Marcos estava em casa, mas Larissa inventou uma desculpa: disse que ia na casa da mãe rapidinho levar umas coisas pro bebê. Em vez disso, veio direto pro meu apartamento. O risco era alto — o marido dela estava no prédio, a poucos blocos de distância, e poderia resolver sair a qualquer momento. Eu e meus dois primos já estávamos esperando. Cerveja na mesa, pagode baixo no som. Assim que Larissa entrou, ela já viu os três e sorriu maliciosa. — Vocês de novo... Porra, eu tô viciada nisso. Não perdemos tempo. Em menos de um minuto ela estava pelada no meio da sala, de joelhos, mamando os três paus alternadamente enquanto a gente batia na cara e na língua dela. — Quero arriscado hoje — ela disse, ofegante. — O Marcos tá em casa. Ele pode me ligar a qualquer momento. Quero gozar sabendo que ele tá ali perto. Nós colocamos ela no sofá de quatro. Eu meti na buceta, Rafinha no cu, e Júnior na boca. Larissa estava sendo arrombada pelos três ao mesmo tempo, gemendo abafado no pau do Júnior. O celular dela estava em cima da mesa, vibrando de vez em quando com mensagens do Marcos. — Atende — eu mandei, sem parar de socar. Ela atendeu, a voz tremendo enquanto levava rola nos três buracos: — Oi amor... tô na casa da minha mãe... sim... tô bem... ahh... tô ajudando ela com uma coisa... Marcos ficou falando do outro lado enquanto a gente continuava fodendo ela. Larissa quase gozou na ligação, mordendo o lábio pra não gemer alto. Quando desligou, ela explodiu: — Porra, eu tô sendo comida pelos três e falando com ele... me fode mais forte! Nós trocamos posições várias vezes. Em certo momento ela estava sentada no meu pau (buceta), Rafinha no cu, e Júnior fodendo a boca. O corpo dela balançava inteiro, leite escapando dos peitos, porra escorrendo pelas coxas. O celular tocou de novo. Mensagem de voz do Marcos: “Amor, tá demorando. Tá tudo bem?” Larissa, com o cu e a buceta sendo arrombados, gravou a resposta com a voz rouca: — Tá sim... tô quase acabando aqui... chego em uns 40 minutos... Ela gozou logo depois, tremendo violentamente. Nós gozamos quase juntos: um no cu, um na buceta e o último na cara e nos peitos. Larissa ficou destruída, coberta de porra, sorrindo satisfeita. — Ele não faz ideia... — murmurou ela, lambendo o canto da boca. — E isso me deixa louca. Ela se limpou o suficiente pra não dar na cara, me deu um beijo e saiu correndo pra “casa da mãe”, com nossa porra ainda dentro dela.
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