Saí do apartamento de Lúcia uns quinze minutos depois de gozar no cu de Clara. Dei um beijo nela, me arrumei e saí pela porta dos fundos, ainda sentindo o coração acelerado. Quase uma hora depois, Lúcia voltou para casa. Assim que abriu a porta, sentiu o cheiro de sexo no ar. Clara ainda estava no sofá, de short e regata, cabelos bagunçados, pernas um pouco abertas. Um fiozinho discreto de gozo ainda escorria pela parte interna da coxa dela. Lúcia fechou a porta, sorriu e sentou na poltrona em frente. — E então, filha? — perguntou, direta, ajustando os óculos dourados. — Gostou? Clara ficou vermelha, mas não conseguiu disfarçar o sorriso satisfeito. Apertou as coxas e respondeu baixinho: — Gostei, mãe... gostei pra caralho. Você armou direitinho. Lúcia riu, orgulhosa. — Conta tudo. Quero detalhes. Como foi? Clara respirou fundo, ainda sentindo o cu latejando. — No começo fiquei chocada quando ele chegou. Depois... eu simplesmente deixei rolar. Ele me beijou, tirou minha roupa, me chupou até eu quase gozar na boca dele. Aí me fodeu no sofá, bem gostoso, forte. Depois me virou de quatro e... me comeu no cu. Lúcia ergueu a sobrancelha, interessada. — Você deixou ele te foder no cu na primeira vez? — Deixei — confessou Clara, mordendo o lábio. — Eu pedi. Queria sentir o que você sente. Ele cuspiu, empurrou devagar e depois meteu tudo. Doeu um pouco no começo, mas depois virou um tesão absurdo. Ele socava forte, segurando meu cabelo... eu gozei com o pau dele no meu cu, mãe. Gozei de verdade. Lúcia se inclinou para frente, excitada com a história. — E ele gozou dentro? — Gozou — respondeu Clara, voz rouca. — Encheu meu cu todinho. Ainda está escorrendo agora. Sinto o leitinho dele vazando quando me mexo. Houve um silêncio. Clara olhou para a mãe com aquela mistura de inveja e gratidão. — Eu tinha tanta inveja de você, mãe... Via você gemendo daquele jeito e pensava “por que eu não tenho isso?”. Hoje eu entendi. Ele fode diferente. Não é como meu marido, que mal consegue me deixar molhada. Ele me usou... e eu adorei ser usada. Lúcia sorriu carinhosamente e apertou a mão da filha. — Eu sabia que você ia gostar. Por isso marquei. Você merece ser bem comida, filha. Não precisa mais ficar se contentando com migalhas. Clara ficou quieta por um momento, depois falou mais baixo: — Ele gozou bem fundo... acho que nunca senti tanto porra dentro de mim. Estou me sentindo uma puta safada agora. Lúcia riu. — Bem-vinda ao clube. E aí... quer que eu marque de novo? Só vocês dois? Ou da próxima vez quer que eu fique e assista? Clara pensou por alguns segundos, ainda sentindo o gozo escorrendo, e respondeu com um sorriso tímido: — Da próxima vez... quero que você assista. Quero que você veja ele me arrombando do jeito que arromba você. Lúcia se levantou, deu um beijo na testa da filha e sussurrou: — Pode deixar. Vocês dois são meus agora.
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