No dia seguinte, Larissa subiu novamente com o meu gozo ainda escorrendo entre as pernas. Ela mal conseguiu disfarçar o sorriso quando passou pela porta de casa. O marido, Marcos, estava na sala assistindo TV. Ela deu um beijo rápido na bochecha dele e foi direto pro banheiro, mas deixou o vestido cair no chão do quarto e a calcinha — aquela mesma calcinha branca de renda que agora estava pesada, encharcada de porra seca e fresca — jogada por cima da pilha de roupa suja no cesto. Marcos, como sempre, era o tipo que gostava de “ajudar” em casa. Depois do almoço, enquanto Larissa tomava um banho demorado, ele decidiu ser útil e começou a separar a roupa pra lavar. Pegou o cesto do banheiro e levou até a área de serviço. Quando virou o cesto em cima da máquina, a calcinha caiu por último, aberta, quase como se estivesse se exibindo. Marcos parou. A peça estava... estranha. A virilha tinha uma crosta esbranquiçada, grossa, bem visível. Parte ainda estava úmida, quase pegajosa. Ele franziu a testa e pegou a calcinha com dois dedos, aproximando do rosto. O cheiro era forte — um cheiro de sexo, de mulher excitada misturado com algo mais denso, mais masculino. Porra. Definitivamente porra. Ele ficou ali, parado, olhando para a calcinha da esposa como se nunca tivesse visto uma na vida. A quantidade era absurda. Não era só um resquício. Era muito. Escorrera até a bunda da peça, manchando boa parte do tecido. Naquele momento, Larissa saiu do banho enrolada na toalha e viu a cena. — Amor? — disse ela, fingindo surpresa. Marcos virou devagar, ainda segurando a calcinha aberta entre os dedos. — Que porra é essa, Larissa? Ela sentiu um frio na barriga... mas também um calor safado entre as pernas. Ver o marido ali, segurando a prova do que o vizinho tinha feito com ela, fez sua boceta pulsar. — Isso é... — ele engoliu seco — Isso é gozo? Larissa mordeu o lábio inferior, tentando fazer cara de inocente, mas o tom de voz saiu quase rouco: — Eu... acho que sim. Marcos ficou em silêncio, olhando alternadamente para a calcinha e para a esposa. Ele não era burro. Sabia o que estava vendo. A quantidade, a textura, o cheiro forte... não era dele. Fazia semanas que eles quase não transavam. — De quem? — perguntou, a voz baixa. Larissa deu um passo mais perto, a toalha escorregando um pouco e revelando a curva dos seios. Ela estava molhada do banho, mas a boceta já estava ficando molhada de novo por outro motivo. — Você realmente quer saber? — sussurrou ela, chegando bem perto dele. — Ou prefere só imaginar enquanto eu te conto como ele me encheu ontem de manhã... e hoje também? Marcos respirou fundo. A mão que segurava a calcinha tremeu levemente. Ele estava excitado. Constrangido, humilhado... mas visivelmente excitado. O pau dele marcava a bermuda. Larissa sorriu devagar, maliciosa, e pegou a calcinha da mão dele. Virou o tecido melado para ele ver melhor. — Olha quanta porra... Ele gozou tão fundo que escorreu o dia todo. Eu deixei de propósito pra você ver. Ela se aproximou mais, colando o corpo no dele, e sussurrou no ouvido: — Quer sentir o cheiro dele na sua mulher?
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