Dois dias depois, Clara recebeu uma ligação de um número desconhecido enquanto saía do trabalho. Atendeu desconfiada, mas logo reconheceu sua voz rouca do outro lado: — Sou eu. Peguei seu número escondido no celular da sua mãe. Tô te esperando na rua de trás do seu trabalho. Entra no carro. Clara sentiu o coração acelerar e uma onda de tesão imediata. Olhou em volta, nervosa, mas não pensou duas vezes. Caminhou rápido até o local e entrou no carro. Você mal esperou ela fechar a porta — puxou ela pelo pescoço e deu um beijo bruto, enfiando a língua na boca dela. — Tá com saudade do meu pau, né? — murmurei , já passando a mão por baixo da saia dela. — Tô… — ela confessou baixinho, já molhada. Eu dirigi até a rua da casa dela e parei o carro bem em frente, a poucos metros do portão. O risco era absurdo — Marcos podia chegar a qualquer momento. Clara arregalou os olhos, mas o tesão falou mais alto. — Aqui? — perguntou ela, voz tremendo de excitação. — Aqui mesmo. puxei o banco dela pra trás, abaixou o encosto e mandei ela tirar a calcinha. Clara obedeceu rápido, o coração disparado. abri as pernas dela e enfiei dois dedos na buceta já encharcada, enquanto ela gemia baixinho. Sem perder tempo, tirei o pau pra fora — duro, latejando — e mandei ela sentar. Clara desceu devagar, sentindo a rola abrir sua buceta. Começou a cavalgar, rebolando desesperada, as mãos apoiadas no seu peito. — Caralho… você me arromba tão gostoso… — gemeu ela. segurei a cintura dela e meti forte por baixo, estocadas fundas e rápidas. O carro balançava levemente. Depois de uns minutos, mandei ela virar de costas, empinando a bunda. Cuspi no cuzinho e forçou a cabeça do pau pra dentro. Clara mordeu o próprio braço pra não gritar enquanto você entrava inteiro no cu dela. — Isso… toma no cu, vadia — falei, metendo cada vez mais forte. Clara rebolava contra mim, o cuzinho apertando seu pau. O risco de serem vistos deixava tudo ainda mais intenso. meti fundo na buceta de novo, alternando, até sentir que não aguentava mais. — Abre a boca — ordenei. Clara virou rápido, ajoelhando no banco do carona. segurei a cabeça dela e gozei forte, jorrando leite quente e grosso direto na língua e na garganta dela. Ela engoliu o máximo que conseguiu, tossindo um pouco, com fios brancos escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. — Engole tudo… isso — eu disse, passando o pau na língua dela pra limpar. Clara lambeu tudo, olhando pra mim com olhos molhados de tesão. Ainda com gosto do meu leitinho na boca, ela sussurrou: — Marcos tá pra chegar… eu tenho que entrar. Eu sorri, passando o polegar no canto da boca dela pra limpar o resto de porra. — Amanhã eu quero de novo. E dessa vez quero que você conte pra sua mãe tudinho enquanto ainda tá com meu gosto na boca. Clara desceu do carro com as pernas fracas, a buceta e o cu latejando, um fio de porra ainda escorrendo pela coxa por baixo da saia. Entrou em casa segundos antes de Marcos chegar.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.