Depois de gozar dentro dela no sofá, eu ainda estava duro. Segurei aquela barriga pesada, levantei ela no colo com cuidado e falei baixinho no ouvido: — Agora vou te levar pro quarto pra continuar a brincadeira direito. Larissa sorriu, mordendo o lábio, e passou os braços no meu pescoço. Carreguei ela pelo corredor, sentindo a boceta molhada pingando na minha barriga e a barriga grande espremida contra mim. Coloquei ela na cama de casal, de lado, e tirei o vestido dela de uma vez. Ver aquela mulher grávida completamente nua, pernas abertas, boceta inchada brilhando de porra e tesão, foi demais. Eu me deitei atrás dela, encaixando meu pau entre as coxas grossas. Esfreguei devagar enquanto beijava seu pescoço e apertava aqueles peitos enormes, tirando mais leitinho dos mamilos. Larissa gemia baixinho, rebolando contra mim. De repente ela virou o rosto, olhou pra trás com os olhos cheios de desejo e sussurrou: — Quero no cu agora... tá tudo tão sensível com a gravidez, mas eu quero sentir você me arrombando o cuzinho. Meu pau latejou só de ouvir. Lambuzei bem a cabeça com a mistura de porra e mel que escorria da boceta dela, e comecei a pressionar devagar contra o anelzinho apertado. Larissa respirava fundo, empinando a bunda pra trás. — Vai... empurra... eu aguento. Fui entrando aos poucos. O cuzinho dela era absurdamente quente e apertado, me sugando. Ela soltou um gemido longo e rouco quando a cabeça passou, e depois foi engolindo o resto do pau devagar até eu estar todo enterrado no cu dela. — Ai, caralho... tá tão fundo... mexe devagar primeiro. Segurei a barriga dela por trás com uma mão e comecei a estocar lento, sentindo cada centímetro. Aos poucos ela foi relaxando e pedindo mais forte. O barulho das minhas bolas batendo na boceta molhada enchia o quarto junto com os gemidos dela. — Mete mais gostoso... me fode no cu... eu sou sua vadia grávida hoje. Aumentei o ritmo, socando fundo enquanto apertava um peito e puxava o mamilo. Larissa enfiou a mão entre as pernas e esfregava o clitóris inchado, tremendo inteira. O cuzinho dela apertava meu pau como um vício. — Tô gozando... não para! Ela gozou forte, o corpo inteiro convulsionando, o cu piscando em volta do meu pau. Eu não aguentei mais. Dei mais algumas estocadas profundas e explodi dentro do cu dela, enchendo com jatos grossos de porra quente. Ficamos encaixados um bom tempo, suados, ofegantes. Meu pau ainda meio duro dentro do cuzinho arrombado, a barriga dela subindo e descendo com a respiração. Larissa virou o rosto, sorriu safada
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