não admito isso. De jeito nenhum. Já foi difícil pra caralho perdoar você por ter dado pro vizinho. Agora você quer virar uma puta de verdade? Quer que eu veja outros caras te enchendo? Nem fudendo, Larissa. Ele estava vermelho, dividido entre raiva e uma excitação que não queria admitir. Larissa sentiu a porra dos três ainda vazando enquanto o marido surtava. Isso só a deixou mais excitada. — Tá bom, amor... foi só ideia — disse ela, fingindo arrependimento, mas com um sorrisinho interno. — Vem cá, me fode então. Descarrega essa raiva em mim. Marcos a agarrou, puxou o vestido pra cima e a fodeu ali mesmo no sofá, com força bruta. Ele não sabia que estava metendo numa buceta e num cu que tinham sido bem usados por três paus poucas horas antes. Larissa gozou gemendo alto, pensando nos três paus batendo na cara dela mais cedo.
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