Clara tomou um banho demorado, tentando lavar o máximo possível do que escorria do seu cu. Mesmo assim, ainda sentia o fundo latejando, quente e melado. Secou-se, vestiu uma camisola leve e foi jantar com Marcos. Durante a janta, ela estava quieta, respondendo por monossílabos. Cada vez que se mexia na cadeira, sentia um pouco mais de porra escapando, molhando a calcinha limpa que tinha colocado. A sensação era estranha, perigosa e absurdamente excitante. Depois do jantar, Marcos pareceu mais animado que o normal. Puxou ela para o sofá, começou a beijar seu pescoço e a passar a mão por baixo da camisola. — Tá gostosa hoje... — murmurou ele, apertando os seios dela. Clara sentiu uma mistura louca de culpa e tesão. O cu ainda estava sensível da foda que tinha levado há poucas horas. Mesmo assim, deixou rolar. Foram para o quarto. Marcos tirou a camisola dela e a deitou na cama. Beijou seus seios, desceu a boca pela barriga e abriu suas pernas. Quando ele começou a chupar sua buceta, Clara fechou os olhos e imaginou eu ali. Estava molhada — parte do tesão, parte do que ainda restava do encontro. — Vem... me fode — pediu ela, voz rouca. Marcos subiu, posicionou o pau (menor e mais fino que o seu) e entrou na buceta dela. Começou a meter no ritmo de sempre: rápido, mas sem muita profundidade. Clara rebolava por baixo, mas seu pensamento estava longe. Em certo momento, ela virou de bruços e empinou a bunda. — Por trás hoje... — sugeriu. Marcos ficou surpreso (fazia tempo que ela não pedia), mas aceitou. Colocou um pouco de lubrificante (ele sempre usava) e encostou o pau na buceta primeiro. Depois, sem avisar, tentou subir um pouco mais. — Não... no cu — disse Clara baixinho. Marcos hesitou, mas o tesão falou mais alto. Pressionou a cabeça do pau contra o cuzinho dela, que ainda estava macio, inchado e lubrificado pelo seu gozo anterior. — Caralho, tá bem molhadinho hoje... — comentou ele, surpreso. Clara mordeu o travesseiro. Sentiu o pau do marido entrando no cu que você tinha arrombado e enchido mais cedo. Era uma sensação completamente diferente: menor, mas extremamente safada. Marcos começou a meter, gemendo: — Que delícia... tá tão quentinho e escorregadio... Clara não aguentava de tesão. Sabia que parte do que facilitava a penetração era o seu leitinho ainda dentro dela. Cada estocada de Marcos misturava o gozo de vocês dois dentro do seu cu. — Mais forte... — pediu ela, rebolando contra o marido. Marcos acelerou, segurando a cintura dela. Não durou muito. Depois de uns minutos ele gemeu alto e gozou dentro do cu dela também, adicionando mais porra ao que já tinha lá. Quando ele saiu, Clara sentiu um rio quente escorrendo: uma mistura grossa do seu gozo com o do marido. Ficou deitada de bruços, ofegante, com um sorriso secreto no rosto. Marcos beijou suas costas, satisfeito: — Nossa, você tava bem safada hoje... Clara respondeu baixinho, ainda sentindo tudo escorrendo: — É... estava com vontade. Depois que Marcos foi tomar banho, Clara enfiou a mão entre as pernas, passou os dedos no cuzinho destruído e cheio, recolheu um pouco da mistura e levou à boca, chupando devagar. Pensou em mim e sorriu.
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