Desde que Larissa engravidou, a gente se cruzava o tempo todo no prédio. No elevador, no corredor, na garagem. Ela com aquela barriga enorme de sete meses, peitos inchados esticando as blusas, andar devagar e um olhar que demorava um segundo a mais do que devia. Eu estava de férias, sem pressa nenhuma, e sempre notava como ela mordia o lábio de leve quando me via, como apertava as coxas. Era nítido: ela queria dar pra mim. Uma tarde quente, ouvi batidas na porta. Era ela, de vestido leve de alcinha, barriga redonda pra frente, suor brilhando no decote. — Oi... você tá de férias, né? Será que pode me ajudar rapidinho? Meu marido foi trabalhar e eu preciso arrastar o sofá da sala pra limpar embaixo. Sozinha eu não consigo com essa barriga. Eu aceitei na hora. Entrei no apartamento dela e senti o cheiro doce de pele quente e perfume. O sofá era pesado. Enquanto a gente empurrava, ela gemia baixinho de esforço, a barriga roçando no meu braço, os peitos balançando livres sob o vestido fino. Quando terminamos, ela não se afastou. Ficou bem perto, respirando ofegante, olhando pra mim. — Obrigada... — murmurou, passando a mão na barriga. — Sabe, faz tempo que eu reparo em você. Toda vez que a gente se encontra, eu fico molhada. Essa gravidez me deixou com um tesão absurdo... e meu marido mal encosta. Ela não esperou resposta. Segurou minha mão e colocou em cima da barriga dela. A pele estava quente, esticada. Desci a mão devagar até a barra do vestido e levantei. Sem calcinha. A boceta dela estava inchada, brilhando de tesão, os lábios grossos e molhados. — Me come — pediu ela, voz rouca. — Eu quero você faz tempo. Eu a virei de costas contra o sofá recém-arrastado, levantei o vestido até a cintura e abri as pernas dela. Ajoelhei e passei a língua devagar, saboreando aquele gosto doce e quente. Larissa gemeu alto, empinando a bunda e pressionando a boceta contra minha boca. Chupei o clitóris inchado enquanto enfiava dois dedos, sentindo ela pulsar. — Ai, caralho... assim... me chupa gostoso... Ela gozou rápido na minha boca, tremendo, apertando minha cabeça com as coxas. Levantei, tirei o pau pra fora e esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada. Empurrei devagar, sentindo ela me engolir centímetro por centímetro. A barriga pesada balançava a cada estocada. Segurei os quadris dela e comecei a meter mais fundo, ritmado, ouvindo o barulho molhado da boceta dela. — Mais forte... não vai machucar, pode meter — implorou ela. Eu aumentei o ritmo, socando gostoso. Os peitos enormes dela balançavam pra frente e pra trás. Virei ela de frente, sentei no sofá e puxei ela pra cima de mim. Larissa desceu devagar, engolindo meu pau inteiro enquanto a barriga grande ficava espremida entre nossos corpos. Ela começou a rebolar, subindo e descendo, gemendo no meu ouvido. Peguei um mamilo escuro na boca e chupei forte. Um fiozinho de leite quente escorreu na minha língua. Ela gemeu ainda mais alto, acelerando o movimento. — Isso... morde... tô quase... Segurei aquela barriga com as duas mãos, sentindo ela tremer. Larissa gozou forte, apertando meu pau como um punho quente e molhado. Eu não aguentei: meti fundo e enchi ela de porra, jatos grossos pulsando dentro enquanto ela gemia meu nome. Ficamos um tempo assim, ela sentada no meu colo, meu pau ainda dentro, a barriga suada colada no meu peito. Ela sorriu, passando a mão no meu cabelo: — Meu marido só volta à noite... e ainda tem o resto do apartamento pra arrumar. Quer ajudar mais?
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