A semana seguinte àquela foda no apartamento foi tensa. Eu mal conseguia prestar atenção na aula, só olhava pra professora Laura — loira impecável, blusa social justa marcando os seios, saia lápis abraçando a bunda redonda. No final da aula, ela me chamou discretamente: — Me encontra no estacionamento dos professores em dez minutos. Última fileira. Cheguei nervoso, mas com o pau já meio duro só de imaginar. O estacionamento estava quase vazio, só alguns carros espalhados. Entrei no dela, um SUV escuro com vidros bem escurecidos. Mal fechei a porta e ela já estava em cima de mim, beijando com aquela fome safada, mão descendo direto pro meu jeans. — Preciso de uma rapidinha agora — murmurou ela, abrindo meu zíper e tirando meu pau duro pra fora. — Tô molhada desde o meio da aula pensando nessa rola. Sentei no banco do passageiro e ela subiu em mim, saia levantada, sem calcinha. A buceta rosa, inchada e escorregadia, engoliu meu pau de uma vez só. Laura gemeu alto, rebolando forte, os seios pulando dentro da blusa. — Isso... me fode gostoso, aluno... Eu segurava aquela bunda macia, metendo pra cima enquanto ela descia. O carro balançava levemente. Meti a mão por baixo, esfregando o cuzinho rosado com o dedo, sentindo ele piscar. Ela adorava. De repente, enquanto ela cavalgava mais rápido, gemendo meu nome baixinho, meu olho caiu no porta-luvas entreaberto. Uma foto: ela sorrindo, abraçada com um cara bem vestido, aliança dourada brilhando na mão dela. — Laura... você é casada? — perguntei, ainda metendo fundo, sem parar. Ela sorriu maliciosa, sem parar de rebolar, apertando a buceta em volta do meu pau. — Sou... mas ele viaja o tempo todo. E nesses happy hours eu tiro a aliança de propósito. Quero sentir a adrenalina de foder com aluno gostoso como você. Aquilo me deu um tesão do caralho. Segurei os quadris dela com força e comecei a socar mais rápido, estocadas curtas e brutas. A buceta dela fazia barulho molhado, melando minhas bolas. — Então toma essa rola, sua professora casada vadia. Laura gozou tremendo, mordendo meu ombro pra não gritar. Senti o cuzinho dela contraindo contra meu dedo. Puxei o pau na hora certa e gozei forte dentro da buceta dela, enchendo tudo de porra quente enquanto ela rebolava devagar, espremendo até a última gota. Ela me deu um beijo rápido, arrumou a saia e sorriu: — Amanhã tem mais aula. E quem sabe outra rapidinha no estacionamento... se você aguentar saber que eu durmo com aliança toda noite. Sai do carro com as pernas fracas, pau ainda latejando, sabendo que aquilo ia virar vício. Professora loira, buceta rosa, cuzinho guloso e agora com o plus de ser casada. Perfeito.
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