Um mês depois. Larissa não aguentou mais. As noites com Marcos eram mecânicas, rápidas, sem aquela pegada bruta que ela tinha aprendido a amar. Toda vez que transava com o marido, ela fechava os olhos e lembrava de como eu a enchia, como eu gozava fundo e deixava ela pingando o dia inteiro. A promessa que tinha feito pra ele ainda ecoava na cabeça dela... mas a saudade da minha rola era maior. Era uma quarta-feira à tarde. Marcos estava no trabalho e o bebê, que tinha completado seis meses, dormia no berço do quarto. Larissa me mandou uma mensagem simples: "Vem pra cá agora. Ele tá trabalhando. Bebê tá dormindo. Preciso de você." Eu não pensei duas vezes. Cheguei em dez minutos. Assim que abri a porta, ela me puxou pra dentro pelo colarinho, fechando a porta com o pé. Estava vestindo só um shortinho de algodão e uma camiseta larga, sem sutiã. Os bicos dos seios já estavam duros. — Eu tentei... — sussurrou ela, colando o corpo no meu e me beijando com fome. — Tentei ser boa esposa. Mas eu não paro de pensar em você me fodendo. Eu sorri contra a boca dela, apertando a bunda macia com as duas mãos. — Conta tudo. O que aconteceu depois que ele viu a calcinha? Larissa me levou até o sofá da sala, sentando no meu colo de frente pra mim. Enquanto falava, ela rebolava devagar, sentindo meu pau endurecer por baixo dela. — Ele encontrou a calcinha cheia da sua porra... ficou chocado, com nojo e tesão ao mesmo tempo. Me perguntou de quem era. Eu contei que era sua, que você tinha me enchido duas vezes naquele dia. Ele me fodeu ali mesmo na área de serviço, misturando o gozo dele com o seu. Gozou rápido pra caralho. Depois me fez prometer que não ia mais acontecer. Disse que me perdoava, mas que se eu fizesse de novo... acabava. Ela riu baixinho, safada, tirando a camiseta e mostrando os seios pesados, já com um pouco de leite nos bicos por causa da amamentação recente. — E olha eu aqui... um mês depois, molhada só de te chamar. Eu preciso disso. Preciso que você me use de novo. Eu agarrei os seios dela, apertando de leve. Um fiozinho de leite escorreu e eu lambi, fazendo ela gemer. — Então você quebrou a promessa, Larissa... — falei, enfiando a mão dentro do shortinho e sentindo a boceta encharcada. — Tá traindo ele de novo. Com o bebê dormindo no quarto ao lado. — Eu sei... — ela gemeu, rebolando mais forte contra meus dedos. — Mas eu não consigo. Sua rola me estragou. Me fode agora, por favor. Rápido e forte, antes que ele chegue ou o bebê acorde. Eu não esperei. Tirei o shortinho dela, abri o zíper da calça e puxei meu pau pra fora. Larissa sentou devagar, engolindo tudo de uma vez, a boceta quente e apertada me apertando como se estivesse com fome. — Porra... como eu senti falta disso — ela sussurrou, começando a cavalgar. Os seios balançavam na minha cara. — Ele quase não me fode mais... e quando fode, não chega nem perto de me encher como você. Eu segurei a cintura dela e meti de baixo pra cima, forte, fazendo o sofá ranger baixinho. O risco de o bebê acordar ou Marcos chegar mais cedo só deixava tudo mais safado. — Então toma, vadia... — grunhi no ouvido dela. — Vou te encher de novo. E dessa vez você vai voltar pra ele pingando minha porra o resto do dia. Larissa gozou tremendo, mordendo meu ombro pra não fazer barulho. Eu continuei metendo até gozar fundo, jorrando forte dentro dela. Quando terminei, ela ficou sentada no meu colo, sentindo meu gozo escorrendo devagar. Beijou minha boca com carinho safado. — O que a gente faz agora? — perguntou, ainda ofegante. — Eu não quero parar... mas também não quero perder ele.
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