Uma semana depois da “ajuda” no Guanabara, Lúcia me chamou novamente para o apartamento dela à tarde. Roberto e Ana estavam fora, e ela estava com tesão acumulado. Assim que entrei, ela já me puxou para o sofá. Tirou o vestido rápido, ficando só de calcinha, e se ajoelhou na minha frente. Puxou minha bermuda para baixo e começou a mamar meu pau com vontade, cabelos brancos balançando, óculos embaçando enquanto chupava fundo e babava. — Estava louca pra sentir esse pau de novo... — gemia ela entre uma chupada e outra. Eu a levantei, tirei a calcinha dela e deitei Lúcia no sofá. Abri bem aquelas pernas maduras e meti tudo de uma vez na buceta molhada. Comecei a foder com força, estocadas firmes e profundas, fazendo os seios grandes dela balançarem. Lúcia gemia alto, cravando as unhas nas minhas costas: — Isso... me fode gostoso... bem fundo! Virei ela de quatro, empinei aquela bunda redonda e voltei a socar, segurando os cabelos brancos como rédea. Estava no meio da foda, metendo forte, quando ouvimos o barulho da chave girando na porta da frente. — Merda! — sussurrou Lúcia, olhos arregalados. Antes que pudéssemos reagir, a porta se abriu. Era Clara, a filha dela. 38 anos, bonita, corpo bem cuidado, cabelos castanhos na altura dos ombros. Parou congelada na entrada da sala, olhando a cena: a mãe de quatro no sofá, completamente nua, e eu atrás dela com o pau enterrado até o fundo. O silêncio foi brutal. Clara ficou vermelha, boca aberta, sem conseguir falar nada no primeiro segundo. Lúcia saiu de cima de mim rapidamente, pegando o vestido para se cobrir um pouco. Meu pau ainda latejava, brilhando com os fluidos dela. Eu puxei a bermuda para cima o mais rápido possível. — Mãe... o que é isso?! — exclamou Clara, voz misturando choque e incredulidade. Lúcia, ainda ofegante, sentou no sofá tentando recuperar a compostura: — Filha... eu... não esperava você agora. Clara não conseguia tirar os olhos de mim, depois da mãe, depois de novo de mim. O ar estava pesado de tensão. Eu me senti extremamente exposto. — Acho melhor eu ir embora — disse eu, já pegando minha camisa. Lúcia me olhou, claramente frustrada por ter sido interrompida, mas assentiu. Clara ainda estava parada perto da porta, sem sair, processando o que tinha visto. Saí do apartamento rápido, sem dizer mais nada. Enquanto descia de elevador, meu coração ainda batia forte. Tinha sido uma das situações mais tensas e inesperadas que já vivi com Lúcia. Minutos depois, recebi uma mensagem dela: Lúcia: “Desculpa pela surpresa. Clara apareceu sem avisar. Ela ficou chocada, mas não disse nada ainda. Depois te conto como ficou. Quero te ver de novo logo...”
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