“Vem aqui em casa às 15h. Estou sozinha e com muita saudade. Porta dos fundos aberta. Quero você bem forte hoje.” Cheguei pontualmente, entrei pela porta dos fundos e fui para a sala. A casa estava em silêncio. Quando entrei, parei surpreso. Não era Lúcia. Clara estava sentada no sofá, usando um short jeans curto e uma regata fina. Cabelos castanhos soltos, corpo firme aos 38 anos. Ela levantou o olhar e ficou visivelmente chocada. — Você...? — murmurou, corando forte. — Sua mãe me chamou... disse que estava me esperando — respondi, confuso. Clara respirou fundo, entendendo a armação. — Aquela velha... Ela me pediu pra ficar aqui e depois disse que ia sair. Não falou nada sobre você. O silêncio ficou denso. Clara me olhou de cima a baixo, claramente lembrando da cena que tinha interrompido da última vez. Suas pernas se apertaram uma contra a outra. — Eu vi vocês dois aquele dia... — confessou baixinho. — Não consigo parar de pensar. Tenho inveja da minha mãe. Dei um passo à frente. Clara não recuou. Pelo contrário, mordeu o lábio e me encarou. Não precisei de mais convite. Eu me aproximei, segurei seu rosto e a beijei com força. Clara correspondeu imediatamente, gemendo na minha boca, as mãos apertando minha camisa. Tirei a regata dela, revelando os seios médios e firmes, e chupei os mamilos enquanto abria seu short. A calcinha já estava encharcada. Tirei tudo, ajoelhei e abri bem as pernas dela. Mergulhei a boca na buceta depilada, chupando o clitóris com fome enquanto enfiava dois dedos. Clara segurava minha cabeça, rebolando desesperada: — Ai, que delícia... faz tanto tempo que ninguém me chupa assim... Depois de deixá-la molhada e tremendo, eu a deitei no sofá, abri bem as pernas e meti na buceta quente e apertada. Clara soltou um gemido longo, cravando as unhas nas minhas costas. — Me fode... forte... — pediu, olhando nos meus olhos. Comecei a socar com estocadas firmes e profundas, fazendo os seios dela balançarem. Clara gemia cada vez mais alto, rebolando contra mim. — Vira de quatro — mandei. Ela obedeceu rápido, empinando aquela bunda firme e redonda. Meti novamente na buceta, segurando os cabelos castanhos e fodendo com vontade. Depois cuspi no cuzinho dela e comecei a esfregar a cabeça do pau. — Pode... quero sentir no cu — gemeu Clara, empinando mais. Forcei devagar, centímetro por centímetro, até entrar inteiro no cuzinho apertado e quente. Clara soltou um gemido rouco, apertando o sofá. Comecei a foder o cu dela com ritmo crescente, cada vez mais fundo e forte. — Isso... me arromba o cu... — pedia ela, a voz falhando de prazer. Segurei firme na cintura dela e meti com força, o som da pele batendo ecoando na sala. Clara tremia inteira, gozando com meu pau no cu. Não aguentei mais. Meti até o fundo e explodi, enchendo o cuzinho dela de porra quente e grossa, jatos longos e abundantes. Fiquei dentro até o final, pulsando, enquanto o cu dela apertava meu pau. Quando finalmente tirei, um fio grosso de gozo escorreu do cu arrombado de Clara, descendo pela coxa. Ela estava ofegante, vermelha, ainda de quatro. Virou o rosto, ajustou o cabelo bagunçado e sorriu fraco: — Sua mãe armou direitinho... e eu adorei.
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