DONA ANA ME CHAMANDO PELA MADRUGADA

Já fazia três semanas desde aquele primeiro encontro. Dona Ana havia se tornado completamente viciada. Mandava mensagens curtas e diretas pelo WhatsApp com um número escondido: “Meu marido viajou. Vem agora. Estou molhada só de pensar em você.”
Era quase meia-noite quando entrei silenciosamente pela porta dos fundos da casa dela, que ela deixou entreaberta. O condomínio estava quieto, apenas o som dos grilos. Assim que fechei a porta, ela apareceu no corredor escuro.
Dona Ana estava linda e safada pra caralho: cabelos brancos soltos e levemente bagunçados, óculos finos no rosto, vestindo apenas um robe de seda preto semi-aberto. Por baixo, nada. Os seios grandes e pesados balançavam livres, os mamilos escuros já duros. Aos 65 anos, ela tinha aquele corpo maduro, macio e extremamente gostoso.
— Finalmente... — sussurrou ela, já se jogando em mim. — Estou louca pra chupar seu pau.
Não perdemos tempo com conversa. Ela me empurrou contra a parede da sala e ajoelhou no tapete. Puxou minha calça pra baixo e agarrou meu pau já duro com as duas mãos. Os olhos dela brilhavam atrás dos óculos enquanto enfiava tudo na boca quente e molhada. Chupava com fome, babando bastante, descendo até engasgar e subindo lambendo toda a extensão. Os cabelos brancos balançavam ritmados com o movimento da cabeça.
— Você virou minha putinha particular, né? — falei, segurando seus cabelos brancos.
Ela tirou o pau da boca só para responder, com a voz rouca:
— Sou sua putinha sim... só sua. Meu marido não me fode mais faz tempo. Quero que você me use quando quiser.
Eu a levantei, tirei o robe e deitei ela no grande sofá da sala. Abri bem aquelas pernas grossas e maduras. A buceta dela estava inchada, brilhando de tesão. Chupei com vontade, enfiando a língua fundo enquanto lambia o cuzinho ao mesmo tempo. Dona Ana gemia alto, tapando a boca com a mão pra não acordar ninguém, rebolando desesperada contra meu rosto.
— Me fode... por favor... me arromba — implorou.
Virei ela de quatro no sofá, a bunda empinada pra mim, cabelos brancos caindo sobre os ombros. Meti primeiro na buceta, que estava encharcada. Fodia forte, dando tapas na bunda macia enquanto ela rebolava pedindo mais. Depois tirei e encostei na rosinha do cuzinho.
— Pode enfiar tudo... — gemeu ela.
Empurrei devagar, sentindo o cuzinho apertado engolir meu pau centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, comecei a foder com força, cada vez mais rápido. Dona Ana segurava as almofadas, gemendo baixo:
— Isso... fode o cu da sua vovó... sou sua vadia...
Não aguentei muito tempo. Segurei firme nos quadris dela e meti fundo, enchendo aquele cuzinho guloso de porra quente e grossa. Ela gozou junto, tremendo inteira, o cuzinho piscando e apertando meu pau.
Depois, ainda ofegante, ela se virou, ajustou os óculos e me deu um beijo molhado, sussurrando:
— Amanhã meu marido volta... mas se você quiser, posso te chamar de novo na semana que vem. Quero ser sua putinha secreta sempre que possível.
Saí pela porta dos fundos como um ladrão, enquanto Dona Ana, com meus gozo escorrendo do cu, acenava com um sorriso safado.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


266322 - O segredo de DONA MARGARIDA. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
266321 - ENCONTRO ESCONDIDO COM AMIGA DE DONA ANA - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
266320 - AMIGA DE DONA ANA - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
266318 - BUSCANDO DONA ANA NA ACADEMIA - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
266317 - DONA ANA E EU SOMOS DESCOBERTOS - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
266315 - DONA ANA - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil brancozorj
brancozorj

Nome do conto:
DONA ANA ME CHAMANDO PELA MADRUGADA

Codigo do conto:
266316

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/07/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0