Até aquela noite.
Estava no sofá de casa quando o Facebook apitou. Mensagem dela. O coração acelerou só de ver o nome: Flávia.
“Antônio viajou pra São Paulo a trabalho. Estou sozinha em casa e não consigo parar de pensar em você. Quero você aqui. Agora. Vem me foder. Você sabe que eu só gosto de tomar no cu.”
A mensagem era direta, sem rodeios. Logo em seguida veio uma foto: ela de quatro na cama do casal, nua da cintura para baixo, empinando aquela bundona perfeita, o cuzinho brilhando com lubrificante. A legenda: “Estou pronta pra você. Vem logo.”
Meu pau ficou duro na hora. Respondi só com “Tô indo” e dirigi até a casa deles com as mãos tremendo no volante.
Quando cheguei, a porta dos fundos estava entreaberta, como prometido. Entrei devagar. A casa estava em silêncio, iluminada apenas por um abajur no quarto. Flávia me esperava de pé, vestindo uma camisola curta e transparente de renda preta que mal cobria as coxas grossas. Seus cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros, e os olhos brilhavam de tesão e safadeza.
— Fui eu que te chamei — disse ela, voz baixa e rouca, caminhando até mim. — Cansei de fingir. Seu tio mal encosta em mim, e quando encosta… não é do jeito que eu preciso. Eu quero você. Quero esse pau no meu cu.
Ela me puxou pela camisa e me beijou com fome, língua quente e urgente. Minhas mãos desceram direto para aquela bunda macia, apertando as nádegas cheias e abrindo-as. Flávia gemeu contra minha boca, rebolando contra mim.
— Tira logo a roupa — sussurrou. — Quero sentir você me arrombando.
Virei-a de costas contra a cama. Ela se posicionou de quatro, empinando a bunda alta, o cuzinho piscando convidativo, já todo lubrificado e pronto. Fiquei de joelhos, lambi devagar, enfiando a língua naquele buraco apertado enquanto ela gemia alto, empurrando-se contra meu rosto.
— Isso… prepara o cu da tia Flávia… ele é todo seu hoje.
Levantei, posicionei a cabeça grossa do pau e empurrei devagar. O anel apertado cedeu, engolindo-me centímetro por centímetro até eu estar enterrado até o fundo naquela bunda quente e gulosa.
— Ai, porra… que delícia! — ela gemeu, voz tremendo. — Mete tudo! Me fode forte!
Segurei firme nos quadris dela e comecei a socar, fundo e ritmado. A bunda dela balançava a cada estocada, o som molhado enchendo o quarto. Flávia empinava mais, pedindo sem vergonha:
— Mais forte! Rasga meu cu! Eu te mandei mensagem justamente pra isso… pra você me encher de porra bem fundo!
Acelerei, metendo com tudo. Ela enfiou a mão entre as pernas, esfregando o clitóris enquanto o cuzinho apertava meu pau como um punho quente. Logo o corpo dela começou a tremer.
— Tô gozando… não para! — gritou.
O orgasmo dela foi intenso: o cu piscou forte, ordenhando meu pau enquanto ela esguichava na cama. Aquilo me levou ao limite. Meti até o talo e explodi, enchendo aquele cu proibido de jatos grossos e quentes de porra.
Ficamos ofegantes, meu pau ainda latejando dentro dela. Flávia virou o rosto, sorrindo safada, suor brilhando na pele:
— Eu que te chamei… e vou te chamar de novo sempre que quiser esse cu arrombado pelo sobrinho. Entendeu?
Beijei sua nuca e respondi:
— Pode mandar quantas mensagens quiser, tia Flávia. Eu sempre venho pra te foder do jeito que você merece.