Dois dias depois da visita, meu celular vibrou com uma mensagem de um número desconhecido. “Sou a Margarida. Ana me passou seu contato. Quero te ver sozinho, sem ela. Pode ser amanhã à tarde? Meu marido viaja para São Paulo e só volta na segunda. Te mando o endereço do meu apartamento.” Fiquei surpreso. Margarida queria algo só nosso, longe dos olhos de Dona Ana e de Seu Roberto. No dia seguinte, às 14h, toquei a campainha de um apartamento simples no bloco B do condomínio. Ela abriu a porta nervosa, olhando para os dois lados do corredor antes de me puxar para dentro. Margarida estava linda de um jeito caseiro: cabelos grisalhos curtos levemente bagunçados, óculos de armação escura, uma blusa soltinha de malha e uma saia longa florida. Sem maquiagem, cheirando a sabonete e perfume suave. Aos 63 anos, seu corpo cheinho transbordava sensualidade madura — seios pesados, barriga macia e quadris largos. — Entra rápido. Ninguém pode saber — sussurrou ela, trancando a porta. Assim que girou a chave, a timidez dela começou a derreter. Margarida me empurrou contra a parede do corredor e me beijou com urgência, língua quente e ansiosa. Suas mãos tremiam um pouco enquanto abria minha bermuda. — Faz tempo que não sinto isso... Meu marido mal olha mais pra mim — confessou entre beijos. Ela se ajoelhou ali mesmo, no tapete da sala. Puxou meu pau para fora e olhou para ele por alguns segundos, como se estivesse decidindo. Depois abriu a boca e começou a chupar com vontade, mas de um jeito mais carinhoso que Ana. Lambia devagar, sugava a cabeça, descia até as bolas e voltava, babando bastante. Os óculos embaçavam com o calor da boca. — Você é tão duro... tão jovem... — murmurava ela, olhando pra cima. Eu a levantei e fomos para o quarto. Tirei a blusa e o sutiã dela. Seus seios eram enormes, pesados, com mamilos escuros e grandes. Chupei eles com calma enquanto enfiava a mão por baixo da saia. A calcinha dela já estava encharcada. Tirei tudo e deitei ela na cama de casal. Abri suas pernas grossas e mergulhei o rosto na buceta peludinha. Margarida gemeu alto, segurando minha cabeça: — Ai, que delícia... chupa gostoso pra mim... Lambi o clitóris inchado, enfiei a língua na entrada molhada e desci até o cuzinho. Ela se contorcia toda, rebolando contra minha boca, os seios balançando. — Vem... quero você dentro agora — pediu, quase implorando. Fiquei por cima dela no missionário. Margarida abriu bem as pernas e me guiou para dentro. A buceta era quente, macia e bem molhada. Comecei a meter devagar, sentindo ela se acostumar, depois aumentei o ritmo. Ela gemia no meu ouvido, unhas cravadas nas minhas costas: — Isso... fode gostoso... me usa... Virei ela de lado, segurei uma perna levantada e meti mais fundo. O som molhado enchia o quarto. Margarida gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, apertando meu pau com força. — Quero gozar dentro... pode? — perguntei. — Pode... enche tudo. Quero sentir você pingando depois. Segurei firme nos quadris largos dela e meti fundo, gozando forte. Jatos grossos enchendo a buceta madura. Fiquei dentro até o final, pulsando. Quando tirei, um fio de porra escorreu pela coxa dela. Margarida passou os dedos, olhou o creme branco e sorriu satisfeita. Ficamos deitados por um tempo, ela com a cabeça no meu peito. — Ana não precisa saber de tudo — disse ela baixinho. — Quero que isso seja só nosso. Meu marido viaja bastante... posso te chamar quando quiser. Beijei sua testa e respondi: — Sempre que você quiser, Margarida. Ela ajustou os óculos, me deu um beijo longo e sussurrou: — Sou sua putinha secreta agora.
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