BRT estava insuportavelmente lotado, corpos colados uns nos outros como em um ritual proibido. Ela era uma morena alta, uns 1,72m de pura tentação: bunda grande, redonda e empinada, cabelo Chanel preto e liso balançando no ritmo dos solavancos. Do Terminal Gentileza até Deodoro, ela decidiu que ele seria dela. No começo foi só um roçar “sem querer”. Depois virou intenção clara. A bunda gostosa dela pressionou direto contra no meu pau, rebolando devagar a cada freada, sentindo ele endurecer rápido. tentei disfarçar com a mochila na frente, mas ela não quis saber de disfarce. Sem dizer uma palavra, a mão dela deslizou por baixo da mochila e invadiu a calça. Dedos quentes e macios agarraram o pau latejante, apertando a base grossa enquanto o polegar espalhava o pré-gozo que já escorria. Ela masturbava ele com vontade, ritmo firme, olhando para frente como se nada estivesse acontecendo, enquanto o ônibus balançava e escondia os movimentos. Eu respirava pesado no pescoço dela, o cheiro do perfume misturado com tesão. Desci a mão pela cintura fina e apertei aquela bunda maciça, enfiando os dedos por baixo da legging. A calcinha dela estava encharcada. Dois dedos deslizaram fácil entre os lábios inchados, sentindo o calor molhado da buceta dela latejar. Ela mordeu o lábio inferior e rebolou contra a minha mão, abrindo um pouco as pernas para dar mais acesso. Ele enfiou os dedos fundo, fodendo ela no ritmo do ônibus, curvando para acertar aquele ponto que fazia as pernas dela tremerem. Ao mesmo tempo, ela acelerava a punheta, apertando forte, subindo e descendo na cabeça sensível do pau dele. — Tá tão duro… — sussurrou ela quase sem som, voz rouca de tesão. O risco de alguém perceber deixava tudo mais intenso. Ela gozou primeiro. O corpo dela travou, buceta apertando forte os dedos dele, um tremor violento enquanto ela tentava não gemer alto. Eu sentia o gozo dela escorrendo pela mão, quente e abundante. Não aguentou mais. Gozou forte na mão dela, jatos grossos lambuzando os dedos delicados enquanto ela continuava massageando, tirando até a última gota. Quando terminou, ela tirou a mão devagar, lambeu um dedo discretamente com a ponta da língua, e sorriu de canto, safada. Na parada de Deodoro, ela desceu sem olhar para trás, aquela bunda gostosa rebolando no meio da multidão como se não tivesse acabado de ordenhar ele no meio de todo mundo. Eu fiquei dentro do ônibus, pernas moles, pau ainda latejando dentro da calça molhada, mochila escondendo a bagunça… e o cheiro dela impregnado na pele.
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