Algumas semanas depois, Larissa estava enorme. Oitavo mês. A barriga redonda e pesada quase não cabia mais nas roupas, os peitos ainda mais cheios, a pele esticada brilhando. A gente já tinha transado várias vezes desde aquele dia do sofá, mas hoje ela me chamou com urgência. Eu entrei no apartamento e ela estava só de roupão aberto, barriga pra frente, mamilos escuros vazando um pouquinho de leite. Mal fechei a porta e ela já veio me agarrando. — Me fode hoje... por favor — pediu quase gemendo. — Meu marido vai sair pra trabalhar cedo e eu tô morrendo de tesão. Quero sentir você bem fundo antes do bebê nascer. Tô com medo que depois fique um tempo sem poder. Ela me puxou pro quarto, tirou o roupão e se deitou de lado na cama, empinando a bunda pra mim. A barriga enorme descansava na cama, pesada e linda. Eu me encaixei atrás dela, passando a mão por toda aquela barriga esticada enquanto esfregava o pau duro entre as coxas dela. — Quero tudo hoje — sussurrou ela, voz rouca de desejo. — Boceta, cu... me enche antes do bebê chegar. Comecei enfiando na boceta inchada e molhada. Ela estava absurdamente sensível, gemendo alto a cada estocada. A barriga balançava forte com o ritmo. Segurei um peito e chupei o mamilo, sentindo o leite doce escorrer na minha boca enquanto metia fundo. — Mais forte... não tem perigo... fode sua vadia grávida — implorava ela. Depois de fazer ela gozar duas vezes na boceta, ela virou o rosto e pediu: — Agora no cu... quero sentir você arrombando bem fundo. Lambuzei bastante e fui entrando devagar no cuzinho apertado. No oitavo mês ela estava ainda mais sensível, gemendo e tremendo enquanto eu entrava inteiro. Comecei a socar com ritmo firme, segurando aquela barriga enorme por trás, sentindo o bebê se mexer de leve contra minha mão enquanto eu fodia a mãe. Larissa esfregava o clitóris inchado, quase chorando de prazer: — Isso... me enche o cu... quero tá pingando sua porra quando meu marido voltar... Eu meti fundo, cada vez mais rápido, até explodir dentro do cuzinho dela com jatos grossos e quentes. Ela gozou junto, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando meu pau como nunca. Ficamos deitados, eu ainda dentro dela, passando a mão na barriga gigante.
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