Alguns dias depois do nosso primeiro encontro na casa de Ana, eu estava no Supermercado Guanabara (o mais próximo do condomínio, a uns 10 minutos de carro) quando a vi no corredor de laticínios. Dona Lúcia empurrava um carrinho com várias sacolas, cabelos brancos soltos caindo suavemente nos ombros, óculos dourados finos no rosto e uma blusa leve que deixava transparecer o volume dos seios fartos. A calça jeans marcava bem seus quadris e a bunda redonda. Ela me viu quase ao mesmo tempo. Olhou rapidamente ao redor, confirmando que não havia ninguém conhecido, e se aproximou com um sorriso discreto e cúmplice. — Que surpresa boa te encontrar aqui... — disse baixinho. Conversamos naturalmente enquanto ela terminava as compras. Quando chegou na hora de pagar, me ofereci: — Deixa que eu te ajudo com as sacolas. Estão pesadas e meu carro está aqui perto. Lúcia aceitou imediatamente, os olhos brilhando de alívio e algo mais. Coloquei tudo no porta-malas e seguimos para o condomínio. Dentro do carro, o clima esquentou rápido. Ela colocou a mão na minha coxa e apertou, subindo devagar. — Desde aquele dia... não consigo parar de pensar em você dentro de mim — confessou, voz baixa e rouca. Chegamos no condomínio, estacionei em frente ao bloco dela e ajudei a subir as sacolas. Assim que entramos no apartamento e fechei a porta, Lúcia virou-se para mim e me beijou com urgência, pressionando o corpo contra o meu. — Quero você agora — murmurou, já abrindo minha bermuda. Ela se ajoelhou na sala e puxou meu pau para fora, mamando com fome. Cabelos brancos balançando, óculos embaçando levemente enquanto chupava fundo, lambia as bolas e sugava com vontade. Eu a levantei, tirei sua blusa e sutiã, e chupei aqueles seios grandes e macios. Tirei a calça jeans dela e a deitei no sofá. A buceta estava molhada e inchada. Meti tudo de uma vez. Lúcia gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas: — Isso... me fode forte... bem fundo! Saquei com intensidade, fazendo os seios dela balançarem. Depois virei ela de quatro, empinei aquela bunda redonda e meti novamente na buceta. Segurei os cabelos brancos e socava com força. — Quero no cu também... — pediu ela, empinando mais. Cuspi no cuzinho e forcei a entrada. Entrei devagar e depois comecei a arrombar com estocadas ritmadas e profundas. Lúcia delirava: — Ai que delícia... me arromba... sou sua viuvinha tarada agora... Não aguentei mais. Segurei firme na cintura dela e explodi um gozo grosso e quente bem no fundo do seu cu. Lúcia tremeu inteira, gozando junto, o cuzinho piscando e apertando meu pau. Quando tirei, porra escorria do cu arrombado dela. Lúcia virou o rosto, ofegante, ajustou os óculos e sorriu: — Obrigada pela ajuda com as compras... — disse, ainda recuperando o fôlego. — Pode me ajudar sempre que eu precisar. Meu apartamento é bem discreto.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.