Passaram-se umas seis semanas depois do nascimento. O resguardo tinha terminado e Larissa voltou a ser uma puta gostosa. A barriga grande deu lugar a uma cintura mais marcada, mas os quadris continuaram largos, a bunda empinada e os peitos ainda grandes e pesados de leite. Ela estava ainda mais gostosa que antes. Um fim de tarde eu estava na garagem do prédio mexendo no carro quando ela apareceu. Vestido curto, decote generoso, cabelo solto. Assim que me viu, veio direto, olhando pros lados pra ter certeza que não tinha ninguém. — Vem cá rapidinho — disse ela, quase sussurrando. Entramos no banco de trás do meu carro. Ela fechou a porta e já foi falando, com a voz carregada de tesão acumulado: — Depois que o bebê nasceu, meu marido mal encosta em mim. Diz que tá cansado, que o corpo mudou… Ele tá cagando pra mim, nem me olha mais. Eu tô louca de tesão, toda molhada o dia inteiro. Voltei ao corpo normal, mas ele não valoriza. Eu só penso em você me fodendo como antes. Enquanto falava, ela já passava a mão na minha coxa, subindo até apertar meu pau por cima da bermuda. Eu sorri, segurei aquele rosto bonito e respondi: — Então vem cá. Vou te dar uma leitada bem gostosa aqui dentro do carro antes da gente subir. Pra você voltar pra casa pingando. Larissa não pensou duas vezes. Puxou o vestido pra cima, revelando que não estava de calcinha. A boceta estava lisinha, inchada e brilhando de tesão. Ela se sentou no meu colo, de frente pra mim, e desceu devagar, engolindo meu pau inteiro de uma vez. — Ai, que saudade dessa rola… — gemeu, rebolando devagar no começo. Os peitos grandes balançavam na minha cara. Eu abri o decote, puxei um mamilo e comecei a mamar. Leite quente jorrou na minha boca enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido, gemendo baixinho pra não fazer barulho na garagem. — Me fode forte… quero levar porra pra casa hoje. Eu segurei aquela bunda macia e comecei a socar de baixo pra cima, batendo fundo. O carro balançava levemente. Larissa estava desesperada, rebolando e quicando, os peitos pulando, leite escorrendo no meu peito. — Tô gozando… porra, tô gozando! — avisou ela, tremendo inteira, apertando meu pau com força. Senti ela gozar e não segurei mais. Segurei a cintura dela e meti bem fundo, enchendo aquela boceta gostosa com uma leitada grossa e quente. Jatos longos pulsando dentro dela enquanto Larissa gemia no meu ouvido. Ela ficou um tempo sentada no meu colo, meu pau ainda dentro, sentindo a porra escorrendo. Sorriu safada, me deu um beijo molhado e falou: — Agora vou subir com você pingando nas coxas. Amanhã meu marido sai cedo de novo… quero repetir isso, mas com mais tempo. Pode ser no seu apartamento?
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