Meu nome é Rodrigo, tenho 34 anos, sou branco, cabelo castanho, olhos verdes, 1,75m e 86kg. Moro no Rio de Janeiro e frequentava a academia religiosamente. Há umas três semanas, apareceu uma estagiária nova que mudou completamente o clima do lugar. Bianca tinha 23 anos, 1,65m de pura tentação: cinturinha fina, bundão empinado, peitos durinhos que marcavam a blusa fina — nunca usava sutiã. Morena, com um cabelo preto que descia até a bunda. Reparei na aliança logo nos primeiros dias e, quando perguntei, ela respondeu com um sorriso tímido: “Recém-casada.” O papo foi evoluindo. Olhares cada vez mais longos, sorrisos cúmplices, toques “acidentais” durante os treinos. Até que, numa sexta-feira, eu estava terminando meu treino quando ela se aproximou, cheirosa pra caralho, com aquele perfume doce misturado ao cheiro de suor feminino. A legging preta marcava cada curva do corpo dela. E, quando ela se abaixou para pegar um peso, deu pra ver claramente: não estava usando calcinha. A buceta carnuda dividia o tecido, formando um camel toe perfeito. — Tá indo embora agora? — perguntou, com um olhar que já entregava tudo. — Tô sim. — Me dá uma carona? Moro no mesmo bairro que você. Não pensei duas vezes. No carro, o clima ficou pesado. Conversamos sobre amenidades até que ela soltou, com a voz baixa: — Tô triste pra caralho, Rodrigo… Casei tem pouco tempo e descobri que o desgraçado me traiu. Senti o momento. Parei o carro em frente à casa dela, mas nenhum de nós fez menção de sair. Comecei a consolá-la com palavras, dizendo o óbvio: — Como um cara consegue olhar pra outra mulher tendo um mulherão desse em casa? Ela abriu um sorrisão safado, mordeu o lábio inferior e, sem dizer nada, deslizou a mão direto pra minha calça, apertando meu pau por cima do tecido. Eu já estava duro pra caralho. — Você reparou mesmo que eu não tava de calcinha, né? — sussurrou, enquanto eu enfiava a mão entre as coxas dela. A legging estava encharcada. Passei os dedos por cima do tecido, sentindo a buceta quente e molhada pulsar. Abri o zíper, tirei o pau pra fora e ela não hesitou: baixou a cabeça e caiu de boca, mamando com fome, babando gostoso, descendo até o fundo da garganta como quem estava sedenta de pica há semanas. Eu reclinei o banco e ela subiu em mim, puxando a legging só o suficiente. A buceta escorregadia engoliu meu pau de uma vez, quente, apertada e encharcada. Ela quicava com vontade, gemendo baixinho no meu ouvido. De repente, pulou pro banco de trás, ficou de quatro e olhou pra trás com cara de puta: — Mete no meu cuzinho… Quero que você me foda bem gostoso e leite ele todinho. Quero chegar em casa com o cu cheio pro corno sentir o cheiro. Não precisei de segundo convite. Cuspi na mão, passei no pau e encostei na rosinha apertada. Bianca empinou mais a bunda e eu fui entrando devagar, depois com força. O cuzinho dela era quente e guloso. Comecei a socar cada vez mais forte, estapeando aquela bunda grande enquanto ela gemia alto: — Isso, soca forte! Me fode, me chama de vadia… — Sua vadia gostosa… Toma essa pica no cu. Não aguentei muito tempo. Segurei firme na cintura dela e enchi aquele cuzinho apertado de leite quente, jorrando fundo enquanto ela tremia de prazer. Depois de alguns segundos em silêncio, só com a respiração pesada, nos arrumamos. Ela me deu um beijo molhado, abriu um sorriso safado e saiu do carro andando devagar, sentindo o meu gozo escorrendo dentro dela.
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