Minha prima, a esposa do meu primo de sangue, sempre foi uma tentação proibida. Ela tinha no máximo 1,68m, loira, cabelo curto, peitos durinhos e médios, corpo definido de quem malha bastante, uma buceta carnuda e uma bunda gostosa, redonda e empinada que balançava de um jeito que me deixava louco.
Ela sempre me provocava. Toda vez que estávamos juntos, me olhava de um jeito diferente, demorado, e me abraçava apertado demais, roçando o corpo no meu como se quisesse que eu sentisse cada curva. Eu fingia que não percebia, mas o pau endurecia na hora.
Um belo dia ela me ligou e chamou pra ir na casa dela. Pensei que meu primo estaria lá, como sempre. Cheguei animado, mas quando ela abriu a porta... ele tinha viajado pra fazer uma prova e só voltaria no dia seguinte. Ela me recebeu só de baby doll preto, transparente, curto demais, marcando os bicos dos peitos e deixando à mostra as coxas grossas e a curva da bunda.
— Entra logo... — murmurou com a voz rouca, puxando minha camisa e fechando a porta atrás de mim.
Não deu nem tempo de falar. Ela me empurrou contra o sofá da sala, ajoelhou na minha frente e abriu o zíper com pressa. Meu pau pulou pra fora, duro pra caralho. Ela lambeu da base até a cabeça, olhando pra cima com aqueles olhos cheios de tesão, e depois engoliu tudo, mamando gostoso, fundo, com a boca quente e molhada. A mão dela massageava minhas bolas enquanto a cabeça subia e descia rápido, fazendo barulho molhado, saliva escorrendo pelo queixo.
— Porra, prima... você é louca — gemi, segurando o cabelo curto dela.
Ela tirou meu pau da boca só pra responder, batendo ele na língua:
— Eu sempre quis isso. Toda vez que te abraçava era pra sentir esse pau duro contra mim.
Levantei ela do chão, arranquei o baby doll e joguei longe. Os peitos firmes pularam livres. Chupei um bico enquanto enfiava dois dedos naquela buceta carnuda, já encharcada, inchada e quente. Ela gemia alto, rebolando na minha mão, pedindo mais.
Deitei ela no sofá, abri bem as pernas e meti tudo de uma vez. A buceta dela apertava meu pau, molhada e gulosa. Comecei a foder forte, fundo, sentindo aquela bunda gostosa batendo contra minhas coxas a cada estocada. Ela arranhava minhas costas e gritava:
— Mais forte! Me fode direito, primo!
Virei ela de quatro, dei uns tapas naquela bunda empinada e cuspi na rola. Empurrei devagar no cuzinho apertado. Ela gemeu alto, empinando mais, pedindo:
— Isso... mete no meu cu... eu sou sua puta hoje.
Fodi o cu dela com vontade, alternando entre a buceta carnuda e o cuzinho guloso, fazendo ela gozar duas vezes, tremendo inteira, apertando meu pau como se não quisesse soltar.
No final, ela se ajoelhou de novo na minha frente, boca aberta, língua pra fora, olhos implorando:
— Goza na minha boca... quero seu leite todo. Me enche, primo.
Não aguentei mais. Puxei o pau e gozei forte, jato atrás de jato, enchendo a língua e a boca dela. Ela engoliu o que deu, o resto escorrendo pelos lábios e pingando nos peitos durinhos. Lambeu tudo, limpando meu pau com a boca, sorrindo satisfeita e safada.
— Da próxima vez que ele viajar... você vem direto pra cá. Essa buceta carnuda e esse cu são seus agora.
E assim começou nosso segredo proibido.