Depois daquela foda arriscada na sala, Bianca ficou ainda mais viciada. Dois dias depois, recebi a mensagem que eu esperava: Bianca: Meu marido viajou a trabalho. Só volta amanhã à noite. Vem pra casa hoje… quero você inteiro, sem ter que ficar quieta. Pode me foder bem forte e me chamar de tudo que eu gosto ?? Não pensei duas vezes. Cheguei na casa dela por volta das 20h. Ela abriu a porta já vestida só com uma camisola preta transparente, sem calcinha, sem sutiã. Os peitos durinhos marcando o tecido fino e o cabelo solto até a bunda. Assim que fechei a porta, ela pulou no meu colo, me beijando com fome, esfregando a buceta molhada na minha calça. — Hoje eu quero gemer alto pra caralho — disse ela, mordendo meu lábio. Subimos direto pro quarto de casal. A cama king size que ela dividia com o marido. Bianca me empurrou, tirou minha roupa e caiu de boca no meu pau, mamando fundo, babando, engasgando, com lágrimas nos olhos de tanto tesão. — Isso, engole essa pica, sua vadia casada. Ela chupava como se fosse a última vez. Depois subiu, sentou na minha cara e rebolou, esfregando a buceta molhada na minha boca enquanto eu chupava o clitóris dela. Bianca gemia alto, sem medo: — Isso… chupa minha buceta, Rodrigo! Ahhh, porra… Depois de gozar na minha boca, ela desceu e sentou no meu pau, cavalgando com força. As bolas batendo na bunda dela faziam barulho alto no quarto silencioso. — Quero no cu agora… me rasga. Virei ela de quatro na cama do marido, cuspi bastante e meti no cuzinho guloso de uma vez. Bianca gritou de prazer: — Aaaaih caralho! Socaaa! Me fode esse cu! Comecei a estocar forte, sem piedade. O barulho da pele batendo ecoava no quarto. Estapeava aquela bunda grande, deixava marca vermelha, puxava o cabelo dela. — Sua puta… tomando pica no cu do corno na cama dele! — Sou sua puta! Me usa! Me enche de leite de novo! Metia cada vez mais fundo e rápido. Bianca estava ensopada, gozando sem parar enquanto eu socava o cuzinho. Segurei firme na cintura dela, dei umas estocadas bem brutas e gozei forte, enchendo o intestino dela de porra quente, jorrando tanto que escorria pelos lados do pau. Caímos na cama, suados. Bianca ainda de quatro, bundão empinado, meu gozo branco escorrendo do cu aberto. Ela passou a mão, pegou um pouco e lambeu na minha frente. — Delícia… adoro seu gosto. Ficamos um tempo conversando e se tocando. Depois eu a fodi mais uma vez no banheiro da suíte, dessa vez de frente no espelho, pra ela ver a cara de vadia enquanto eu metia no cu novamente. Antes de eu ir embora, ela me deu um beijo longo e disse: — Pode vir sempre que ele viajar… essa casa agora também é sua pra me foder quando quiser.
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