Clara saiu do apartamento da mãe quase uma hora depois do encontro. Caminhava devagar pelo condomínio, as pernas um pouco trêmulas. Sentia o cuzinho latejando, quente e bem arrombado. A cada passo, um fio grosso e quente de porra escorria do seu cu, molhando a calcinha fina que ela havia colocado às pressas. O short jeans estava discretamente manchado na parte de trás. Ela apertava as coxas enquanto caminhava, tentando segurar o máximo possível do leitinho que você havia jorrado fundo dentro dela. Chegou em casa. Seu marido, Marcos, estava na sala vendo TV, como sempre. — Chegou cedo hoje — disse ele, sem tirar os olhos da tela. Clara respondeu com a voz um pouco rouca: — É... fui ajudar minha mãe com umas coisas. Ela foi direto para o quarto, mas Marcos a chamou: — Vem aqui um pouco, amor. Senta comigo. Clara sentiu o coração acelerar. O cu dela ainda estava aberto e melado. Sentou com cuidado no sofá, bem devagar, ao lado dele. No mesmo instante, sentiu um jato mais grosso de porra escapar do cuzinho e encharcar completamente a calcinha. O líquido quente escorreu devagar pela fenda da bunda, molhando o short por dentro. Ela apertou as coxas com força, tentando disfarçar. Marcos colocou a mão na coxa dela, subindo um pouco. — Tá tudo bem? Você tá vermelha... — Tá calor hoje — respondeu Clara, forçando um sorriso. Enquanto o marido falava sobre o dia dele, Clara só conseguia pensar no pau grosso te fodendo seu cu com força, nas estocadas fundas e no momento em que você gozou dentro, enchendo ela até transbordar. Sentia o cu piscando, empurrando mais porra para fora. Em certo momento, ela se levantou: — Vou tomar um banho rápido. Foi para o banheiro e trancou a porta. Baixou o short e a calcinha na frente do espelho. O cuzinho estava vermelho, inchado e claramente arrombado. Um fio grosso e branco de porra escorria lentamente, descendo pela coxa. Ela passou os dedos, recolheu um pouco do seu leite e olhou no espelho. — Caralho... ele me encheu tanto — sussurrou para si mesma, excitada. Sentiu uma mistura forte de culpa e tesão. Seu marido estava na sala, alheio a tudo, enquanto a esposa tinha o cu recém-fodido e cheio de porra de outro homem. Antes de entrar no chuveiro, Clara ainda enfiou dois dedos no cuzinho, sentindo a porra quente lá dentro, e gozou baixinho mais uma vez, mordendo o lábio para não gemer alto. Quando saiu do banho, Marcos perguntou da cozinha: — Quer jantar agora? Clara respondeu, com um sorriso secreto: — Daqui a pouco... ainda tô me recuperando.
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