Irmã viúva de DONA ANA



Dona Ana me chamou para a casa dela numa tarde de sexta. Roberto estava viajando e ela mandou uma mensagem enigmática: “Vem. Quero te apresentar minha irmã. Só nós três, mas de um jeito discreto.”
Quando cheguei, Ana abriu a porta com um sorriso cúmplice. Cabelos brancos soltos, óculos finos, vestindo um vestido simples. Na sala estava Lúcia, a irmã mais nova (apenas dois anos de diferença). Aos 63 anos, Lúcia era viúva recente, com cabelos brancos longos até os ombros, óculos de armação fina dourada e um corpo bem preservado: seios fartos, cintura marcada e quadris generosos. Usava uma blusa leve e uma saia midi que valorizava as coxas.
— Esse é ele, Lúcia — disse Ana, apresentando-me de forma natural. — O amigo de quem te falei.
Conversamos por uns vinte minutos sobre coisas banais: o condomínio, os netos, o tempo. Lúcia era educada, um pouco tímida no começo, mas seus olhos me avaliavam com curiosidade crescente.
Em certo momento, Ana se levantou.
— Vou fazer um café pra gente. Fiquem à vontade, volto já — disse ela, e saiu em direção à cozinha, fechando a porta atrás de si.
Ficamos sozinhos na sala.
O silêncio ficou carregado. Lúcia me olhou por alguns segundos, depois se aproximou um pouco no sofá. Sem dizer nada, colocou a mão sobre minha coxa, deslizando devagar para cima. Seus dedos tremiam levemente, mas não pararam até chegar ao volume na minha bermuda.
— Ana me contou algumas coisas... — murmurou ela, voz baixa e rouca. — Eu não acreditava direito. Faz muito tempo que não sinto um homem de verdade.
Ela apertou meu pau por cima do tecido, sentindo ele endurecer rápido. Seus olhos brilharam atrás dos óculos. Sem pressa, abriu o botão e o zíper da minha bermuda e enfiou a mão dentro, segurando meu pau direto na pele.
— Nossa... bem duro — sussurrou, começando a masturbar devagar.
Eu coloquei a mão na coxa dela, subindo por baixo da saia. Lúcia abriu as pernas um pouco, permitindo. A calcinha dela já estava úmida. Enquanto ela me punhetava com mais confiança, eu esfreguei seu clitóris por cima do tecido.
Ana ainda não havia voltado. Lúcia olhou para a porta da cozinha, depois para mim, e decidiu:
— Tira a bermuda.
Assim que fiquei nu da cintura para baixo, ela se ajoelhou no tapete da sala, levantou os óculos para a testa e enfiou meu pau na boca. Chupava com fome contida, gemendo baixinho, lambendo toda a extensão e sugando a cabeça com vontade. Os cabelos brancos balançavam no ritmo.
— Delícia... — murmurava ela entre uma chupada e outra.
Eu a levantei, sentei ela no sofá e abri suas pernas. Tirei a calcinha e mergulhei o rosto na buceta dela. Lúcia era molhada, quente e com um cheiro delicioso de mulher madura. Chupei seu clitóris e enfiei a língua dentro enquanto ela segurava minha cabeça, rebolando contra minha boca.
— Ai... que gostoso... chupa mais...
Quando Ana finalmente voltou da cozinha com o café, parou na porta e viu a cena: a irmã de pernas abertas no sofá e eu com a cabeça entre elas. Ana apenas sorriu, colocou a bandeja na mesinha e disse baixinho:
— Vou dar uma volta no quintal. Fiquem à vontade.
E saiu, nos deixando completamente sozinhos.
Lúcia não perdeu tempo. Me puxou para cima dela no sofá, abriu bem as pernas e guiou meu pau para dentro da buceta encharcada. Soltou um gemido longo quando entrei inteiro.
— Me fode... bem gostoso — pediu, olhando nos meus olhos.
Comecei a meter com ritmo firme, segurando aqueles quadris maduros. Lúcia rebolava contra mim, gemendo cada vez mais alto, unhas nas minhas costas. Depois pedi para ela virar de quatro. Empinei aquela bunda redonda e meti fundo novamente, socando com vontade enquanto segurava os cabelos brancos dela.
— Quero gozar dentro... — avisei.
— Pode... enche tudo — respondeu ela, empinando mais.
Meti fundo algumas vezes e explodi, enchendo a buceta dela de porra quente e grossa. Lúcia tremeu, gozando junto, apertando meu pau com força.
Quando saí de dentro dela, meu gozo começou a escorrer pela coxa. Lúcia passou os dedos, olhou o creme branco e sorriu satisfeita, ajustando os óculos.
— Ana tinha razão sobre você... Quero repetir isso. Só nós dois, quando der.

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Ficha do conto

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brancozorj

Nome do conto:
Irmã viúva de DONA ANA

Codigo do conto:
266338

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
06/07/2026

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