Era uma tarde quente de fim de semestre na faculdade de Direito. A professora Laura, loira de cabelos lisos caindo até os ombros, corpo escultural de academia, olhos azuis penetrantes e um sorriso que misturava autoridade com safadeza, tinha acabado de encerrar a aula sobre responsabilidade civil. Aos 38 anos, ela era o sonho molhado de metade da turma — e eu, aluno do último ano, não aguentava mais só fantasiar. Depois da aula, rolou o happy hour tradicional no barzinho ao lado do campus. Cerveja gelada, risadas, e ela bebendo um pouco mais que o normal, soltando o cabelo e rindo das minhas piadas. O olhar dela demorava no meu. Quando o grupo começou a dispersar, ela se aproximou, voz baixa e rouca: — Você me ajuda a carregar uns livros até o carro? Aceitei na hora. No estacionamento quase vazio, em vez de abrir o porta-malas, ela me puxou pela camisa e me beijou com fome. Língua quente, gosto de cerveja e desejo reprimido. Minhas mãos desceram direto pra aquela bunda firme que eu admirava nas aulas toda semana. — Meu apartamento fica a dez minutos daqui — sussurrou ela no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Se você quiser foder sua professora de verdade. Chegamos no apartamento dela em tempo recorde. Mal fechamos a porta e já estávamos pelados. Laura tirou a blusa branca justa, revelando os seios médios empinados, mamilos rosados duros. A saia lápis caiu no chão, e lá estava: a buceta dela completamente depilada, inchada de tesão, lábios carnudos e rosados brilhando de melado. Ela abriu as pernas em cima do sofá, mostrando tudo. — Olha como tá molhada pra você, aluno safado. Me ajoelhei e enfiei a cara naquela xota quente. Lambi devagar primeiro, sentindo o gosto doce e salgado, depois chupei o clitóris inchado enquanto enfiava dois dedos fundo. Laura gemia alto, rebolando na minha boca, puxando meu cabelo. — Isso, come a buceta da sua professora... mais fundo! Quando ela gozou pela primeira vez, tremendo nas minhas mãos, eu já estava com o pau latejando, duro pra caralho. Virei ela de quatro no sofá. A visão era perfeita: o cuzinho rosado, pequeno e piscando, logo acima da buceta encharcada. Cuspi ali e comecei a esfregar a cabeça do pau. — Quer no cu também? — ela perguntou, olhando pra trás com cara de puta. — Quero foder os dois buracos, professora. Enfiei primeiro na buceta, metendo fundo e forte. O barulho molhado de tapa ecoava no apartamento. Laura gritava, pedindo mais, rebolando contra mim. Depois de uns minutos metendo gostoso, puxei o pau melado e pressionei contra o cuzinho rosado. Ela relaxou e eu entrei devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. O cu dela era apertado pra porra, quente, pulsando em volta do meu pau. — Ai caralho... me fode o cu, aluno... rasga essa professora vadia! Comecei a meter cada vez mais rápido, alternando entre a buceta encharcada e o cuzinho guloso. Laura gozou de novo, esguichando um pouco enquanto eu socava. Quando senti que não aguentava mais, puxei o pau e gozei jatos grossos nas costas dela, escorrendo até aquele cuzinho rosado aberto e vermelho de tanto foder. Ficamos ofegantes no sofá. Ela virou, me beijou e sussurrou: — Isso fica entre nós... mas se quiser repetir depois de alguma prova, é só pedir. Desde então, toda vez que vejo ela na sala de aula, só consigo pensar na buceta rosa e no cuzinho que eu destruí depois do happy hour.
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